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Texto 2
O Dia Nacional do Braille, sistema de leitura com o tato para cegos, inventado pelo francês Louis Braille, foi comemorado em 8 de abril. Trata-se de um sistema em pontos relevo para o deficiente visual ler textos variados. A disposição desses pontos distinguem os caracteres uns dos outros, já que os alfabetos Braile, que são transcrições da escrita impressa, variam de língua para língua.
Os primeiros atendimentos formais para deficientes visuais no Brasil se deram no ano de 1854, no Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant, fundado na cidade do Rio de Janeiro por iniciativa do governo imperial.
Os cegos são 3,5% da população brasileira. Muitos se formaram e constituíram família. Há deficientes visuais doutores, professores e formados em Psicologia. Será que a educação para o cego, em um espaço específico, um instituto, para tais, os tornou pessoas difíceis de se conviver ou de trabalhar? Não, pelo contrário! É de extrema importância este centro de referência. Além de manter a escola, o instituto capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em geral e oferece reabilitação física. Ou seja, forma sujeitos para a vida social e autônoma.
Escutei de uma deficiente visual uma vez que "eles" são abordados na rua por pessoas que querem ajudá-los de qualquer jeito e eles sentem-se constrangidos por vezes, porque percebem-se capazes de fazer algo sozinho. Fiquei perplexa ao ouvir e respondi em alto e bom som: Isso é gentileza! Está errado?
Ela me respondeu que não era para interpretar dessa forma! Hoje, diante da minha demanda de trabalho na inclusão e da diversidade na vida me pergunto: será então que, se minhas crianças especiais recebessem esse mesmo tratamento durante sua vida escolar e assim fossem inseridas na vida social para se tornarem laborais, não teriam uma vida melhor? E respondendo as duas questões anteriores, me pego refletindo que ela tinha razão!
Se os outros não percebem o deficiente visual como ser atuante, não deixarão de auxiliá-lo sempre, tentar dar a mão! Obviamente lembrando que não devemos deixar de lado as gentilezas, mas, se uma pessoa consegue reconhecer no outro a capacidade de ser autônoma, deixará de tratá-lo como pobrezinho e o tratará para a liberdade. Uma salva de palmas para a educação de cegos no Brasil, que através do Braille vem alfabetizando e trazendo para pessoas com deficiência visual o mundo não visível ao alcance das mãos e da mente!
Michele Joia. Disponível em: https://odia.ig.com.br/ acessado em 16 de abril de 2019.
No último parágrafo do texto 2, sobre o termo “pobrezinho”, pode-se afirmar que:
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Texto 2
O Dia Nacional do Braille, sistema de leitura com o tato para cegos, inventado pelo francês Louis Braille, foi comemorado em 8 de abril. Trata-se de um sistema em pontos relevo para o deficiente visual ler textos variados. A disposição desses pontos distinguem os caracteres uns dos outros, já que os alfabetos Braile, que são transcrições da escrita impressa, variam de língua para língua.
Os primeiros atendimentos formais para deficientes visuais no Brasil se deram no ano de 1854, no Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant, fundado na cidade do Rio de Janeiro por iniciativa do governo imperial.
Os cegos são 3,5% da população brasileira. Muitos se formaram e constituíram família. Há deficientes visuais doutores, professores e formados em Psicologia. Será que a educação para o cego, em um espaço específico, um instituto, para tais, os tornou pessoas difíceis de se conviver ou de trabalhar? Não, pelo contrário! É de extrema importância este centro de referência. Além de manter a escola, o instituto capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em geral e oferece reabilitação física. Ou seja, forma sujeitos para a vida social e autônoma.
Escutei de uma deficiente visual uma vez que "eles" são abordados na rua por pessoas que querem ajudá-los de qualquer jeito e eles sentem-se constrangidos por vezes, porque percebem-se capazes de fazer algo sozinho. Fiquei perplexa ao ouvir e respondi em alto e bom som: Isso é gentileza! Está errado?
Ela me respondeu que não era para interpretar dessa forma! Hoje, diante da minha demanda de trabalho na inclusão e da diversidade na vida me pergunto: será então que, se minhas crianças especiais recebessem esse mesmo tratamento durante sua vida escolar e assim fossem inseridas na vida social para se tornarem laborais, não teriam uma vida melhor? E respondendo as duas questões anteriores, me pego refletindo que ela tinha razão!
Se os outros não percebem o deficiente visual como ser atuante, não deixarão de auxiliá-lo sempre, tentar dar a mão! Obviamente lembrando que não devemos deixar de lado as gentilezas, mas, se uma pessoa consegue reconhecer no outro a capacidade de ser autônoma, deixará de tratá-lo como pobrezinho e o tratará para a liberdade. Uma salva de palmas para a educação de cegos no Brasil, que através do Braille vem alfabetizando e trazendo para pessoas com deficiência visual o mundo não visível ao alcance das mãos e da mente!
