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Foram encontradas 340 questões.

1109982 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Compete ao município de São Gonçalo:

 

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1108137 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Os atos administrativos para os quais se impõe à Administração Pública o dever de motivá-los, no sentido de evidenciar a conformação de sua prática com as exigências e requisitos legais, que se constituem em pressupostos necessários para que se possa configurar a sua existência e validade, são denominados:
 

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1105505 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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O motivo é a situação de direito ou de fato que determina ou autoriza a realização dos atos administrativos. O motivo constitui-se em elemento integrante da perfeição do ato, que tanto pode vir expresso na lei, quanto pode ser deixado a critério do administrador público. Sob a ótica de sua existência e valoração, quando o motivo é deixado ao critério do administrador, ele constitui-se num elemento:
 

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1104633 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
RONDÓ DE MULHER SÓ
Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que está a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.
Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.
O homem é apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteúdo de amor. Não é por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, só, em meu quarto: o que me arrepia de temor é este amor invisível e brutal como um príncipe.
Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bêbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.
A uma mulher não se pergunta: que farás agora da tua liberdade? A nossa interrogação é uma só e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ácido? É terrível o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.
É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: são inúteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harém, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade Média, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas – e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas – fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparência sadia do biquíni, olhando a mecânica erótica de olhos abertos, instruída e elucidada. Pois não é na voluntariedade do sexo que está a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolável como loucura. O sexo é simples: é a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor é complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.
Aqui estou, só no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno é incompreensível. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, está a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalível. Só que a presa não é ele – o homem que se aproxima – mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vítima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. Caímos sempre em nossas armadilhas. Até as prostitutas falham nos seus propósitos, incapazes de impedir que o comércio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente líquidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contêm. O pior agora é que o vaso está a caminho e não sei se é taça de cristal, cântaro clássico, xícara singela, canecão de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chão. Os vasos têm muitas formas e andam todos eles à procura de uma bebida lendária.
Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nós) que o drama da mulher é ter de adaptar-se às teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurótica por todos os poros acaba no divã do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e não soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.
Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, há inúmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. Amatrona foi inventada de acordo com as ideias de propriedade dos romanos. Como a mulher de César deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de César passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocáveis, e as Beatrizes castas e intocáveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespiráveis alfarrábios. O romancista do século passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.
Os tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretárias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima – seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.
Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós – não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino – o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpática, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista. Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?
(CAMPOS, P. Mendes. “O amor acaba: crônicas líricas e existenciais”. 2ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 63-65.)
Das alterações feitas abaixo na redação do trecho “um homem cujo rosto e cuja voz desconheço” (parágrafo 1), aquela em que está INCORRETO o emprego do pronome relativo, de acordo com as normas da língua culta, é:
 

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1104572 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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De acordo com o CPC 03, no contexto das Demonstrações Financeiras, as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa são denominadas:
 

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1104497 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Dada a tabela de distribuição de frequência abaixo, referente à estatura de pessoas em uma equipe de basquete(em cm):

Estaturas

(cm)

Frequência

Absoluta

150 !$ \dashv !$ 160 1
160 !$ \dashv !$ 170 1
170 !$ \dashv !$ 180 3
180 !$ \dashv !$ 190 2
190 !$ \dashv !$ 200 5
Total 12

A amplitude total da distribuição, em cm, é:

 

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1104491 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UFF
Orgão: IPASG

Em uma caixa existem cartões idênticos, numerados de 1 a 80. Sorteando-se um desses cartões, a probabilidade de obtermos um número que seja múltiplo de 11 ou múltiplo de 7, é:

 

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1104490 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Rodolfo, servidor público estável, foi condenado por crime de peculato porque furtara um computador da repartição em que trabalhava. Transitada em julgado a sentença condenatória, o servidor foi conduzido ao cárcere e ainda perdeu seu cargo público efetivo. Considerando a narrativa acima, bem como as normas constitucionais atuais, pode-se afirmar que:

 

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1102660 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Existem atos administrativos que resultam da conjugação de vontades de mais de um órgão administrativo, enquanto outros, apesar de resultarem da vontade única de um órgão, dependem da verificação por parte de outro, para se tornarem exequíveis. Na sequência apresentada temos, respectivamente, atos administrativos:
 

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1102494 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
QUE TAL REFLETIR RAPIDINHO?
1 Certa manhã, minha mãe, muito sábia, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
2 Ela sentou numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
3 – Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
4 Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
5 – Estou ouvindo um barulho de carroça.
6 – Isso mesmo, é uma carroça vazia...
7 – Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
8 – Ora, é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
9 Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz da minha mãe dizendo:
10 “Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz.”
(Narrativa popular, autor desconhecido.)
A característica da mãe do menino mencionada no texto é a:
 

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