Magna Concursos

Foram encontradas 250 questões.

317198 Ano: 2000
Disciplina: Direito Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

24- LG, ML e WL, sócios-gerentes da empresa LMW Com. e Representações Ltda., deixaram de pagar tributos estadual e federal nos exercícios de 1987 a 1999, fraudando as administrações fazendárias estadual e federal por omissão de operações tributáveis em seus livros e documentos fiscais. A empresa foi autuada e notificada administrativamente, ofertando defesa regularmente. O Ministério Público estadual tomou ciência dos fatos por meio de peças informativas e, antes do término dos procedimentos administrativos-fiscais, ofertou denúncia contra LG, ML e WL por sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, este último crime pelo fato de os denunciados, nos exercícios de 1998 e 1999, terem adquirido vários imóveis com o dinheiro que deixaram de recolher aos erários estadual e federal. A empresa LMW impetrou habeas corpus em favor dos seus representantes legais (sócios), visando ao trancamento da ação penal. Diante dessa situação hipotética, julgue os itens abaixo.

Sabendo que a lei fiscal em vigor em 1987 era a Lei n.º 4.729/65 (derrogada) e que, a partir de 1990, foi instituída nova lei (Lei n.º 8.137/90), então, como as condutas ilícitas – sonegações fiscais – ocorreram nos exercícios fiscais de 1987 a 1999, em continuidade delitiva, a elas seria aplicada a Lei n.o 8.137/90, em lugar da Lei n.o 4.729/65.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317196 Ano: 2000
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

24- LG, ML e WL, sócios-gerentes da empresa LMW Com. e Representações Ltda., deixaram de pagar tributos estadual e federal nos exercícios de 1987 a 1999, fraudando as administrações fazendárias estadual e federal por omissão de operações tributáveis em seus livros e documentos fiscais. A empresa foi autuada e notificada administrativamente, ofertando defesa regularmente. O Ministério Público estadual tomou ciência dos fatos por meio de peças informativas e, antes do término dos procedimentos administrativos-fiscais, ofertou denúncia contra LG, ML e WL por sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, este último crime pelo fato de os denunciados, nos exercícios de 1998 e 1999, terem adquirido vários imóveis com o dinheiro que deixaram de recolher aos erários estadual e federal. A empresa LMW impetrou habeas corpus em favor dos seus representantes legais (sócios), visando ao trancamento da ação penal. Diante dessa situação hipotética, julgue os itens abaixo.

Os crimes de sonegação fiscal são de ação pública incondicionada. Por isso, o término dos procedimentos administrativos-fiscais não co ns tituiria condição de procedibilidade para o Ministério Público iniciar a persecução penal em juízo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317195 Ano: 2000
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

24- LG, ML e WL, sócios-gerentes da empresa LMW Com. e Representações Ltda., deixaram de pagar tributos estadual e federal nos exercícios de 1987 a 1999, fraudando as administrações fazendárias estadual e federal por omissão de operações tributáveis em seus livros e documentos fiscais. A empresa foi autuada e notificada administrativamente, ofertando defesa regularmente. O Ministério Público estadual tomou ciência dos fatos por meio de peças informativas e, antes do término dos procedimentos administrativos-fiscais, ofertou denúncia contra LG, ML e WL por sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, este último crime pelo fato de os denunciados, nos exercícios de 1998 e 1999, terem adquirido vários imóveis com o dinheiro que deixaram de recolher aos erários estadual e federal. A empresa LMW impetrou habeas corpus em favor dos seus representantes legais (sócios), visando ao trancamento da ação penal. Diante dessa situação hipotética, julgue os itens abaixo.

Apesar de as fraudes fiscais envolverem impostos federal e estadual, a competência para processar e julgar os crimes de sonegação fiscal seria da justiça comum, em face da conexão.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317192 Ano: 2000
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

23- Ao passar nas adjacências de uma boate, João, agindo com vontade de matar, derramou gasolina e ateou fogo nas vestes de um rapaz que dormia alcoolizado na sarjeta e que, em decorrência das queimaduras sofridas, veio a falecer, ficando com o rosto completamente desfigurado. João foi preso em flagrante, tendo a autoridade policial lavrado o auto e comunicado tal fato ao juiz dois dias após. A vítima não portava documento de identidade e não foi reconhecida por parentes ou amigos, o que levou a autoridade policial a solicitar a perícia do Instituto de Criminalística para tentar identificá-la. Para acompanhar a perícia, o advogado de João indicou dois assistentes técnicos. Ao ser apresentado o laudo datiloscópico, a autoridade policial constatou que havia divergência entre os pareceres e as conclusões dos expertos oficiais que o subscreveram. Ficou comprovado, posteriormente, que o parecer de um dos peritos oficiais estava eivado de falsidade, tendo este deliberadamente afirmado inverdades acerca de dados objetivos colhidos, com a intenção de favorecer o indiciado. Antes da conclusão do inquérito, o perito cujo parecer estava eivado de falsidade retratou-se e declarou a verdade.

