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Foram encontradas 50 questões.

3924194 Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
Uma universidade está reestruturando sua infraestrutura de rede para suportar um novo ambiente de laboratórios virtuais. O administrador deseja uma topologia que ofereça isolamento de falhas, permitindo que, se um cabo entre o switch central e um computador se romper, apenas aquele dispositivo seja afetado, mantendo todos os demais em funcionamento normal.
Com base nessa necessidade, assinale CORRETAMENTE a topologia mais adequada:
 

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3924193 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB

TEXTO 3

Conheço inúmeras pessoas que mentem, inventando origens fidalgas. Para falar a verdade, mente-se por qualquer motivo: as pessoas ficam com vergonha quando estão doentes e dizem que estão ótimas; comentam que a amiga está bem vestida, quando acham um horror; elogiam alguém que emagreceu, para comentar nas costas que continua gordíssima. Eu mesmo minto: digo que vou viajar para fugir de um almoço; reclamo que não me sinto bem e fujo de um compromisso; finjo para mim mesmo que no próximo mês começo um regime e perderei a barriga. Faço promessas para depois da novela. Para um amigo, prometo visitá-lo em Los Angeles. Outro em San Francisco. Marquei uma viagem à Rússia com um grupo, só falta “definir a data”. Ao meu editor, digo que escreverei um livro. Combino de montar um grupo de cozinha gourmet. E deixo tudo para depois, quem sabe? Ultimamente, tento parar com isso. Se me convidam, digo que não posso. Se vou a uma peça de teatro e não gosto, digo isso mesmo, que não gostei. Sempre dá errado, a pessoa preferia uma mentira. A franqueza, descobri, é muito malvista. Até considerada falta de educação.

Fonte: CARRASCO, Walcyr. Época. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-blogs/walcyr-carrasco/.

A reescrita do enunciado “Sempre dá errado, a pessoa preferia uma mentira” mantendo rigorosamente o sentido e elevando ao máximo o nível de formalidade está em:
 

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3924192 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB

TEXTO 3

Conheço inúmeras pessoas que mentem, inventando origens fidalgas. Para falar a verdade, mente-se por qualquer motivo: as pessoas ficam com vergonha quando estão doentes e dizem que estão ótimas; comentam que a amiga está bem vestida, quando acham um horror; elogiam alguém que emagreceu, para comentar nas costas que continua gordíssima. Eu mesmo minto: digo que vou viajar para fugir de um almoço; reclamo que não me sinto bem e fujo de um compromisso; finjo para mim mesmo que no próximo mês começo um regime e perderei a barriga. Faço promessas para depois da novela. Para um amigo, prometo visitá-lo em Los Angeles. Outro em San Francisco. Marquei uma viagem à Rússia com um grupo, só falta “definir a data”. Ao meu editor, digo que escreverei um livro. Combino de montar um grupo de cozinha gourmet. E deixo tudo para depois, quem sabe? Ultimamente, tento parar com isso. Se me convidam, digo que não posso. Se vou a uma peça de teatro e não gosto, digo isso mesmo, que não gostei. Sempre dá errado, a pessoa preferia uma mentira. A franqueza, descobri, é muito malvista. Até considerada falta de educação.

Fonte: CARRASCO, Walcyr. Época. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-blogs/walcyr-carrasco/.

No trecho “origens fidalgas”, a palavra “fidalgas” assume sentido de:
 

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3924191 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB

TEXTO 3

Conheço inúmeras pessoas que mentem, inventando origens fidalgas. Para falar a verdade, mente-se por qualquer motivo: as pessoas ficam com vergonha quando estão doentes e dizem que estão ótimas; comentam que a amiga está bem vestida, quando acham um horror; elogiam alguém que emagreceu, para comentar nas costas que continua gordíssima. Eu mesmo minto: digo que vou viajar para fugir de um almoço; reclamo que não me sinto bem e fujo de um compromisso; finjo para mim mesmo que no próximo mês começo um regime e perderei a barriga. Faço promessas para depois da novela. Para um amigo, prometo visitá-lo em Los Angeles. Outro em San Francisco. Marquei uma viagem à Rússia com um grupo, só falta “definir a data”. Ao meu editor, digo que escreverei um livro. Combino de montar um grupo de cozinha gourmet. E deixo tudo para depois, quem sabe? Ultimamente, tento parar com isso. Se me convidam, digo que não posso. Se vou a uma peça de teatro e não gosto, digo isso mesmo, que não gostei. Sempre dá errado, a pessoa preferia uma mentira. A franqueza, descobri, é muito malvista. Até considerada falta de educação.

