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Foram encontradas 509 questões.

1710204 Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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De forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, a Lei nº. 4.320/1964 – a Lei do Orçamento – discrimina a receita e despesa, obedecendo aos seguintes princípios:
 

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1710183 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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Assinale a alternativa CORRETA, conforme a Lei nº4320/64 no art. 103. O Balanço Financeiro:
 

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1709918 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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No ciberjornalismo, a prática de “empacotar um texto” é considerada o ressurgimento da antiga função do copydesk e está relacionada à produção de notícias. No caso de um site mantido por uma organização, tal prática diz respeito à:
 

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1709856 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Texto 1
Vaidade é uma qualidade sim!
Vaidade, segundo o dicionário Aurélio, é a "qualidade do que é vão, ilusório. Desejo imoderado de atrair admiração" e há muito tempo deixou de ser um atributo exclusivo de mulheres. Hoje crianças e homens também se preocupam muito com sua aparência exterior. Sem falar em adolescentes e jovens que sonham com uma carreira promissora no mundo da moda, na qual a vaidade é essencial.
Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos. Não ter vaidade nenhuma não é um bom sinal, pois a vaidade pode demonstrar o cuidado que temos conosco, nossa auto-estima.
O perigo acontece quando deixamos de investir em outros atributos e deixamos que o mundo exterior domine nossos padrões, estabeleça metas incompatíveis com nossa realidade ou inalcançáveis, nos tornando escravos de padrões externos, o que acaba por ocasionar diversas dificuldades ou mesmo patologias, tais como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade. O vaidoso excessivo não consegue lidar com uma aparência menos do que "perfeita". (...)
O segredo encontra-se no equilíbrio. Saber dosar o desejo de se cuidar com os exageros exigidos pela mídia, sociedade, enfim, o meio em que estamos inseridos; saber investir em outros pontos, como inteligência, personalidade, empatia, não deixando que o externo se torne mais importante que o nosso interior, para não se tornar alguém superficial, narcisista.
Sabe por quê? Porque tudo isso é muito vulnerável. As coisas que realmente ficam ao longo de nossa vida são nossa saúde física e emocional, nossos relacionamentos, nosso amor-próprio, o que só conseguimos ao buscar qualidade de vida. Isso é ser feliz!
Fonte: http://www.tvcv.com.br. Artigo escrito para Revista Mídia Regional. Acessado em 20 de maio de 2010.
Leia alguns fragmentos retirados da entrevista concedida por Ivo Pitanguy à Revista Istoé, para responder a questão.
Texto 3
“Nunca pensei em passar por uma plástica”
Aos 80 anos, um dos mais aclamados cirurgiões plásticos do mundo, Ivo Pitanguy fala a ISTOÉ.
ISTOÉ – O sr. já pensou em passar pelo bisturi?
Ivo Pitanguy – Nunca. O ser humano não tem obrigação de se operar. Quem convive bem com sua imagem, se tolera ou tem um ego condescendente não há por que fazer. Os menos satisfeitos são aqueles que se operaram por imposição de terceiros. Deve-se buscar o tratamento para o próprio bemestar, e este não é o meu caso. (...)
ISTOÉ – O sr. acha que existe um exagero na busca por cirurgias plásticas?
Pitanguy – Acho. Há uma procura muitas vezes desnecessária e cabe ao cirurgião sentir se a pessoa terá ou não benefício, em todas as classes sociais. Não há diferença entre as dondocas e as mulheres de baixa renda. Hoje está tudo muito democratizado, o que aumenta a importância de os cirurgiões serem bem treinados, capazes de julgar cada caso. Muitas vezes as pessoas esperam mais da cirurgia do que podemos dar. (...)
ISTOÉ – O sr. já disse a alguma paciente que ela não precisava de plástica?
Pitanguy – A toda hora. Às quartas-feiras recebo na Santa Casa doentes mais complexos, aqueles que estão bem e não se vêem bem. Isso se chama morfofobia, a fobia da própria forma. O plástico também tem de ser psicólogo. (...)
ISTOÉ – Os homens estão procurando mais a cirurgia plástica?
Pitanguy – A procura tem crescido bastante. Acho que, depois de a mulher ter entrado no mercado de trabalho, o homem passou a se permitir a própria fragilidade, a ter direito ao seu corpo. Agora a sociedade não condena mais que ele se cuide. (...)
ISTOÉ – Como o sr. chegou aos 80 anos com essa saúde, em plena atividade profissional?
Pitanguy – O que fiz a vida inteira foi dar a cada momento a sua importância total, vivê-lo com intensidade e procurar tirar dele o que podia ser mais construtivo. Um pouco de equilíbrio ajuda, assim como um pouco de loucura. O equilíbrio exagerado retira a percepção dos fatos e a vida é muito surrealista. (...)
Fonte: Revista IstoÉ, 19 de julho de 2006, pp. 7-9 [Fragmentos]. Texto adaptado.
Marque a opção que contém análise morfossintática CORRETA:
 

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1709815 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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As ações, no âmbito da classificação legal da Despesa Pública, são operações das quais resultam produtos (bens ou serviços), que contribuem para atender ao objetivo de um programa. Quanto à forma dos processos de implementação da ação, é CORRETO afirmar que:
 

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1709568 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.Mas é uma neurocientista falando.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
No que se refere ao trecho “Há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros.” , está INCORRETA a seguinte análise:
 

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1709520 Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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Qual a importância do não-repúdio para a segurança das informações?
 

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1709450 Ano: 2010
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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Na recuperação de uma área degradada, são importantes aspectos a considerar:
I- Isolamento da área.
II- Retirada dos fatores de degradação.
III- Produção de mudas a partir de sementes colhidas de plantas matrizes presentes em fragmentos florestais preservados o mais distante possível da área degradada.
IV- Correção do solo a partir de intervenções como aração, gradagem, subsolagem e adubação para melhoria de suas qualidades físicas e químicas.
No que se refere às afirmações apresentadas, é CORRETO afirmar que:
 

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1709422 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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Os controladores lógicos programáveis (CLPs) são sistemas eletrônicos digitais que utilizam microprocessadores e executam diversas operações predeterminadas com o objetivo de controlar os mais diversos tipos de máquinas e processos. Com base nisso, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1709173 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
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“Na educação escolar, portanto, não se trata apenas da existência de algo que pode ser ensinado, dito, revelado a alguém; a questão central é a atividade do sujeito sobre o objeto, o estabelecimento de relações na representação. O educando deve construi-lo (sic), pois só assim este passará a fazer parte dele; caso contrário é sempre algo que lhe ‘dizem’, que não se lhe incorpora, que não é assimilado”
(VASCONCELLOS, 2005, p. 98 – Grifos do autor).
VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. 17ed. São Paulo: Libertad, 2005.
No processo de construção do conhecimento, a ação pedagógica do educador procurará orientar o aluno sobre a forma de abordagem do objeto. Na relação pedagógica, o professor é um mediador, é um organizador do processo de ensino-aprendizagem.
Sobre a metodologia dialética de construção do conhecimento, pode-se afirmar, EXCETO:
 

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