Com relação a essa situação hipotética e à legislação pertinente, julgue os itens que se seguem.

O auto de prisão em flagrante seria nulo, pelo fato de a autoridade policial não ter comunicado imediatamente a segregação de João à autoridade judicial.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317191 Ano: 2000
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

23- Ao passar nas adjacências de uma boate, João, agindo com vontade de matar, derramou gasolina e ateou fogo nas vestes de um rapaz que dormia alcoolizado na sarjeta e que, em decorrência das queimaduras sofridas, veio a falecer, ficando com o rosto completamente desfigurado. João foi preso em flagrante, tendo a autoridade policial lavrado o auto e comunicado tal fato ao juiz dois dias após. A vítima não portava documento de identidade e não foi reconhecida por parentes ou amigos, o que levou a autoridade policial a solicitar a perícia do Instituto de Criminalística para tentar identificá-la. Para acompanhar a perícia, o advogado de João indicou dois assistentes técnicos. Ao ser apresentado o laudo datiloscópico, a autoridade policial constatou que havia divergência entre os pareceres e as conclusões dos expertos oficiais que o subscreveram. Ficou comprovado, posteriormente, que o parecer de um dos peritos oficiais estava eivado de falsidade, tendo este deliberadamente afirmado inverdades acerca de dados objetivos colhidos, com a intenção de favorecer o indiciado. Antes da conclusão do inquérito, o perito cujo parecer estava eivado de falsidade retratou-se e declarou a verdade.

Com relação a essa situação hipotética e à legislação pertinente, julgue os itens que se seguem.

Nas situações em que há divergências entre pareceres e conclusões de dois peritos oficiais em laudos datiloscópicos, a autoridade policial competente deve nomear um terceiro perito para desempate.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317189 Ano: 2000
Disciplina: Direito Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

23- Ao passar nas adjacências de uma boate, João, agindo com vontade de matar, derramou gasolina e ateou fogo nas vestes de um rapaz que dormia alcoolizado na sarjeta e que, em decorrência das queimaduras sofridas, veio a falecer, ficando com o rosto completamente desfigurado. João foi preso em flagrante, tendo a autoridade policial lavrado o auto e comunicado tal fato ao juiz dois dias após. A vítima não portava documento de identidade e não foi reconhecida por parentes ou amigos, o que levou a autoridade policial a solicitar a perícia do Instituto de Criminalística para tentar identificá-la. Para acompanhar a perícia, o advogado de João indicou dois assistentes técnicos. Ao ser apresentado o laudo datiloscópico, a autoridade policial constatou que havia divergência entre os pareceres e as conclusões dos expertos oficiais que o subscreveram. Ficou comprovado, posteriormente, que o parecer de um dos peritos oficiais estava eivado de falsidade, tendo este deliberadamente afirmado inverdades acerca de dados objetivos colhidos, com a intenção de favorecer o indiciado. Antes da conclusão do inquérito, o perito cujo parecer estava eivado de falsidade retratou-se e declarou a verdade.

Com relação a essa situação hipotética e à legislação pertinente, julgue os itens que se seguem.

O perito cujo parecer estava eivado de falsidade teria praticado o crime tentado de falsa perícia, por ter-se retratado antes da conclusão do inquérito policial.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317188 Ano: 2000
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

23- Ao passar nas adjacências de uma boate, João, agindo com vontade de matar, derramou gasolina e ateou fogo nas vestes de um rapaz que dormia alcoolizado na sarjeta e que, em decorrência das queimaduras sofridas, veio a falecer, ficando com o rosto completamente desfigurado. João foi preso em flagrante, tendo a autoridade policial lavrado o auto e comunicado tal fato ao juiz dois dias após. A vítima não portava documento de identidade e não foi reconhecida por parentes ou amigos, o que levou a autoridade policial a solicitar a perícia do Instituto de Criminalística para tentar identificá-la. Para acompanhar a perícia, o advogado de João indicou dois assistentes técnicos. Ao ser apresentado o laudo datiloscópico, a autoridade policial constatou que havia divergência entre os pareceres e as conclusões dos expertos oficiais que o subscreveram. Ficou comprovado, posteriormente, que o parecer de um dos peritos oficiais estava eivado de falsidade, tendo este deliberadamente afirmado inverdades acerca de dados objetivos colhidos, com a intenção de favorecer o indiciado. Antes da conclusão do inquérito, o perito cujo parecer estava eivado de falsidade retratou-se e declarou a verdade.

