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Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Mauro comprou um carro. Deu 1/3 do valor total como entrada e financiou 3/4 do valor restante. A quantia que falta
para completar o valor total será paga em uma única parcela, após o término do financiamento. O valor dessa parcela final corresponde, do valor total do carro, a
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Considere os terrenos retangulares T1 e T2, ilustrados a seguir, com dimensões indicadas em metros.

Sabendo-se que, na divisão do perímetro do terreno T1 pelo perímetro do terreno T2, o quociente é 1,5 e o resto é zero, a área do terreno T1 é igual a
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Uma praça ABCD é composta por uma região quadrada
Q e uma região com a forma de um triângulo retângulo T,
conforme mostra a figura.
A área total dessa praça é de
A área total dessa praça é de
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência SocialNOB: Norma Operacional Básica
A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB-SUAS/2012) disciplina a gestão
pública da Política de Assistência Social no país, que é
exercida de forma sistêmica pelos entes federativos, em
consonância com a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). O artigo 18 da NOB
reitera o contido na LOAS de que o Plano de Assistência
Social organiza, regula e norteia a execução da PNAS
na perspectiva do SUAS. De acordo com o citado artigo,
é correto afirmar que o Plano é instrumento de planejamento
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Leia a tira para responder a questão.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. https://cultura.estadao.com.br. 12.11.2019)
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- Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
- Proteção SocialAspectos Jurídicos
Em se tratando de adolescente autor de ato infracional,
verificada essa prática, a autoridade competente poderá
aplicar, dentre outras medidas: advertência; obrigação de
reparar o dano; prestação de serviços à comunidade; liberdade assistida; internação. A internação, (artigo 121
do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA), constitui medida privativa da liberdade, sujeita aos princípios
de brevidade, excepcionalidade e respeito à condição
peculiar de pessoa em desenvolvimento. Conforme prescreve o § 3º do mesmo artigo, em nenhuma hipótese o
período máximo de internação excederá a
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- Proteção SocialSaúde
- Proteção SocialFamíliaProteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
- Proteção SocialFamíliaMatricialidade Sociofamiliar
- Proteção SocialViolência
Para além dos aspectos psicossociais e de interação familiar, a violência doméstica contra crianças e adolescentes configura-se como um fenômeno social, considerada
um problema de saúde pública. Embora ainda banalizada
e usada como pretexto disciplinar e da boa educação, as
estratégias de enfrentamento da violência se voltam para
o apoio às vítimas, no sentido de reparar os danos causados pelos agressores. Esse apoio coloca foco na família,
por meio de intervenções junto aos pais agressores, de
modo que todos seus membros possam aprimorar suas
potencialidades para
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Os preços dos produtos P e Q, em reais, eram representados por x e 0,8 x, respectivamente. Sabe-se que ambos
os preços tiveram um aumento de 25%, e a soma dos
dois preços, após o aumento, ficou igual a R$ 270,00.
Desse modo, é correto afirmar que o preço do produto P,
antes do aumento, era igual a
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Custosa Mobilidade
O tráfego intenso e os longos deslocamentos necessários em diversas cidades brasileiras tomam, além de tempo,
cada vez mais recursos dos usuários e da sociedade.
Estudo da Associação Nacional de Transportes Públicos
(ANTP) estimou os custos socioeconômicos da mobilidade
urbana em nada menos de R$ 483,3 bilhões anuais, como
mostrou o 3º Seminário de Mobilidade e Inovação organizado
por esta Folha. O valor é 7% maior que o do levantamento
anterior.
No plano individual, o ônus do transporte vem aumentando. Além de custar mais e beneficiar uma parcela menor da
população, o transporte individual consome quase o dobro de
energia e polui duas vezes mais que o público.
Para evitar o agravamento de uma situação já dramática,
governantes, em particular os das metrópoles, devem promover políticas de desincentivo ao uso de carros.
Uma alternativa é a criação de pedágios urbanos, a restringir a circulação de veículos em determinadas áreas, como
já se fez em cidades como Singapura, Estocolmo, Milão e
Londres. Nova York entrará nesse rol até o fim de 2020.
Com os recursos angariados pela cobrança, municípios
poderiam investir mais em seus sistemas de transporte público – opção para aqueles que não desejam tirar seus automóveis da garagem.
Ações do gênero, reconheça-se, são politicamente difíceis, sobretudo num país que historicamente privilegiou o
transporte individual.
Não se trata, contudo, de dificuldade intransponível. Pesquisa recente do Instituto Ipsos mostrou que 30% dos paulistanos proprietários de carro aceitariam abrir mão do veículo
em favor de outro meio de transporte. Há boa margem, pois,
para o avanço dessa agenda.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.11.2019. Adaptado)
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