Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1144569 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

Em relação às atividades terapêuticas com o paciente hemiplégico, analise as afirmativas a seguir e assinale a CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1144391 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

Sobre o desenvolvimento motor típico, assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1144080 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

Sobre os tratamentos de patologias da coluna, assinale a alternativa INCORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1144034 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

Em um documento interno de um banco de investimentos, os acionistas foram informados que

1. A taxa de lucro líquido da companhia foi superior a 10%.

2. Cada acionista receberá, ao final do ano fiscal, a sua parte proporcional dos lucros em ações ou terá seu capital total investido, acrescido de sua parte proporcional dos lucros, devolvido em dinheiro. Eventualmente a justiça provou que ambas as afirmações eram frutos de uma fraude fiscal e, portanto, simultaneamente falsas.

Com base apenas nesses fatos, é CORRETO afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1136630 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Analise o emprego do sinal de crase no trecho:

o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas”.

Assinale a alternativa em que o emprego desse sinal está igualmente adequado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1135909 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

A respeito da Síndrome do Túnel do Carpo (STC) e seu tratamento fisioterapêutico, assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1128907 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

As articulações apresentam seus movimentos fisiológicos, conhecidos como osteocinemáticos, e os acessórios, também conhecidos como artrocinemáticos.

Sobre os possíveis tratamentos a restrições articulares, assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1127376 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

Com base na sequência ..., 17, - 20, 24, X, 35, - 42, 50, ..., pode-se concluir sobre o termo X que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1127146 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

Sobre a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1126695 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

No que se refere à ordem dos termos oracionais, sabemos que, em português, é mais comum que o sujeito anteceda o predicado. Assinale a alternativa que apresenta um enunciado no qual o autor do Texto 1 optou pela inversão dessa ordem.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas