Foram encontradas 50 questões.
Considerando comparativamente os métodos e as abordagens do paradigma tradicional em História (de orientação positivista) e a escola historiográfica denominada Nova História, faça a correspondência:
I) História tradicional (positivista)
II) Nova História
( ) Enfatiza a investigação dos atos do Estado. Daí sua preocupação, essencialmente, com uma narrativa dos acontecimentos e das ações dos homens de renome, preferencialmente sob o viés do político.
( ) Busca investigar toda a abrangência da atividade humana, imprimindo aos estudos um caráter interdisciplinar.
( ) Fundamenta-se na pesquisa documental, principalmente nos registros oficiais, escritos, emanados do governo e guardados em arquivos.
( ) Preocupa-se tanto com os movimentos coletivos quanto com os individuais sem, no entanto, sublinhá-los como feitos memoráveis de grandes instituições ou de grandes homens.
( ) Dedica-se a estudos e temáticas que sublinharam o protagonismo de grupos e indivíduos considerados marginais, minoritários ou pouco importantes: mulheres, operários, crianças etc.
A alternativa que mostra a ordem CORRETA da numeração da correspondência é:
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“Ao definirem o tema transversal ‘pluralidade cultural’, os autores dos PCNs enfatizam que não se trata de dividir a sociedade brasileira em grupos culturalmente fechados, mas de educar com vistas a estimular a convivência entre tradições e práticas culturais diferenciadas, presentes na sociedade brasileira [...]” (MATTOS, Hebe. O Ensino da História e a Luta Contra a Discriminação Racial no Brasil. In: ABREU, Martha; SOIHET, Rachel. Ensino de História. Conceitos, temáticas e metodologias. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003. p. 127-128).
Com relação a essa educação com “[...] vistas a estimular a convivência entre tradições e práticas culturais diferenciadas, presentes na sociedade brasileira [...]”, leia as afirmativas.
I) Objetiva educar para a tolerância e o respeito às diversidades, sejam culturais, linguísticas, étnico-raciais, regionais ou religiosas.
II) No texto dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de 1998, não é possível encontrar uma noção essencializada de cultura.
III) Para Hebe Maria Mattos, a interpretação dada à “pluralidade cultural” – mencionada no texto dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de 1998 – deve enfatizar a tolerância, a convivência e o respeito entre as tradições.
IV) O aprendizado do respeito às diferenças está na base de qualquer possibilidade de superação do racismo.
V) A ideia de um Brasil formado originalmente por três raças – o índio, o branco e o negro – reforça a perspectiva da “pluralidade cultural”.
Assinale a alternativa que apresenta somente as afirmativas CORRETAS.
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“[...] a ideia de identidade [...] pressupõe interdependência entre condições objetivas de vida e experiências subjetivas, o compartilhamento de convenções e valores, de modos de pensar, de sentir e de agir ou menos formalizados, que distinguem e produzem a integração de uma comunidade” (AZEVEDO, Cecília. Identidades compartilhadas: a identidade nacional em questão. In: ABREU, Martha; SOIHET, Rachel (Org.). Ensino de História - conceitos, temáticos e metodologia. Rio de Janeiro: 2003. p. 43-44). Em relação ao conceito de identidade aplicado por Cecília Azevedo, é CORRETO afirmar que:
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“Para os índios, ‘povos na infância, não há história: só há etnografia’, disse Varnhagem no século XIX. A sugestão parece ter sido bem aceita na historiografia brasileira [...]” (VARNHAGEM, 1854 apud ALMEIDA, M. R. C. Identidades Étnicas e Culturais: novas perspectivas para a história indígena. In: ABREU, Martha; SOIHET, Raquel (Org.). Ensino de História - conceitos, temáticos e metodologia. Rio de Janeiro: 2003. p. 27.)
Sobre essa historiografia brasileira relativa à temática indígena influenciada por Varnhagem, é CORRETO afirmar que:
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“[...] nada prova que tenhamos um sentido especial do tempo, como temos a visão, a audição, o tato, o paladar ou o olfato” (WHITROW, G. J. O tempo na História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. p. 17).
Sobre a temática do “sentido do tempo”, discutida por G. J. Whitrow, é INCORRETO afirmar que:
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Sobre a “conexão universal entre tempo e linguagem”, defendida por G. J. Whitrow, é CORRETO afirmar que:
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Com relação ao processo de “Abertura” do Regime Militar, ou seja, de transição para a Democracia, iniciado em 1974, marque (V) para as afirmativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) A “Abertura” começou com a redução das restrições à propaganda eleitoral (em 1974) e deu um grande passo com a revogação do AI-5 em 1978.
( ) As eleições legislativas de 1974, com propaganda eleitoral mais livre, foram marcadas pela expansão da oposição ao Regime Militar. Como resposta, Geisel suspendeu o Congresso por 15 dias e decretou mudanças eleitorais, como a eliminação da exigência de dois terços dos votos dos congressistas para aprovação de reformas constitucionais.
( ) O presidente à época, Ernesto Geisel, pertencia ao grupo militar ligado ao general Castelo Branco, grupo este que nunca pretendeu estender indefinidamente o controle militar do governo.
( ) Em 1973, aconteceu o primeiro choque do petróleo, ou seja, uma queda brusca no preço desse produto, o que comprometeu o “milagre” econômico promovido pelo Regime Militar.
( ) A montagem de aparelhos repressivos criou dentro das forças armadas um grupo quase independente que fortalecia a hierarquia militar.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Um dos argumentos utilizados quando se questiona a História do Tempo Presente como disciplina é a problemática definida por Pieter Lagrou como a “unidade temporal do sujeito e do objeto, daquele que estuda e aquilo que estuda” (LAGROU, 2000), o que coloca em xeque algumas opções metodológicas do historiador.
Em relação às questões metodológicas que informa a prática da História do Tempo Presente, podemos afirmar que todas as afirmações estão corretas, EXCETO:
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