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A repintura com tinta, à base de PVA ou acrílica, de um substrato de argamassa que apresenta superfície com pintura antiga à base de cimento ou cal, com pulverulência elevada, poderá ser realizada quando
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Nos revestimentos cerâmicos, é preciso manter as juntas, tanto de assentamento como de movimentação. As juntas de movimentação, comumente chamadas juntas de dilatação, longitudinais ou transversais, devem ser executadas em paredes internas com área igual ou maior que
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A telha cerâmica, uma das opções mais antigas de telha, adéqua-se bem ao clima subtropical e oferece uma excelente relação de custo-benefício.
No procedimento de execução de serviço nas coberturas com telhas cerâmicas, uma das orientações importantes que se deve seguir é
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A cobertura é o elemento da construção que tem como finalidade proteger a obra e o seu conteúdo contra intempéries e ações da natureza. O tipo de armação do telhado pontaleteada é uma das estruturas de cobertura realizadas na construção civil.
O elemento estrutural de cobertura que NÃO é utilizado neste tipo de estrutura para telhado é a
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Leia o excerto a seguir.
“Que o Movimento Indígena educou após ser educado parece ser uma verdade incontestável. Certamente é perceptível que muito do que acontece hoje dentro da sociedade brasileira – em termos educacionais, políticos e sociais – é, em parte, fruto da ação da sociedade civil organizada.”
MUNDURUKU, Daniel. Capítulo 3: O caráter educativo do movimento indígena brasileiro: considerações finais. IN: . O caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1990). São Paulo, SP: Paulinas, 2012.
Segundo o autor, a trajetória do movimento indígena no Brasil está marcada
I. pelo enfrentamento da política oficial vigente no período militar, que defendia a integração do indígena pela nação, de modo que o indígena deveria abrir mão de sua identidade étnica e ser apenas brasileiro.
II. pela atuação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) que, através da organização de assembleias com a participação de lideranças indígenas, favorecia debates sobre problemas comuns dos povos indígenas.
III. pela autonomia da FUNAI, em relação às políticas de governo, de modo que se viabilizou a atuação de um órgão federal oficial em defesa dos povos indígenas com um caráter de política de Estado.
IV. por um movimento de mão dupla: os povos indígenas aprenderam através da relação política com os não índios; e esses aprenderam que os índios conseguiam absorver conceitos teóricos e usá-los autonomamente nas negociações com as autoridades.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Leia o excerto a seguir.
“(...) a ditadura no Brasil, até pelo longo período que durou, foi uma construção histórica. Impossível compreendê- la sem trazer à tona suas bases políticas e sociais – múltiplas e diferenciadas.”
REIS, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: Do golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro, RJ: Zahar, 2014.
Sobre as bases políticas e sociais supracitadas, considere as afirmações a seguir:
I. A Igreja Católica apoiou os governos militares até a reabertura política, materializada pela posse do maranhense peemedebista José Sarney.
II. Os grandes veículos de comunicação apoiaram o golpe civil militar, exceto o jornal A última hora, apoiador de Jango na ocasião.
III. As críticas e a oposição organizada ao regime militar aumentaram após o fim do milagre econômico promovido pelo economista Delfim Netto, entre 1968-73.
IV. A política de Boa Vizinhança, lançada pelo presidente Gerald Ford, garantiu apoio estadunidense à implantação dos governos militares através da operação Brother Sam.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Leia o excerto a seguir.
“Os comandos do Exército se colocaram ao lado de Lott, enquanto os ministros da Marinha e da Aeronáutica denunciavam a ação como ‘ilegal e subversiva’. As forças do Exército cercaram as bases navais e da Aeronáutica, impedindo um confronto das Forças Armadas. Deposto da Presidência, Carlos Luz refugiou-se no cruzador Tamandaré, acompanhado de seus ministros e outras figuras políticas, entre elas Carlos Lacerda, tentando inutilmente organizar resistência.”
FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2011.
O trecho acima, insere-se no contexto
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Regina Claro discute como, historicamente, se constituíram os estudos sobre história da África e como essa produção é ensinada nas escolas.
De acordo com a autora, os estudos de história da África sofrem a influência dos seguintes processos:
I. A introdução dos estudos de História da África na academia e nas escolas brasileiras, impulsionada pela lei federal 10.639/03, deve ser vista como continuidade das lutas e das resistências dos povos africanos.
II. Em razão da amplitude cultural e histórica da África, a história africana a ser trabalhada na educação brasileira deve romper limites de abordagem, desvinculando-se de temas como o processo de hominização, a escravidão e a história do Brasil.
III. A partir de 1980, surgiu uma tendência historiográfica que, através de uma incontável diversidade de temáticas e perspectivas, procura superar a dicotomia entre inferioridade e superioridade africana que foi característica dos estudos dos períodos colonial e das independências, respectivamente.
IV. Composta por regiões histórico- geográficas caracterizadas por condições e situações semelhantes no decorrer do tempo, principalmente em relação à interação com o mundo ocidental, a história da África deve ser abordada como um todo singular.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Leia o excerto a seguir.
“A essa altura começa a discussão sobre a relação entre a cultura das classes subalternas e a das classes dominantes. Até que ponto a primeira está subordinada à segunda? Em que medida, ao contrário, exprime conteúdos ao menos em parte alternativos?”
GINZBURG, Carlo. Prefácio à edição italiana. IN: .
O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela inquisição. São Paulo, SP: Companhia de Bolso, 2006.
Na obra “O queijo e os vermes”, Carlo Ginzburg afirma, sobre a cultura, que
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Leia o excerto a seguir.
“‘Ciência dos homens’, dissemos. É ainda vago demais. É preciso acrescentar: dos ‘homens, no tempo’. O historiador não apenas pensa ‘humano’. A atmosfera em que seu pensamento respira naturalmente é a categoria da duração.”
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício de Historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2001.
De acordo com Marc Bloch, o tempo histórico é ; e a observação histórica de todos os fatos humanos no passado, da maior parte deles no presente, deve ser .
As lacunas são completadas corretamente por:
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