Michele Joia. Disponível em: https://odia.ig.com.br/ acessado em 16 de abril de 2019.
A partir da leitura do texto 2, julgue as assertivas:
I. Infere-se da leitura do texto o posicionamento do autor que é contrário ao protecionismo estabelecido desde a época imperial, uma vez que o deficiente visual é um cidadão plenamente capaz de prescindir de qualquer ajuda.
II. Numa sociedade que se preocupa constantemente com a inclusão, é desnecessária a existência de estabelecimentos como o Instituto Benjamim Constant, uma vez que é preciso incluir esses cidadãos em nossa sociedade e garantir-lhes direitos igualitários aos demais, conforme defende a autora.
III. Segundo o texto, os deficientes não recebem o devido apoio da sociedade por não serem percebidos
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Texto 2
O Dia Nacional do Braille, sistema de leitura com o tato para cegos, inventado pelo francês Louis Braille, foi comemorado em 8 de abril. Trata-se de um sistema em pontos relevo para o deficiente visual ler textos variados. A disposição desses pontos distinguem os caracteres uns dos outrosI, já que os alfabetos Braile, que são transcrições da escrita impressaII, variam de língua para língua.
Os primeiros atendimentos formais para deficientes visuais no Brasil se deram no ano de 1854, no Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant, fundado na cidade do Rio de Janeiro por iniciativa do governo imperial.
Os cegos são 3,5% da população brasileira. Muitos se formaram e constituíram família. Há deficientes visuais doutores, professores e formados em Psicologia. Será que a educação para o cego, em um espaço específico, um instituto, para tais, os tornou pessoas difíceis de se conviver ou de trabalhar? Não, pelo contrário! É de extrema importância este centro de referência. Além de manter a escola, o instituto capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em geral e oferece reabilitação física. Ou seja, forma sujeitos para a vida social e autônoma.
Escutei de uma deficiente visual uma vez que "eles" são abordados na rua por pessoas que querem ajudá-los de qualquer jeito e eles sentem-se constrangidos por vezes, porque percebem-se capazes de fazer algo sozinho. Fiquei perplexa ao ouvir e respondi em alto e bom som: Isso é gentileza!III Está errado?
Ela me respondeu que não era para interpretar dessa forma! Hoje, diante da minha demanda de trabalho na inclusão e da diversidade na vida me pergunto: será então que, se minhas crianças especiais recebessem esse mesmo tratamento durante sua vida escolar e assim fossem inseridas na vida social para se tornarem laborais, não teriam uma vida melhor? E respondendo as duas questões anteriores, me pego refletindo que ela tinha razão!
Se os outros não percebem o deficiente visual como ser atuante, não deixarão de auxiliá-lo sempre, tentar dar a mão! Obviamente lembrando que não devemos deixar de lado as gentilezas, mas, se uma pessoa consegue reconhecer no outro a capacidade de ser autônoma, deixará de tratá-lo como pobrezinho e o tratará para a liberdade. Uma salva de palmas para a educação de cegos no Brasil, que através do Braille vem alfabetizando e trazendo para pessoas com deficiência visual o mundo não visível ao alcance das mãos e da mente!
Michele Joia. Disponível em: https://odia.ig.com.br/ acessado em 16 de abril de 2019.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue os itens seguintes:
I. “uns dos outros” é um recurso coesivo, utilizado para retomar uma ideia anteriormente citada no texto, “a disposição dos pontos”.
II. No primeiro parágrafo, a oração “que são transcrições da escrita impressa” tem valor semântico explicativo e poderia ser suprimido do período sem prejuízo gramatical.
III. Em: “Isso é gentileza!”, o termo remete ao constrangimento de serem abordados para receber benefício.
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Texto 1
Vim a Comala porque me disseram que aqui vivia meu pai, um tal de Pedro Páramo.
Minha mãe me disse. E eu prometi que viria vê-lo assim que ela morresse. Apertei suas mãos em sinal de que faria isso; pois ela estava morrendo, e eu decidido a prometer tudo. “Não deixe de ir visitá-lo”, recomendou ela. “O nome dele é assim e assado. Tenho certeza que ele vai gostar de conhecer você.” Então não tive outro jeito a não ser dizer a ela que faria isso, e de tanto dizer continuei dizendo mesmo depois que minhas mãos tiveram trabalho para se safarem de suas mãos mortas.
Antes ainda, ela tinha me dito:
— Não peça nada a ele. Exige o que é nosso. O que ele tinha de ter me dado e não me deu nunca... O esquecimento em que nos deixou, filho, você deve cobrar caro.