Fonte: CARRASCO, Walcyr. Época. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-blogs/walcyr-carrasco/.

A estratégia argumentativa que o autor utiliza para tratar do tema da mentira se configura:
 

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3924190 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB

TEXTO 3

Conheço inúmeras pessoas que mentem, inventando origens fidalgas. Para falar a verdade, mente-se por qualquer motivo: as pessoas ficam com vergonha quando estão doentes e dizem que estão ótimas; comentam que a amiga está bem vestida, quando acham um horror; elogiam alguém que emagreceu, para comentar nas costas que continua gordíssima. Eu mesmo minto: digo que vou viajar para fugir de um almoço; reclamo que não me sinto bem e fujo de um compromisso; finjo para mim mesmo que no próximo mês começo um regime e perderei a barriga. Faço promessas para depois da novela. Para um amigo, prometo visitá-lo em Los Angeles. Outro em San Francisco. Marquei uma viagem à Rússia com um grupo, só falta “definir a data”. Ao meu editor, digo que escreverei um livro. Combino de montar um grupo de cozinha gourmet. E deixo tudo para depois, quem sabe? Ultimamente, tento parar com isso. Se me convidam, digo que não posso. Se vou a uma peça de teatro e não gosto, digo isso mesmo, que não gostei. Sempre dá errado, a pessoa preferia uma mentira. A franqueza, descobri, é muito malvista. Até considerada falta de educação.

Fonte: CARRASCO, Walcyr. Época. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-blogs/walcyr-carrasco/.

O pronome “isso”, em “tento parar com isso”, retoma:
 

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3924189 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB

TEXTO 3

Conheço inúmeras pessoas que mentem, inventando origens fidalgas. Para falar a verdade, mente-se por qualquer motivo: as pessoas ficam com vergonha quando estão doentes e dizem que estão ótimas; comentam que a amiga está bem vestida, quando acham um horror; elogiam alguém que emagreceu, para comentar nas costas que continua gordíssima. Eu mesmo minto: digo que vou viajar para fugir de um almoço; reclamo que não me sinto bem e fujo de um compromisso; finjo para mim mesmo que no próximo mês começo um regime e perderei a barriga. Faço promessas para depois da novela. Para um amigo, prometo visitá-lo em Los Angeles. Outro em San Francisco. Marquei uma viagem à Rússia com um grupo, só falta “definir a data”. Ao meu editor, digo que escreverei um livro. Combino de montar um grupo de cozinha gourmet. E deixo tudo para depois, quem sabe? Ultimamente, tento parar com isso. Se me convidam, digo que não posso. Se vou a uma peça de teatro e não gosto, digo isso mesmo, que não gostei. Sempre dá errado, a pessoa preferia uma mentira. A franqueza, descobri, é muito malvista. Até considerada falta de educação.

Fonte: CARRASCO, Walcyr. Época. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-blogs/walcyr-carrasco/.

O texto apresenta marcas típicas:
 

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3924188 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
TEXTO 2
Navegar é preciso
Fernando Pessoa
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
PESSOA, Fernando. Obra poética. Organização de Maria Aliete
Galhoz. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2004.
No trecho “o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade”, o eu-lírico manifesta:
 

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3924187 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
TEXTO 2
Navegar é preciso
Fernando Pessoa
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
PESSOA, Fernando. Obra poética. Organização de Maria Aliete
Galhoz. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2004.
No verso “ainda que para isso tenha de a perder como minha”, a conjunção “ainda que” expressa:
 

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3924186 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
TEXTO 2
Navegar é preciso
Fernando Pessoa
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
PESSOA, Fernando. Obra poética. Organização de Maria Aliete
Galhoz. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2004.
A expressão “minha alma a lenha desse fogo” representa:
 

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Questão presente nas seguintes provas
3924185 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
TEXTO 2
Navegar é preciso
Fernando Pessoa
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
PESSOA, Fernando. Obra poética. Organização de Maria Aliete
Galhoz. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2004.
No verso “Navegar é preciso; viver não é preciso” o eu-lírico manifesta que:
 

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