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3268015 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG

TEXTO 1

LEVANTE A CABEÇA

E OLHE PARA A FRENTE.

É de pessoas com atitude que o Brasil precisa.

Leia e veja como este texto tem muito a ver com os dias de hoje.

Enunciado 3649984-1

A FÁBULA DO VENDEDOR DE CACHORROS-QUENTES.

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia Jornal. Preocupava-se apenas em produzir e vender bons cachorros-quentes. Prezava muito a qualidade do pão, da salsicha e do atendimento ao seu cliente.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.

Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou para casa. E falou ao pai:

– Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os Jornais? A situação é crítica, o país vai quebrar.

Depois de ouvir isso, o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais e vê TV. Deve estar com a razão”.

E com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Pra economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda que espalhava pela estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia seu produto em alta voz.

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai muito triste, falou para o filho:

– Você estava certo filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

Enunciado 3649984-2

TEXTO 2

O caldo-de-cana e a crise

Parece que a atual crise econômica tem mesmo proporções maiores do que as que presenciei nestes quarenta e tantos anos de profissão. Por força do ofício, leio mais jornais e revistas do que gostaria. E isso me afasta da leitura prazerosa dos livros empilhados sobre o criado-mudo, que visito à noite, antes de dormir. Lê-los é um ótimo remédio contra os infortúnios dos noticiários e da vida.

O último destes encontros, por sinal, foi com Ostra Feliz Não Faz Pérola, do amigo querido Rubem Alves. Imperdível. Nele li um texto que me lembrou de uma historinha que conheço há muito tempo. Tempos, talvez, de outra crise econômica “de proporções inéditas”. A história é a seguinte. Um pequeno sitiante resolveu melhorar seu orçamento vendendo caldo-de-cana na beira da estrada. O negócio prosperou, e ele foi incrementando seu modesto empreendimento. Colocou mesas e cadeiras à sombra de frondosas árvores, passou a fritar pastéis, ampliou a capacidade de atendimento, investiu em placas de sinalização, contratou funcionários.

O negócio ia muito bem até que o filho, que saíra da roça para estudar economia, foi visitá-lo. Percebendo a alienação do pai diante da crise que o país atravessava, deu-lhe uma tremenda bronca. Não era hora de investir, porque as bolsas, as montadoras, os bancos, os fundos de investimento…

Desenxavido, o pequeno comerciante deu razão ao filho. Afinal de contas, ele tinha estudado, lia jornais, era o orgulho da família. Tratou de tomar as providências que a crise exigia. Retirou as placas da estrada, dispensou os ajudantes, recolheu mesas e cadeiras e ficou esperando a tormenta passar. E não deu outra: os clientes não apareceram mais. O sitiante então concluiu que de fato havia uma baita crise no país.

A moral dessa história é um ditado popular: a chuva molha mais quem está parado do que quem está correndo.

Nós, por aqui, trataremos de apertar o passo.

ANDREATO, Elifas. O caldo de cana e a crise. In: ANDREATO, Elifas e ROCHA, João.

BRASIL: Almanaque de Cultura Popular. Rio de Janeiro: Ediouro, 2009, n. 118, fev. 2009, p.4.

A moral da história comum ao texto 1 e ao 2 é

 

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3268014 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG

TEXTO 1

LEVANTE A CABEÇA

E OLHE PARA A FRENTE.

É de pessoas com atitude que o Brasil precisa.

Leia e veja como este texto tem muito a ver com os dias de hoje.

Enunciado 3649983-1

A FÁBULA DO VENDEDOR DE CACHORROS-QUENTES.

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia Jornal. Preocupava-se apenas em produzir e vender bons cachorros-quentes. Prezava muito a qualidade do pão, da salsicha e do atendimento ao seu cliente.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.

Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou para casa. E falou ao pai:

– Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os Jornais? A situação é crítica, o país vai quebrar.

Depois de ouvir isso, o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais e vê TV. Deve estar com a razão”.

E com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Pra economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda que espalhava pela estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia seu produto em alta voz.

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai muito triste, falou para o filho:

– Você estava certo filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

Enunciado 3649983-2

TEXTO 2

O caldo-de-cana e a crise

Parece que a atual crise econômica tem mesmo proporções maiores do que as que presenciei nestes quarenta e tantos anos de profissão. Por força do ofício, leio mais jornais e revistas do que gostaria. E isso me afasta da leitura prazerosa dos livros empilhados sobre o criado-mudo, que visito à noite, antes de dormir. Lê-los é um ótimo remédio contra os infortúnios dos noticiários e da vida.

O último destes encontros, por sinal, foi com Ostra Feliz Não Faz Pérola, do amigo querido Rubem Alves. Imperdível. Nele li um texto que me lembrou de uma historinha que conheço há muito tempo. Tempos, talvez, de outra crise econômica “de proporções inéditas”. A história é a seguinte. Um pequeno sitiante resolveu melhorar seu orçamento vendendo caldo-de-cana na beira da estrada. O negócio prosperou, e ele foi incrementando seu modesto empreendimento. Colocou mesas e cadeiras à sombra de frondosas árvores, passou a fritar pastéis, ampliou a capacidade de atendimento, investiu em placas de sinalização, contratou funcionários.

O negócio ia muito bem até que o filho, que saíra da roça para estudar economia, foi visitá-lo. Percebendo a alienação do pai diante da crise que o país atravessava, deu-lhe uma tremenda bronca. Não era hora de investir, porque as bolsas, as montadoras, os bancos, os fundos de investimento…

Desenxavido, o pequeno comerciante deu razão ao filho. Afinal de contas, ele tinha estudado, lia jornais, era o orgulho da família. Tratou de tomar as providências que a crise exigia. Retirou as placas da estrada, dispensou os ajudantes, recolheu mesas e cadeiras e ficou esperando a tormenta passar. E não deu outra: os clientes não apareceram mais. O sitiante então concluiu que de fato havia uma baita crise no país.

A moral dessa história é um ditado popular: a chuva molha mais quem está parado do que quem está correndo.

Nós, por aqui, trataremos de apertar o passo.

ANDREATO, Elifas. O caldo de cana e a crise. In: ANDREATO, Elifas e ROCHA, João.

BRASIL: Almanaque de Cultura Popular. Rio de Janeiro: Ediouro, 2009, n. 118, fev. 2009, p.4.

Contribuíram para a falência dos comerciantes (o vendedor de cachorro-quente e o de caldo de cana), EXCETO:

 

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3268013 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG

TEXTO 1

LEVANTE A CABEÇA

E OLHE PARA A FRENTE.

É de pessoas com atitude que o Brasil precisa.

Leia e veja como este texto tem muito a ver com os dias de hoje.

Enunciado 3649982-1

A FÁBULA DO VENDEDOR DE CACHORROS-QUENTES.

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia Jornal. Preocupava-se apenas em produzir e vender bons cachorros-quentes. Prezava muito a qualidade do pão, da salsicha e do atendimento ao seu cliente.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.

Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou para casa. E falou ao pai:

– Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os Jornais? A situação é crítica, o país vai quebrar.

Depois de ouvir isso, o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais e vê TV. Deve estar com a razão”.

E com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Pra economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda que espalhava pela estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia seu produto em alta voz.

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai muito triste, falou para o filho:

– Você estava certo filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

Enunciado 3649982-2

TEXTO 2

O caldo-de-cana e a crise

Parece que a atual crise econômica tem mesmo proporções maiores do que as que presenciei nestes quarenta e tantos anos de profissão. Por força do ofício, leio mais jornais e revistas do que gostaria. E isso me afasta da leitura prazerosa dos livros empilhados sobre o criado-mudo, que visito à noite, antes de dormir. Lê-los é um ótimo remédio contra os infortúnios dos noticiários e da vida.

O último destes encontros, por sinal, foi com Ostra Feliz Não Faz Pérola, do amigo querido Rubem Alves. Imperdível. Nele li um texto que me lembrou de uma historinha que conheço há muito tempo. Tempos, talvez, de outra crise econômica “de proporções inéditas”. A história é a seguinte. Um pequeno sitiante resolveu melhorar seu orçamento vendendo caldo-de-cana na beira da estrada. O negócio prosperou, e ele foi incrementando seu modesto empreendimento. Colocou mesas e cadeiras à sombra de frondosas árvores, passou a fritar pastéis, ampliou a capacidade de atendimento, investiu em placas de sinalização, contratou funcionários.

O negócio ia muito bem até que o filho, que saíra da roça para estudar economia, foi visitá-lo. Percebendo a alienação do pai diante da crise que o país atravessava, deu-lhe uma tremenda bronca. Não era hora de investir, porque as bolsas, as montadoras, os bancos, os fundos de investimento…

Desenxavido, o pequeno comerciante deu razão ao filho. Afinal de contas, ele tinha estudado, lia jornais, era o orgulho da família. Tratou de tomar as providências que a crise exigia. Retirou as placas da estrada, dispensou os ajudantes, recolheu mesas e cadeiras e ficou esperando a tormenta passar. E não deu outra: os clientes não apareceram mais. O sitiante então concluiu que de fato havia uma baita crise no país.