Com relação a essa situação hipotética e à legislação pertinente, julgue os itens que se seguem.

Para a realização da perícia datiloscópica, a autoridade policial poderia receber a indicação dos assistentes técnicos da defesa, mas teria de dar ciência ao Ministério Público, na qualidade de titular da ação penal.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317185 Ano: 2000
Disciplina: Direito Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

22- RM, menor de 21 anos de idade, arrombou a janela de um estabelecimento comercial e adentrou no seu interior. Abriu o caixa e retirou dele uma expressiva quantia em dinheiro, quando foi surpreendido com o acionamento de um dispositivo antifurto (alarme sonoro). Nesse momento, RM chegou a colocar o dinheiro em uma sacola, mas, com a chegada de pedestres, saiu correndo, deixando o dinheiro cair no chão. A perícia técnica realizou exame do local e colheu vários rastros papilares deixados na janela e no caixa. Após a comparação de datilogramas, o perito oficial que elaborou o laudo concluiu que as impressões digitais encontradas pertenciam a RM. Ao tomar ciência da conclusão do laudo, a autoridade policial presidiu uma busca e apreensão na residência de RM, nada sendo encontrado. Posteriormente, RM foi indiciado e interrogado, ocasião em que o delegado exigiu a sua identificação datiloscópica, apesar da apresentação da cédula de identidade. Diante da recusa de RM a submeter-se à identificação datiloscópica, a autoridade policial o autuou em flagrante por desobediência.

Com relação à situação hipotética apresentada e à legislação pertinente, julgue os itens abaixo.

A recusa de RM a submeter-se à identificação datiloscópica não configuraria crime de desobediência, pelo fato de a ordem da autoridade policial não ser legal.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317184 Ano: 2000
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

22- RM, menor de 21 anos de idade, arrombou a janela de um estabelecimento comercial e adentrou no seu interior. Abriu o caixa e retirou dele uma expressiva quantia em dinheiro, quando foi surpreendido com o acionamento de um dispositivo antifurto (alarme sonoro). Nesse momento, RM chegou a colocar o dinheiro em uma sacola, mas, com a chegada de pedestres, saiu correndo, deixando o dinheiro cair no chão. A perícia técnica realizou exame do local e colheu vários rastros papilares deixados na janela e no caixa. Após a comparação de datilogramas, o perito oficial que elaborou o laudo concluiu que as impressões digitais encontradas pertenciam a RM. Ao tomar ciência da conclusão do laudo, a autoridade policial presidiu uma busca e apreensão na residência de RM, nada sendo encontrado. Posteriormente, RM foi indiciado e interrogado, ocasião em que o delegado exigiu a sua identificação datiloscópica, apesar da apresentação da cédula de identidade. Diante da recusa de RM a submeter-se à identificação datiloscópica, a autoridade policial o autuou em flagrante por desobediência.

Com relação à situação hipotética apresentada e à legislação pertinente, julgue os itens abaixo.

Somente a autoridade judiciária poderia ter determinado a busca domiciliar.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
317180 Ano: 2000
Disciplina: Direito Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
Provas:

22- RM, menor de 21 anos de idade, arrombou a janela de um estabelecimento comercial e adentrou no seu interior. Abriu o caixa e retirou dele uma expressiva quantia em dinheiro, quando foi surpreendido com o acionamento de um dispositivo antifurto (alarme sonoro). Nesse momento, RM chegou a colocar o dinheiro em uma sacola, mas, com a chegada de pedestres, saiu correndo, deixando o dinheiro cair no chão. A perícia técnica realizou exame do local e colheu vários rastros papilares deixados na janela e no caixa. Após a comparação de datilogramas, o perito oficial que elaborou o laudo concluiu que as impressões digitais encontradas pertenciam a RM. Ao tomar ciência da conclusão do laudo, a autoridade policial presidiu uma busca e apreensão na residência de RM, nada sendo encontrado. Posteriormente, RM foi indiciado e interrogado, ocasião em que o delegado exigiu a sua identificação datiloscópica, apesar da apresentação da cédula de identidade. Diante da recusa de RM a submeter-se à identificação datiloscópica, a autoridade policial o autuou em flagrante por desobediência.

Com relação à situação hipotética apresentada e à legislação pertinente, julgue os itens abaixo.

Segundo a orientação jurisprudencial, o reconhecimento da qualificadora do rompimento de obstáculo depende de regular exame pericial.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas