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"D. Pedro li, quem explica? Monarca republicano, imperador cidadão, abolicionista num país escravocrata, intelectual num mar de analfabetos. Interprete-o a gosto."
"Legítimo descendente das mais nobres dinastias monárquicas europeias, D. Pedro li acreditava mesmo era no regime republicano. Imperador desde os cinco anos de idade, era fã da democracia. Abolicionista declarado, viu seu país ser o último a acabar com a escravidão nas Américas. À frente de uma nação com 80% de analfabetos, seria para sempre lembrado por sua dedicação à Educação. Conhecido como "rei filósofo", não nos legou qualquer produção intelectual ou artística própria."
(ALDÉ, Lorenzo . "D. Pedro li, quem explica? ... ln: Revista da Biblioteca Nacional, v.08, n.86, novembro de 2012).
As contradições íntimas de D. Pedro II são difíceis de interpretar. No entanto, a partir do contexto político brasileiro da época, a historiografia tem apontado que
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As cidades e suas configurações heterogêneas apresentam distintos padrões de edificações, habitações e espaços públicos. Sua formação e expansão, com o contínuo processo de substituição das superfícies naturais por materiais artificiais e lançamento de gases e material particulado na atmosfera, concorrem para a degradação ambiental e a mudança dos padrões climáticos locais. Dentre as modificações climáticas, principalmente nos grandes centros urbanos brasileiros, cita-se a variação diurna, sazonal e espacial das temperaturas dentro do próprio tecido citadino, com variações significativas entre as áreas centrais e periféricas das urbes.
O fenômeno destacado no enunciado refere-se ao(à)
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Um dado foi lançado 4 vezes. Sabendo que, no primeiro lançamento, deu um valor par como resultado, qual a probabilidade de terem saído mais números pares do que ímpares ao final dos 4 lançamentos?
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A globalização trouxe e traz mudanças em todas as dimensões e ações humanas. Nessa direção, a alimentação da necessidade de consumo modifica as relações sociais, uma vez que "o consumismo e competitividade levam ao emagrecimento moral e intelectual da pessoa, à redução da personalidade e da visão do mundo, convidando, também, a esquecer a oposição fundamental entre a figura do consumidor e a figura do cidadão".
(SANTOS, Milton. Por outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2001).
Acerca da globalização e suas relações mercadológicas, todas as assertivas descritas estão corretas, exceto:
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"A 'Era Vargas' constitui-se num conjunto de políticas públicas para o país e no ambicioso objetivo de alcançar certa autonomia política e econômica através de um desenvolvimento nacional independente. O modelo de desenvolvimento econômico adotado por Vargas em seu segundo governo continuou a se caracterizar por desenvolvimento industrial, nacionalismo, dirigismo estatal e aproximação com o capital estrangeiro. Baseava-se na concepção de que o desenvolvimento se faria com base na articulação de um tripé: empresa pública, empresa privada nacional e capital internacional."
(Disponível em: https://cpdoc.fgv. br/producao/dossies/A Era Vargas 2. Acesso em: 11 jul. 2019.)
Foram ações realizadas pelo governo, nesse período, em busca da concretização do objetivo principal, exceto:
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Uma paciente com calazar foi admitida no serviço hospitalar com distúrbios de coagulação, sangramento gengival, epistaxe, sangramento em quadrante superior da nádega esquerda, duas ulcerações na coxa esquerda, dispneia, icterícia e edema generalizado. Mesmo recebendo tratamento adequado, evoluiu ao óbito. Com relação ao calazar ou leishmaniose visceral,
julgue as alternativas.
julgue as alternativas.
I - A Leishmania donovani é a espécie responsável pelos casos de calazar em Teresina, Piauí.
II - O edema generalizado também é uma consequência da hipoalbuminemia e a hiperglobulinemia é resultado de um aumento significativo das gamma-globulinas, determinando o quadro de hipergamaglobulinemia.
III - Leucócitos abaixo de 1.500/mm3 e plaquetas abaixo de 50.000/mm3 são parâmetros laboratoriais observados em pacientes com calazar grave.
IV - O maior número de locais ou pontos ou sítios de sangramento apresentados pelo paciente é um indicativo de pior prognóstico.
V - A presença de infecção bacteriana não é considerada um indicativo de gravidade da doença, quando o paciente recebe tratamento adequado em ambiente hospitalar.
VI - A desnutrição não é um fator associado ao risco de contrair a infecção e ao desenvolvimento de doença grave.
VII - No cal azar, indivíduos de área endêmica, quando são infectados, sempre irão desenvolver a doença.
Assinale a alternativa correta.
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Considere a transformação linear T: R3 no R4 , tal que denotamos a dimensão por Dim, a imagem por lm e o núcleo por Ker. Se lm(T) = [(5 ,3,2,3) ,(14,9,8,9)), sobre a transformação T, é correto afirmar que
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Sobre peixes e linguagem
Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem - nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos durante quase dois milênios desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana. Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos detemos para refletir sobre isso, é que o caráter textual de toda manifestação da linguagem tenha sofrido esse soberano desprezo. E as consequências desse desprezo, para a educação, configuram a tragédia pedagógica que tão bem conhecemos: a redução do estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada. Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d'água. O texto é o
ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria? [ ... ]
(BAGNO, M. Sobre peixes e linguagem. ln: ANTUNES,
lrandé. Análise de texto: fundamentos e prática. São Paulo:
Parábola Editorial, 2010.)
Com base no texto acima, prefácio de autoria de Marcos Bagno do livro Análise de texto: fundamentos e prática, analise as afirmações e assinale a alternativa correta:
I - Não há acesso à realidade sem a mediação da linguagem.
II - A comunicação humana só se efetiva pela materialização da linguagem em textos.
III- A tradição escolar brasileira relega o ensino da língua a sua dimensão textual.
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"A nossa história, a memória da nossa história é anterior a 1500; anterior à chegada dos portugueses; anterior a essas fronteiras nacionais e regionais, a essa configuração que o Brasil tem. [ ... ] o pensamento indígena tem recursos para acessar a memória que não está escrita, uma memória que não está registrada e que esta memória é um conjunto de práticas, rituais, de práticas apoiadas na cosmovisão, apoiada na visão daquilo que é vulgarmente chamado de 'sagrado'. [ ... ] No meu caso, a minha memória está suportada em um conhecimento que antecede tudo o que está escrito sobre a nossa história Eu não desprezo o esforço dos historiadores, dos registros da História: eu os reconheço. Mas eu não dependo deles para conhecer a História ."
(KRENAK, Ailton. História indígena e o eterno retorno do encontro. ln: LIMA, Pablo (coord.). Fontes e reflexões para o ensino de história indígena e afro-brasileira: uma contribuição da área de História do PIBID/FaE/UFMG. Belo Horizonte: UFMG - Faculdade de Educação, 2012. Disponível em: http://www.fae.ufmg.br/labepeh/down/ livrofaepibid .pdf. Acesso em: jul. 2019).
Sobre o depoimento de Ailton Krenak, podese concluir corretamente que
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"É claro que a tecnologia não determina a sociedade. Nem a sociedade escreve o curso da transformação tecnológica, uma vez que muitos fatores, inclusive criatividade e iniciativa empreendedora, intervêm no processo de descoberta científica, inovação tecnológica e aplicações sociais, de forma que o resultado final depende de um complexo padrão interativo. Na verdade o dilema do determinismo tecnológico é, provavelmente, um problema infundado, dado que a tecnologia é a sociedade, e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas ferramentas tecnológicas".
(CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e
Terra , 1999).
Sobre as consequências das tecnologias na vida cotidiana, é correto afirmar, segundo o autor:
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