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Foram encontradas 280 questões.

2566174 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia os excertos a seguir.
“Quem não tem uma receita em casa? É possível fazer história com essa folha de papel que manda bater por cinco minutos claras em neve que ficariam prontas em dois minutos com a batedeira!”
GUIMARÃES, Marcella Lopes. Capítulos de História: o trabalho com fontes. Curitiba: Aymará Educação, 2012.
“Se as famílias que se formam no novo milênio não chegam mais a construir em papel álbuns fotográficos com as imagens que inundam seus computadores, depois que dezenas de fotos jorraram das câmeras digitais, não podemos negar que essas recolhas da infância e da juventude que os nossos pais e mães têm em sua biografia e mostram aos ‘filhos digitais’ funcionam como um importante meio de visualizar vínculos, evocar acontecimentos e resgatar memórias.”
GUIMARÃES, Marcella Lopes. Capítulos de História: o trabalho com fontes. Curitiba: Aymará Educação, 2012.
Segundo a autora, o trabalho com fontes no ensino de História implica certos conceitos e métodos. Sobre esse tema, considere as seguintes afirmativas:
I. Em sala de aula, ao utilizarmos cadernos de receitas das famílias dos alunos em uma investigação sobre as práticas sociais de cozinhar e comer, é recomendável que o professor recolha essa documentação e sintetize-a para disponibilizar aos estudantes apenas os dados relevantes.
II. Receitas culinárias constituem fontes escritas que contêm saberes e segredos relativos a técnicas e a procedimentos, mas também permitem explorar aspectos sociais como as relações de gênero e de geração, os regionalismos, as interações, as heranças culturais e outros.
III. Por registrarem o singular (um instante, um fragmento do espaço), as fotos documentam o acontecimento e são fontes para o resgate de memórias, mas não permitem a comparação de contextos e o estudo de trajetórias, isto é, testemunham o fato, mas não o processo histórico.
IV. Em sala de aula, a pesquisa histórica com álbuns fotográficos de família implica a realização de, ao menos, duas operações fundamentais pelos alunos: descrição e narração.
Estão correta apenas as afirmativas
 

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2566173 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Ensinar História não é o mesmo que fazer pesquisa histórica. (...) Essas diferenças não invalidam, contudo, as afirmações do historiador francês Lucien Febvre, que, em um discurso proferido em 1941, colocou a necessidade de o historiador construir problemas, levantar hipóteses e buscar respostas a partir do estudo das fontes. Para ele, a história não pode ser tratada como uma coleção de fatos ao acaso que vão se juntando e constituindo uma verdade inquestionável. O mesmo princípio pode ser evocado quando fazemos referência ao ensino de História, pois não é possível de fato crer que possa ter algum significado ensinar História sem que se tenha claro quais perguntas nos motivam a debruçar sobre textos e fontes variadas.”
CATELLI JUNIOR, Roberto. Elementos para a
construção de um programa de História para o Ensino Médio. IN: . Temas e linguagens da história: ferramentas para sala de aula no ensino médio. São Paulo, SP: Scipione, 2009.
Segundo o autor, a construção de um programa de História para o ensino médio implica
I. reconhecer o caráter objetivo do conhecimento histórico e seu lugar de produção na escola, resguardando a especificidade da História enquanto disciplina.
II. realizar as relações entre passado e presente de maneira criteriosa, pois, caso contrário, corre-se o risco de cometer anacronismos.
III. considerar diferentes variáveis sobre os estudantes (tais como sua identidade, realidade local) e sobre o estudo da História (debate historiográfico, cronologia, criticidade).
IV. abandonar os velhos fantasmas do ensino de História: a cronologia pela cronologia, a história total, o questionário e a prisão ao texto escrito e aos livros didáticos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2566172 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“A especificidade histórica das diversas manifestações inseridas em tão variado painel planetário conferiu, a cada uma delas, uma conotação de ser ponto de chegada ou ponto de partida de processos mais profundos e duradouros. Ainda, a maioria daquelas, constituíram-se em ponto de passagem dos processos maiores. Muitos deles mantêm vitalidade e vigência até hoje, encontrando-se completamente em aberto quanto às possibilidades dos seus desdobramentos. Portanto, 1968 foi um ponto de inflexão, resultado dessa miríade de acontecimentos que desajustaram e tensionaram o espaço social e político planetário.”
HOLZMANN, Lorena; PADRÓS, Enrique Serra (Org.). 1968: contestação e utopia. Porto Alegre, RS: UFRGS, 2003.
Segundo a referência supracitada, 1968 deve ser lido dentro de processos históricos mais largos, a exemplo
I. das tensões provocadas pela política do governo norte-americano, de linha republicana, que visava a absorver e a atender as demandas das minorias (jovens, mulheres, negros, chicanos etc) em contraposição às pressões da extrema direita representada pela KKK.
II. da crise de sociedades que eram caracterizadas por um modo de produção fordista e por uma organização keynesiana da economia sob controle do Estado e que tinham como destaque o consumismo e o bem-estar material.
III. da crise do chamado comunismo de Estado, com o esgotamento das possibilidades de desenvolvimento do revisionismo e com a divisão do bloco soviético em pelo menos três correntes: a russa, a chinesa, a cubana, e mais uma outra, a do socialismo com face humana da Primavera de Praga.
IV. da eclosão do maio parisiense, que foi espontânea e se configurou como um processo revolucionário que terminou saindo-se vencedor, na medida em que a união de estudantes e trabalhadores nas ruas levou à convocação de novas eleições gerais e à vitória do Partido Comunista Francês.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2566171 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“As origens da Segunda Guerra Mundial produziram uma literatura histórica incomparavelmente menor sobre suas causas do que as da Primeira Guerra, e por um motivo óbvio. Nenhum historiador sério jamais duvidou de que a Alemanha, Japão e (mais hesitante) a Itália foram os agressores.”
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos:
o breve século XX (1914-1991). 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
De acordo com o autor, a Segunda Guerra foi antecedida por uma sequência de eventos que contribuíram para a sua eclosão, tais como
 