A moral dessa história é um ditado popular: a chuva molha mais quem está parado do que quem está correndo.

Nós, por aqui, trataremos de apertar o passo.

ANDREATO, Elifas. O caldo de cana e a crise. In: ANDREATO, Elifas e ROCHA, João.

BRASIL: Almanaque de Cultura Popular. Rio de Janeiro: Ediouro, 2009, n. 118, fev. 2009, p.4.

Considerando os gêneros e as tipologias desses textos, verifica-se que

 

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3268012 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG

TEXTO 1

LEVANTE A CABEÇA

E OLHE PARA A FRENTE.

É de pessoas com atitude que o Brasil precisa.

Leia e veja como este texto tem muito a ver com os dias de hoje.

Enunciado 3649981-1

A FÁBULA DO VENDEDOR DE CACHORROS-QUENTES.

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia Jornal. Preocupava-se apenas em produzir e vender bons cachorros-quentes. Prezava muito a qualidade do pão, da salsicha e do atendimento ao seu cliente.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.

Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou para casa. E falou ao pai:

– Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os Jornais? A situação é crítica, o país vai quebrar.

Depois de ouvir isso, o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais e vê TV. Deve estar com a razão”.

E com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Pra economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda que espalhava pela estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia seu produto em alta voz.

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai muito triste, falou para o filho:

– Você estava certo filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

Enunciado 3649981-2

TEXTO 2

O caldo-de-cana e a crise

Parece que a atual crise econômica tem mesmo proporções maiores do que as que presenciei nestes quarenta e tantos anos de profissão. Por força do ofício, leio mais jornais e revistas do que gostaria. E isso me afasta da leitura prazerosa dos livros empilhados sobre o criado-mudo, que visito à noite, antes de dormir. Lê-los é um ótimo remédio contra os infortúnios dos noticiários e da vida.

O último destes encontros, por sinal, foi com Ostra Feliz Não Faz Pérola, do amigo querido Rubem Alves. Imperdível. Nele li um texto que me lembrou de uma historinha que conheço há muito tempo. Tempos, talvez, de outra crise econômica “de proporções inéditas”. A história é a seguinte. Um pequeno sitiante resolveu melhorar seu orçamento vendendo caldo-de-cana na beira da estrada. O negócio prosperou, e ele foi incrementando seu modesto empreendimento. Colocou mesas e cadeiras à sombra de frondosas árvores, passou a fritar pastéis, ampliou a capacidade de atendimento, investiu em placas de sinalização, contratou funcionários.

O negócio ia muito bem até que o filho, que saíra da roça para estudar economia, foi visitá-lo. Percebendo a alienação do pai diante da crise que o país atravessava, deu-lhe uma tremenda bronca. Não era hora de investir, porque as bolsas, as montadoras, os bancos, os fundos de investimento…

Desenxavido, o pequeno comerciante deu razão ao filho. Afinal de contas, ele tinha estudado, lia jornais, era o orgulho da família. Tratou de tomar as providências que a crise exigia. Retirou as placas da estrada, dispensou os ajudantes, recolheu mesas e cadeiras e ficou esperando a tormenta passar. E não deu outra: os clientes não apareceram mais. O sitiante então concluiu que de fato havia uma baita crise no país.

A moral dessa história é um ditado popular: a chuva molha mais quem está parado do que quem está correndo.

Nós, por aqui, trataremos de apertar o passo.

ANDREATO, Elifas. O caldo de cana e a crise. In: ANDREATO, Elifas e ROCHA, João.

BRASIL: Almanaque de Cultura Popular. Rio de Janeiro: Ediouro, 2009, n. 118, fev. 2009, p.4.

Nos textos 1 e 2,

I. estão presentes, respectivamente, a voz da agência, IDV, que tornou pública a história e a voz do narrador em primeira pessoa.

II. veicula-se a ideia de que é importante ter acesso a noticiários do rádio, da TV e dos jornais.

III. verifica-se que situação narrada está relacionada com o conhecido dito popular de que a propaganda é a alma do negócio.

IV. ilustra-se o fato de que, em tempos de crise, é importante que as pessoas tenham coragem para superar fases difíceis.

V. argumenta-se que um negócio pode continuar a prosperar, mesmo quando deixa de ser anunciado.

São CORRETAS as afirmativas

 

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3268011 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG
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A arquivologia adota a teoria das três idades ou fases pelas quais os documentos de uma instituição passam: fase corrente, fase intermediária e fase permanente.

Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I associando cada fase da tramitação do documento ao seu respectivo conceito.

