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Entende-se por Estatística Inferencial o ramo da Estatística
que busca conclusões acerca de uma população com base
em dados de amostragem. A respeito de amostragem estatística nos trabalhos de auditoria, assinale a afirmativa correta.
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A NR-18 estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que visam à implementação de
medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos
processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na
indústria da construção. De acordo com a NR-18, analise as
afirmativas a seguir.
I. Os canteiros de obras devem estar protegidos por Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), projetado, construído e mantido conforme normas técnicas nacionais vigentes.
II. A organização da obra deve fazer a Comunicação Prévia de Obras em sistema informatizado da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), antes do início das atividades, de acordo com a legislação vigente.
III. As empresas contratadas devem fornecer ao contratante o inventário de riscos ocupacionais específicos de suas atividades, o qual deve ser contemplado no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) do canteiro de obras.
IV. Em canteiros de obras com até dez metros de altura e com, no máximo, vinte trabalhadores, o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) pode ser elaborado e implementado por profissional qualificado em segurança do trabalho.
V. As escavações com profundidade superior a um metro e cinquenta centímetros devem ser protegidas com taludes ou escoramentos definidos em projeto elaborado por profissional legalmente habilitado e devem dispor de escadas ou rampas colocadas próximas aos postos de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Os canteiros de obras devem estar protegidos por Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), projetado, construído e mantido conforme normas técnicas nacionais vigentes.
II. A organização da obra deve fazer a Comunicação Prévia de Obras em sistema informatizado da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), antes do início das atividades, de acordo com a legislação vigente.
III. As empresas contratadas devem fornecer ao contratante o inventário de riscos ocupacionais específicos de suas atividades, o qual deve ser contemplado no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) do canteiro de obras.
IV. Em canteiros de obras com até dez metros de altura e com, no máximo, vinte trabalhadores, o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) pode ser elaborado e implementado por profissional qualificado em segurança do trabalho.
V. As escavações com profundidade superior a um metro e cinquenta centímetros devem ser protegidas com taludes ou escoramentos definidos em projeto elaborado por profissional legalmente habilitado e devem dispor de escadas ou rampas colocadas próximas aos postos de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores.
Está correto o que se afirma apenas em
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Das diversas opiniões que a literatura nos apresenta sobre o
que é uma auditoria ambiental, pode-se concluir de forma resumida que trata-se de uma ferramenta de controle destinada
a fazer uma análise preliminar em toda a organização, a fim de
destacar as áreas que necessitarão de uma revisão mais detalhada, através de um programa estruturado e sistemático,
objetivando averiguar se o Sistema de Gestão Ambiental (SGA)
está condizente com a política ambiental da empresa e com a
legislação em vigor. Existem diferentes formas de auditorias
ambientais, que são definidas em função dos diversos objetivos a que elas se propõem. Sobre as quatro classes de auditorias, analise as afirmativas a seguir.
I. É feita uma avaliação dos riscos ambientais reais ou potenciais de uma fábrica ou de um processo industrial específico.
II. É feita uma avaliação da situação ambiental de uma determinada fábrica ou organização em relação ao cumprimento da legislação vigente.
III. É uma ferramenta de gestão, compreendendo uma avaliação sistemática, documentada, periódica e objetiva sobre como os equipamentos, gestão e organização ambiental estão desempenhando o objetivo de ajudar a proteger o meio ambiente.
IV. É realizada uma avaliação dos impactos ambientais no ar, água, solo e comunidade de uma determinada unidade industrial ou de um determinado processo com o objetivo de fornecer subsídios para ações de controle da poluição, visando à minimização desses impactos.
Referem-se, respectivamente, às auditorias da legislação ambiental e de sistema de gestão:
I. É feita uma avaliação dos riscos ambientais reais ou potenciais de uma fábrica ou de um processo industrial específico.
II. É feita uma avaliação da situação ambiental de uma determinada fábrica ou organização em relação ao cumprimento da legislação vigente.
III. É uma ferramenta de gestão, compreendendo uma avaliação sistemática, documentada, periódica e objetiva sobre como os equipamentos, gestão e organização ambiental estão desempenhando o objetivo de ajudar a proteger o meio ambiente.
IV. É realizada uma avaliação dos impactos ambientais no ar, água, solo e comunidade de uma determinada unidade industrial ou de um determinado processo com o objetivo de fornecer subsídios para ações de controle da poluição, visando à minimização desses impactos.
Referem-se, respectivamente, às auditorias da legislação ambiental e de sistema de gestão:
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Os acidentes com produtos perigosos podem causar danos à
saúde e ao ambiente e as dificuldades em se avaliar os impactos e estimar os custos refletem diretamente na capacidade de
formulação de políticas públicas de controle e prevenção amplas
e efetivas. Um caminhão que transporta produtos perigosos recebe uma atenção especial dentro da cadeia de fornecimento
e transportes, devido ao elevado risco para os envolvidos e
para o meio ambiente. Dessa forma, para transportar esse tipo
de carga são exigidos alguns cuidados, a fim de evitar qualquer
imprevisto que possa causar acidentes durante o trajeto. Sobre
o Decreto nº 5.098/2004 são diretrizes estratégicas do P2R2,
EXCETO:
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Davos – Tecnologia e cooperação em um mundo
fragmentado
Efeitos da pandemia, casos de depressão, rastros da pandemia global de Covid, a escuridão da guerra, numa era de
transformações tecnológicas e desafios sociais e ambientais,
criam riscos que só serão superados com a união global. Surgem oportunidades em meio ao nevoeiro e a descoberta do
ponto cego é questão de sobrevivência.