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2566170 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“A década de 1950 foi cheia de guerras de guerrilha no Terceiro Mundo, praticamente todas nos países coloniais em que, por um motivo ou outro, as antigas potências coloniais ou colonos locais resistiram à descolonização pacífica – Malásia, Quênia (o movimento Mau Mau) e Chipre no império britânico em dissolução; as guerras muito mais sérias na Argélia e no Vietnã no império francês em dissolução.”
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Conforme o historiador Eric Hobsbawm, a estratégia de guerrilha ganhou destaque no mundo com a
 

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2566169 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Assim, os africanos e seus descendentes encontravam nesses espaços religiosos locais em que podiam viver e morrer juntos aos seus irmãos (...)”
FARIAS, Juliana Barreto. Cidades negras: africanos, crioulos e espaços urbanos no Brasil escravista do século XIX. São Paulo: Alameda, 2006.
Conforme referência supracitada, marque (V), para as afirmativas Verdadeiras e (F), para as Falsas, a respeito da religiosidade negra no Brasil escravista.
( ) Escravos e seus descendentes constituíram, nas irmandades católicas, espaços de sociabilidade mais ou menos autônoma, reconstruindo suas identidades.
( ) Os principais critérios de identificação nas irmandades religiosas eram, em geral, a condição social, a cor da pele e o local de nascimento.
( ) Batuques, calundus e candomblés eram cerimônias religiosas de origem africana nas quais, por seu caráter de resistência, cerceava-se a participação de crioulos e de brancos.
( ) Escravos e ex-escravos oriundos da África Ocidental trouxeram tradições islâmicas para o Brasil e compartilharam sua fé, através de hábitos alimentares, orações, jejuns, uso de amuletos e estudo do Alcorão e da língua árabe.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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2566168 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“O certo é que as fugas, e mais ainda as suas dimensões nos espaços urbanos, não podem ser banalizadas, classificadas como repetitivas ou cristalizadas em atos heróicos da resistência escrava. Havia muito de política nas decisões de escapar e como se manter protegido, principalmente nas cidades. Fugitivos, menos do que apenas ‘inadaptados’ ao regime escravista, com extenuante carga de trabalho e péssimas condições de vida, redefiniam significados do cativeiro e da liberdade.
” FARIAS, Juliana Barreto. Cidades negras: africanos,
crioulos e espaços urbanos no Brasil escravista do século XIX. São Paulo: Alameda, 2006.
De acordo com a referência supracitada, as fugas de escravos no Brasil caracterizavam-se por
 

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2566167 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Atrás dos portugueses lançam-se os espanhóis. Escolherão outra rota, pelo ocidente ao invés do oriente. Descobrirão a América, seguidos aliás de perto pelos portugueses que também toparão com o novo continente. Virão, depois dos países peninsulares, os franceses, ingleses, holandeses, até dinamarqueses e suecos. A grande navegação estava aberta e todos procuravam tirar partido dela.”
PRADO JUNIOR, Caio.
O sentido da colonização. IN: . Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 2008.
Em relação ao processo de descobrimento e povoamento da América pelos europeus, o historiador Caio Prado Junior afirma que
 

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2566166 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Muitas vezes já se disse que a história do Brasil foi escrita sem sangue e sem lágrimas. Que, entre nós, o desejo de paz sempre foi maior do que as tensões. Errado. O Brasil Colônia foi atravessado por episódios de descontentamento e revolta. Tais manifestações tinham dois focos de origem: um ‘externo’ e outro ‘interno’.”
DEL PRIORE, Mary; VENANCIO, Renato. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta, 2010.
De acordo com a referência supracitada, as seguintes afirmativas sobre as rebeliões contra o domínio português no período colonial são verdadeiras, EXCETO:
 

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2566165 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“A descoberta das rotas marítimas do Atlântico e a colonização do Novo Mundo marcaram e transformaram a história do homem na Idade Moderna. Enquanto a escravidão gradativamente desapareceu no continente europeu, o tráfico atlântico criava novas formas de exploração no continente africano e introduzia a instituição da escravidão nas Américas.”
DANTAS, Carolina Vianna; MATTOS, Hebe; ABREU,
Martha (org.). O negro no Brasil: trajetórias e lutas em dez aulas de história. 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
O tráfico transatlântico de escravos e a escravidão nas Américas se deram de acordo com quais condições e/ou características?
I. Algumas elites militares e políticas africanas beneficiaram-se do contato com os europeus e colaboraram com o tráfico de escravos, aprisionando parcelas da população mais pobre, desprotegida ou que pertencia a grupos rivais aos seus.
II. Um ponto em comum vinculava a escravidão que foi praticada na Europa, na África e nas Américas em distintas épocas: a instituição da escravidão a partir de uma base racial. III. No meio urbano, onde os escravos trabalhavam “ao ganho”, o controle da mobilidade espacial dos escravos era intensificado através do emprego de feitores.
IV. Os escravos que tinham maiores chances de receber a alforria eram os crioulos, as mulheres e os pardos, sendo os homens nascidos na África os menos beneficiados.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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