Foram encontradas 40 questões.
Com relação ao debate Contemporâneo sobre Família, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Leia o trecho de uma reportagem abaixo:
“Uma idosa foi deixada na porta de um asilo particular em Brusque, na noite gelada de quarta-feira (11) na cidade – os termômetros marcavam 10º C. (...) Uma câmera de segurança do asilo mostra um carro chegando às 23h46. A idosa desce com uma sacola nas mãos. Outra pessoa, que também estava no veículo, abre o porta-malas e lhe entrega mais bagagens. A idosa segue em direção ao portão do asilo, e o carro vai embora. Ela toca o interfone e fica esperando que alguém apareça. Num outro vídeo, a idosa está enrolada num cobertor chorando”
(Hora de Santa Catarina, publicado em 13/07/2018).
De acordo com o Estatuto do Idoso (2003), no episódio descrito acima, a referida Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) deve obrigatoriamente encaminhar o caso para
Provas
Sobre o Projeto Ético-Político (PEP) do Serviço Social, assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Uma senha de cadeado é composta de 4 números inteiros (dígitos) que variam de 1 a 6 cada número. A chance de alguém adivinhar a senha apenas com base na sorte e sabendo que o segundo dígito da senha é 3 ou 5 é
Provas
A respeito da Questão Social, analise as afirmativas abaixo:
I. O desenvolvimento capitalista produz, compulsoriamente, a “questão social”: diferentes estágios desse desenvolvimento produzem novas questões sociais.
II. A “questão social” é constitutiva do capitalismo: não se suprime aquela, se este se conservar.
III. A “questão social” está elementarmente determinada pelo traço próprio e peculiar da relação capital/trabalho – a exploração.
IV. A exploração pelo trabalho remete à determinação essencial da “questão social”. Na sua integralidade, a “questão social” é determinada puramente pela economia.
V. Longe de qualquer monocausalismo, a “questão social” implica a intercorrência mediada de componentes históricos, políticos e culturais.
Está CORRETO, apenas, o que se afirma em
Provas
- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
“A EC 95 estabelece um novo regime fiscal, instituindo uma regra para as despesas primárias do Governo Federal com duração para 20 anos e possibilidade de revisão – restrita ao índice de correção – em 10 anos. (...) Essa drástica redução da participação do Estado na economia é representativa de outro projeto de país, outro pacto social, que reduz substancialmente os recursos públicos para a garantia dos direitos sociais, como saúde, educação, previdência e assistência social. Nesse novo pacto social, transfere-se responsabilidade para o mercado no fornecimento de bens sociais. Trata-se de um processo, que transforma direitos sociais em mercadorias”
(Revista Carta Capital, publicado em 22/08/2017).
A EC 95 é incompatível com os princípios e garantias previstas na Lei 8.080/1990. Nesse sentido, qual princípio do SUS está gravemente comprometido com essa Emenda?
Provas
A Pesquisa deve ser parte constitutiva do exercício profissional. Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA.
Provas
A população de uma dada cidade dobra consistentemente a cada período de 20 anos. Considerando que a população em 01 de janeiro do ano de 2010 foi estabelecida como de 50.000 (cinquenta mil pessoas, exatamente), é CORRETO afirmar que, mantidas essas condições de crescimento populacional, em 01 de janeiro do ano de 2051, teremos nessa cidade uma população
Provas
TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta a síntese da principal ideia veiculada no Texto 1.
Provas
O número mínimo de pessoas em uma festa que garante matematicamente que, pelo menos, 3 delas nasceram em um mesmo mês é igual a
Provas
Caderno Container