A atual década está sendo particularmente desafiadora
na história mundial. Uma das apostas é que a inteligência artificial poderá auxiliar na previsão de respostas e trazer sugestões para minimizar a crise global.
A inteligência artificial poderá criar valores?
A busca da verdade, a autorrealização, é uma busca individual e, portanto, impossível de ser introduzida em um projeto de engenharia de inteligência artificial para satisfação em
massa de necessidades humanas.
A crise pandêmica, acoplada com a guerra na Europa, resulta em uma confluência de vulnerabilidades socioeconômicas e tensões geopolíticas tornam tudo diferente. Nesse cenário, ainda na fase de preparação para a cúpula anual de Davos,
o Fórum Econômico Mundial mobilizou mais de 1.200 analistas de risco e especialistas da academia, cientistas de dados,
renomados professores, homens de negócios, governos e sociedade civil para avaliar, em seu Relatório de Riscos Globais,
as atuais crises e os desafios a curto e médio prazos.
Em plena turbulência, o mundo parece estar no modo
“automático”, ou no modo “incerteza” com ponto fulcral no
custo de vida, na polarização política e social, na luta pelo fornecimento de energia e comida, e nas oportunidades trazidas
pela nova onda digital esbarrando na espionagem internacional, empresarial e confrontos geopolíticos. As ondas da crise
global tomaram um vulto inesperado e atingiram jovens de
uma era de transformações aceleradas. A educação, pesquisa,
reciclagem para os jovens ou para os “dinossauros” são os
maiores desafios de curto e médio prazo, para aprender à (1)
lidar com as mudanças [...]. Não existe sorte, mas esforço e
determinação. [...]
Adversidades que pareciam controladas nesta geração –
como dúvidas de mercado, investimentos, educação, crise do
custo de vida, guerras comerciais, agitação e divisão social generalizada, riscos de novas pandemias e até uma guerra química, tecnológica e nuclear – voltaram à (2) cena. Os riscos são
maximizados por (3) desdobramentos relativamente novos,
como níveis insustentáveis de dívida, uma nova era de baixo
crescimento, baixo investimento e desglobalização, queda no
(4) desenvolvimento humano após décadas de progresso e a
pressão das mudanças climáticas. A Europa lutou décadas,
primeiro por integração, comunicação e posteriormente pela
otimização de linguagem tecnológica e legislação comum. [...]
As emissões de carbono se acentuaram na pandemia
com a venda acelerada de suprimentos de tecnologia, à medida que a economia global pós-pandêmica voltou a crescer,
as perspectivas não são boas. Comida e energia tornaram-se
arsenais com a guerra na Ucrânia, impulsionando a inflação a
(5) níveis sem precedentes em décadas, globalizando a crise
do custo de vida e abastecendo a ansiedade social. Segundo
a OMS, a prevalência de depressão na rede de atenção primária de saúde é 10,4%, isoladamente ou associada a um transtorno físico. De acordo com a OMS, a depressão situa-se em 4º
lugar entre as principais causas de ônus, respondendo por
4,4% dos ônus acarretados por todas as doenças durante a
vida. [...]
São cerca de 28,2 milhões de brasileiros de 10 anos ou
mais de idade que não usavam a internet (3,6 milhões deles
estudantes) no ano passado, com os excluídos digitais representando 15,3% da população nessa faixa etária.
Este último ponto é decisivo para alicerçar os demais.
Não à toa, o tema da cúpula deste ano é “Cooperação em
um Mundo Fragmentado”.
Em uma era de choques concorrentes, cresce a importância da cooperação em níveis setoriais, bilaterais e regionais – por exemplo, no compartilhamento de dados ou financiamentos coordenados. Ainda mais urgente é resistir à
tendência das nações de se fecharem.
(SANTOS, Coriolano Aurélio de Almeida Camargo. Disponível em:
https://www.migalhas.com.br/coluna/direito-digital/380327/davos--
tecnologia-e-cooperacao-em-um-mundo-fragmentado. Em:
20/01/2023. Adaptado.)
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As figuras de retórica têm função de redefinir uma informação, criando efeitos novos para chamar a atenção. São formas de expressão que permitem quebrar a própria significação de um campo de palavras. Duas figuras de retórica
destacam-se na publicidade: a metáfora e a metonímia. Sobre
metonímia, assinale a afirmativa correta.
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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Texto II para responder à questão.
A vida é um eterno amanhã
As traduções são muito mais complexas do que se imagina.
Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de
gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isto dá para ser
resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas
vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre
palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes.
Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem
hesitação que apalavra portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”.
Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que,
quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que,se o Grande Duden fosse
brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela
e outras, que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”,
“vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”,
“no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”,
“vamos mudar de assunto”, etc. e, em casos excepcionalíssimos,
“amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para
distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro,
quando ele responde, com a habitual cordialidade nonchalante,
que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis,
mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs”
casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para
grande espanto de seus amigos brasileiros – esses alemães são
uns loucos, é o que qualquer um dirá.
(João Ubaldo Ribeiro. Disponível em: https://www.academia.org.br/
academicos/joao-ubaldo-ribeiro/textos-escolhidos. Fragmento.)
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