COLUNA I

1. Arquivo permanente.

2. Destino final do documento.

3. Arquivo corrente.

4. Arquivo intermediário.

COLUNA II

( ) Constitui-se de documentos em curso que tramitam com muita frequência de um setor para outro.

( ) É constituído de documentos que deixaram de ser frequentemente consultados, mas que poderão vir a ser consultados no futuro.

( ) É aquele constituído de documentos que perderam todo valor de natureza administrativa e que se conservam em razão de seu valor histórico ou documental.

( ) Poderá ser eliminado quando o documento não tiver mais valor histórico ou guarda permanente quando o documento tiver valor histórico.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

 

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3268010 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG
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Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I fazendo a relação da modalidade com o seu respectivo conceito, conforme descrito por Martins e Zilbergnop (2010).

COLUNA I

1. Circular.

2. Aviso.

3. Edital.

4. Ordem de serviço.

COLUNA II

( ) É um instrumento de notificação pública que se afixa em local de acesso dos interessados ou se publica (integral ou resumidamente) num órgão de imprensa oficial ou particular.

( ) É o ato por meio do qual são expedidas determinações a serem executadas por órgãos subordinados ou por servidores dos mesmos.

( ) É o meio de correspondência pelo qual alguém se dirige, ao mesmo tempo, a várias repartições, entidades ou pessoas.

( ) É um tipo de correspondência cujas características são amplas e variadas, podendo ser uma comunicação direta ou indireta, unidirecional ou multidirecional, redigida em papel próprio e afixada em local público ou publicada, via imprensa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

 

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3268009 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG
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São múltiplos e variados os instrumentos de comunicação particular, oficial e empresarial, tais como ata, atestado, certidão, circular, comunicado, convite, convocação, edital, ofício, ordem de serviço, portaria, requerimento etc.

Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I fazendo a relação da modalidade com o seu respectivo conceito, conforme apresentado por Martins e Zilberknop (2010).

COLUNA I

1. Ata.

2. Atestado.

3. Portaria.

4. Ofício.

COLUNA II

( ) É uma correspondência externa usada principalmente pelos órgãos de governo e autarquias.

( ) É o ato por meio do qual uma autoridade estabelece normas administrativas, baixa instruções ou define situações funcionais.

( ) É o documento firmado por uma pessoa a favor da outra atestando a verdade a respeito de determinado fato.

( ) É o resumo escrito dos fatos e decisões de uma assembleia, sessão ou reunião para um determinado fim.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3268008 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG
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A correspondência é uma forma de comunicação escrita que se estabelece entre pessoas físicas ou jurídicas para tratar de assuntos de mútuo interesse. A correspondência classifica-se em particular, oficial e empresarial e exige certos requisitos.

Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I fazendo a relação da modalidade com seu respectivo conceito e requisitos.

COLUNA I

1. Correspondência oficial.

2. Correspondência particular.

3. Correspondência empresarial.

4. Requisitos.

COLUNA II

( ) É aquela por meio da qual as empresas se comunicam com pessoas físicas ou jurídicas tendo em vista as mais diversas finalidades.

( ) São exigências para qualquer modalidade de correspondência correção linguística, simplicidade, objetividade, clareza, concisão, elegância, coesão, coerência e cortesia.

( ) É aquela que se dá entre pessoas físicas, podendo ter ou não caráter de intimidade.

( ) É a que ocorre entre órgãos da administração direta e indireta do serviço público, civil ou militar, nos âmbitos municipal, estadual ou federal.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3268007 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG
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Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I associando CORRETAMENTE as partes do livro a seu conteúdo.

COLUNA I

1. Introdução.

2. Fontes bibliográficas.

3. Notas.

4. Texto.

COLUNA II

( ) Indicações bibliográficas, observações ou aditamentos ao texto, feitas pelo autor, tradutor ou editor.

( ) Parte do livro em que se expõe a matéria.

( ) Explicação dos objetivos do livro e do modo de tratar o assunto.

( ) Lista ordenada das referências bibliográficas das obras citadas, consultadas ou indicadas para leitura.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3268006 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUNDEP
Orgão: IFN-MG
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Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I associando CORRETAMENTE o tipo de acervo a seu conteúdo.

COLUNA I

1. Acervo geral.

2. Acervo de periódicos.

3. Memória institucional.

COLUNA II

( ) Revistas, boletins, jornais informativos etc.

( ) Livros, folhetos, teses e outros tipos de documentos que podem ser emprestados.

( ) Publicações oficiais produzidas pelos órgãos públicos, publicações produzidas por determinada instituição.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

 

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