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1011681
Ano: 2006
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
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A medida de internação prevista no Estatuto da Criança e do
Adolescente não comporta prazo determinado e em nenhuma
hipótese o período máximo de internação poderá exceder a
três anos.
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Julgue os itens a seguir, relativos a prisão temporária, prisão em
flagrante, prisão preventiva e provas periciais.
De regra, os crimes culposos e as contravenções penais não
admitem prisão preventiva, mesmo que a conduta delituosa
resulte em afetação da ordem pública em razão da grave
repercussão alcançada pelo fato.Provas
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Julgue os itens a seguir, relativos a prisão temporária, prisão em
flagrante, prisão preventiva e provas periciais.
Considere-se que Manoel, com 24 anos de idade, tenha
desferido vários tiros em Diana e, após ter saído da casa
desta com a arma na mão, tenha sido perseguido e detido por
vizinhos, nas proximidades do local. Nessa situação, ainda
que Manoel tenha sido apresentado à polícia, a autoridade
policial competente não poderá lavrar o auto de prisão em
flagrante, pois o autor do crime não foi encontrado
cometendo o delito, única circunstância que autoriza a prisão
cautelar.Provas
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Julgue os itens a seguir, relativos a prisão temporária, prisão em
flagrante, prisão preventiva e provas periciais.
Nos casos de crimes hediondos, tráfico ilícito de
entorpecentes e drogas afins, prática de tortura e terrorismo,
o prazo máximo da prisão temporária é de 30 dias,
prorrogável por igual período; nos demais crimes em que
esse tipo de prisão é cabível, o prazo é de 15 dias,
prorrogável por igual período.Provas
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Considere a seguinte situação hipotética.
O juiz de direito de determinada comarca toma ciência, por intermédio de uma denúncia anônima, de um delito de furto ocorrido dias antes. Diante disso, requisita à autoridade policial competente a instauração de inquérito policial, visando à apuração do fato.
Nessa situação, a autoridade policial poderá refutar a instauração do feito, visto que a requisição judicial não pode lastrear-se em denúncia anônima.
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A finalidade precípua do inquérito policial é a investigação
do crime e a descoberta de seu autor, com o fito de fornecer
elementos para que o titular da ação penal a promova em
juízo, seja este o Ministério Público, no caso da ação pública
incondicionada e condicionada, seja o particular, no caso da
ação penal privada.
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Quando se perceber nítido abuso da autoridade policial na
instauração de um inquérito policial, ou a condução das
investigações na direção de determinada pessoa sem a menor
base de prova, é cabível, por via de habeas corpus, o
trancamento da atividade persecutória do Estado.
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Conforme o entendimento jurisprudencial dominante, no
caso do furto qualificado pelo rompimento de obstáculo à
subtração da coisa, é imprescindível o exame pericial para a
sua constatação; a falta de perícia, nesse caso, implica a
rejeição da qualificadora ou a desclassificação para o furto
simples.
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De acordo com as novas regras processuais penais, é
obrigatória a presença de defensor para o indiciado durante
o interrogatório feito na fase policial, cabendo ao defensor
o direito de interferência, a fim de que sejam garantidos ao
indiciado a ampla defesa e o contraditório ainda na fase
inquisitiva.
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Em cada um dos itens a seguir, é apresentada uma situação
hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada, no que se
refere aos crimes contra o patrimônio e aos definidos em
legislação especial.
Augusto, com 24 anos de idade, mediante violência física e
maus-tratos, impôs a Júlio, homossexual notoriamente
conhecido, intenso e cruel sofrimento físico e mental, em
razão do preconceito e da intolerância de Augusto pela
opção sexual da vítima. Nessa situação, Augusto praticou
crime de tortura discriminatória, conforme definido na
legislação específica.Provas
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