— Vou fazer isso, mãe.
Mas não pensei em cumprir minha promessa. Até que agora comecei a me encher de sonhos e a soltar as ilusões. E assim foi se formando em mim um mundo ao redor da esperança que era aquele senhor chamado Pedro Páramo, o marido da minha mãe. Por isso vim a Comala.
RULFO, Juan. Pedro Páramo. Tradução e prefácio de Eric Nepomuceno. Rio de Janeiro: BestBolso, 2008. (adaptado).
Leia atentamente as assertivas abaixo:
I. Assisti àquele filme três vezes.
II. Fiz um apelo à minha chefe.
III. Obedeci àquele juramento até o fim.
IV. Vou até à praia todos os domingos.
Assinale a alternativa correta, tendo em vista as regras de uso do sinal indicativo de crase:
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Texto 1
Vim a Comala porque me disseram que aqui vivia meu pai, um tal de Pedro Páramo.
Minha mãe me disse. E eu prometi que viria vê-lo assim que ela morresse. Apertei suas mãos em sinal de que faria isso; pois ela estava morrendo, e eu decidido a prometer tudo. “Não deixe de ir visitá-lo”, recomendou ela. “O nome dele é assim e assado. Tenho certeza que ele vai gostar de conhecer você.” Então não tive outro jeito a não ser dizer a ela que faria isso, e de tanto dizer continuei dizendo mesmo depois que minhas mãos tiveram trabalho para se safarem de suas mãos mortas.
Antes ainda, ela tinha me dito:
— Não peça nada a ele. Exige o que é nosso. O que ele tinha de ter me dado e não me deu nunca... O esquecimento em que nos deixou, filho, você deve cobrar caro.
— Vou fazer isso, mãe.
Mas não pensei em cumprir minha promessa. Até que agora comecei a me encher de sonhos e a soltar as ilusões. E assim foi se formando em mim um mundo ao redor da esperança que era aquele senhor chamado Pedro Páramo, o marido da minha mãe. Por isso vim a Comala.
RULFO, Juan. Pedro Páramo. Tradução e prefácio de Eric Nepomuceno. Rio de Janeiro: BestBolso, 2008. (adaptado).
Seriam preservados o sentido original do texto e a correção gramatical, se o termo safarem fosse substituído por:
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Texto 1
Vim a Comala porque me disseram que aqui vivia meu pai, um tal de Pedro Páramo.
Minha mãe me disse. E eu prometi que viria vê-lo assim que ela morresse. Apertei suas mãos em sinal de que faria isso; pois ela estava morrendo, e eu decidido a prometer tudo. “Não deixe de ir visitá-lo”, recomendou ela. “O nome dele é assim e assado. Tenho certeza que ele vai gostar de conhecer você.” Então não tive outro jeito a não ser dizer a ela que faria isso, e de tanto dizer continuei dizendo mesmo depois que minhas mãos tiveram trabalho para se safarem de suas mãos mortas.
Antes ainda, ela tinha me dito:
— Não peça nada a ele. Exige o que é nosso. O que ele tinha de ter me dado e não me deu nunca... O esquecimento em que nos deixou, filho, você deve cobrar caro.
— Vou fazer isso, mãe.
Mas não pensei em cumprir minha promessa. Até que agora comecei a me encher de sonhos e a soltar as ilusões. E assim foi se formando em mim um mundo ao redor da esperança que era aquele senhor chamado Pedro Páramo, o marido da minha mãe. Por isso vim a Comala.
RULFO, Juan. Pedro Páramo. Tradução e prefácio de Eric Nepomuceno. Rio de Janeiro: BestBolso, 2008. (adaptado).
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue os itens seguintes:
I. A busca do filho pelo pai que não conheceu, motivada por uma promessa feita à mãe que morria, é a premissa que envolve a narrativa de Pedro Páramo.
II. Ao pai nada deveria pedir, mas sim exigir o que lhe era devido por direito; após tantos anos, a mãe desejava que o filho retribuísse ao pai o mesmo esquecimento na qual fora deixada.
III. No trecho: dizer a ela que faria isso (l.8), o pronome demonstrativo remete à oração anterior. .
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Em uma epidemia por um agente infeccioso, a velocidade de crescimento e o tempo para o pico da curva epidêmica depende da (o):
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Metrópole
Orgão: IPREV Maceió-AL
Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos dos Servidores Públicos de Maceió, podem ser pagas ao servidor algumas indenizações, tais como:
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De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Maceió, reversão caracteriza-se como:
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A intoxicação crônica por causa a doença chamada Saturnismo ou plumbismo. Assinale a alternativa que se enquadra corretamente.:
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