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Foram encontradas 250 questões.

278642 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
O período entre as duas Grandes Guerras mundiais é caracterizado pelo aparecimento de movimentos fascistas, indício de que a sociedade liberal estava em estado de desorientação e dissolução.
Como fenômeno europeu, o fascismo pode ser apontado como resultado de um quadro:
 

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Em oposição ao Teatro de Comédia Brasileiro (TBC.), em 1958 o Teatro de Arena apresenta a peça de Gianfrancesco Guarnieri intitulada:
 

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Muro ou trincheira?
SÉRGIO MAGALHÃES
Especial para a Folha de S. Paulo
Cercar favelas da zona sul com muros é uma resposta de natureza semiológica a uma questão política. Sabemos que essas áreas estão relativamente contidas, por obstáculos naturais ou por limites construídos. Morros da zona sul tiveram a sua área florestada expandida.
Não obstante, as favelas, como quaisquer outros elementos urbanos, não podem dispor do território indistintamente. É do interesse da cidade e dos próprios assentamentos. A ocupação limitada, que preserva as infraestruturas implantadas, é consensual entre moradores e governos. Obras do Favela-Bairro construíram limites facilmente identificáveis. Onde possível, com muros, largos, mas de apenas 30 cm de altura, como no Vidigal.
No entanto, a violência que assola nossas cidades tem produzido um sentimento de estranhamento em relação à diversidade. Bastamo-nos
em nossos iguais. Diferente, a favela tem sido estigmatizada como lugar que dá causa à violência. É como se, sem favelas, a cidade se tornasse pacífica.
Ora, a violência tem outras matrizes, onde a morfologia urbanística por certo não tem protagonismo. Podem ser inseguros lugares com ruas retas e edifícios regulares; há favelas com e sem violência. A questão é de natureza política porque ela se estrutura na escassez de democracia.
Territórios inteiros onde habitam milhares de cidadãos se encontram sob domínio de bandidos, que impõem suas próprias leis. São territórios pobres, sejam favelas, loteamentos ou conjuntos residenciais. Dominados pelo tráfico ou por milícias, dissemina-se a violência. Mas o clamor contra a violência é gigantesco, com razão; a indignação é enorme; o medo aumenta.
O governo reage muito bem quando anuncia a retomada dos territórios e a permanência da legalidade. Não reage tão bem quando confere aos muros um papel que serão incapazes de desempenhar. Na eventualidade desses territórios permanecerem no descontrole, os muros podem virar trincheiras para os marginais.
A incorporação ao Estado democrático dos territórios hoje na anomia construirá os muros mais poderosos contra a violência, bem como limites mais efetivos contra o crescimento de favelas. Tal é a resposta política que desejamos.
SÉRGIO MAGALHÃES,
arquiteto, professor da FAU-UFRJ, foi secretário de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000).
Observe o seguinte trecho:
“Não obstante, as favelas, como quaisquer outros elementos urbanos, não podem dispor do território indistintamente”.
A expressão sublinhada pode ser CORRETAMENTE substituída por:
 

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Keith Swanwick é um dos grandes educadores musicais dos séculos XX e XXI que defendem o fazer individual e coletivo como a verdadeira chave do aprendizado musical. Sua metodologia de ensino propõe “ensinar música musicalmente”. Essa afirmação diz respeito:
 

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Answer question based on the cartoon below.
Enunciado 278548-1
http://www.cartoonstock.com/ September, 2010.
About the Imperative, it is true to affirm that:
I. It is used to give commands.
II. It is used to give instructions.
III. The verb is used in the base form.
IV. Its negative form requires ‘do not’ or ‘don’t’.
 

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275938 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
O Brasil, depois de 1945, passou por grandes transformações econômicas. Em especial, o governo de Juscelino Kubitschek ficou associado à instalação da indústria automobilística, embora antes dele já existissem montadoras e fábricas de autopeças no país, em proporções limitadas. O governo incentivou a produção de automóveis e caminhões com capitais privados, especialmente estrangeiros. Estes foram atraídos para o Brasil graças às facilidades concedidas e graças também às potencialidades do mercado brasileiro. Com base no exposto, marque a opção que apresenta a ideologia que fundamentou esses processos no Brasil durante a República Democrático-Populista:
 

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272066 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Defendiam que uma economia livre, na qual a iniciativa privada não poderia ser coibida por regulamentações governamentais, deveria ser tão importante quanto o bem-estar do indivíduo e da comunidade, bem como sua liberdade política:
 

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Beleza e Deleite
Gisele Kato
Para recuperar o prestígio perdido, a Bienal deste ano se espelha naquela que ficou conhecida como uma das melhores edições do evento até agora: a de 1998, com curadoria de Paulo Herkenhoff. A 24ª Bienal teve como tema a Antropofagia e combinou muito bem uma arte mais conceitual – e talvez mais “difícil” de ser compreendida pelo grande público -, com peças de deleite quase imediato. Na época, misturaram-se pelo Pavilhão do Parque do Ibirapuera nomes como o norteamericano Bruce Neuman, a alemã Eva Hesse (1936- 1970), o coletivo europeu CoBrA e a brasileira Tarsila do Amaral (1886 – 1973) – todos popstars no peculiar e milionário star-system das artes plásticas.
A 29ª edição da Bienal de São Paulo tem como título um verso do poema Invenção de Orfeu, do alagoano Jorge de Lima: “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”. A frase, de forte tom utópico, resume um dos temas da mostra: a relação entre arte e política. Mas a política aqui deve ser entendida como algo bem amplo: “O que nos interessa é ressaltar a possibilidade de a própria arte levar a outro entendimento do mundo”, diz o curador Moacir dos Anjos. “Buscamos o que desestabiliza as noções, o que avança por outros campos disciplinares”, completa Agnaldo Farias, também curador. Seguindo essa lógica, a própria distribuição dos artistas pelos 27 mil metros quadrados de área expositiva foge bastante do modelo convencional. Com uma cenografia assinada pela arquiteta Marta Bogéa, os selecionados encontram-se organizados pelo prédio em espécies de ilhas, que permitem que os espectadores conheçam o evento sem ter caminhos predeterminados. Eles serão levados, assim, a concretizar a ideia de navegação, já que terão que “singrar” o espaço expositivo, em vez de percorrer os corredores retilíneos comuns em mostras do tipo. Seis “terreiros”, como são chamados os espaços de descanso, terão ainda uma programação paralela, com espetáculos de teatro, dança, música e performances, além de palestras e projeções.
Fonte: Adaptado da Revista Bravo de setembro de 2010.
Com base tão somente nos dados fornecidos pelo texto, depreende-se CORRETAMENTE que:
 

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Muro ou trincheira?
SÉRGIO MAGALHÃES
Especial para a Folha de S. Paulo
Cercar favelas da zona sul com muros é uma resposta de natureza semiológica a uma questão política. Sabemos que essas áreas estão relativamente contidas, por obstáculos naturais ou por limites construídos. Morros da zona sul tiveram a sua área florestada expandida.
Não obstante, as favelas, como quaisquer outros elementos urbanos, não podem dispor do território indistintamente. É do interesse da cidade e dos próprios assentamentos. A ocupação limitada, que preserva as infraestruturas implantadas, é consensual entre moradores e governos. Obras do Favela-Bairro construíram limites facilmente identificáveis. Onde possível, com muros, largos, mas de apenas 30 cm de altura, como no Vidigal.
No entanto, a violência que assola nossas cidades tem produzido um sentimento de estranhamento em relação à diversidade. Bastamo-nos
em nossos iguais. Diferente, a favela tem sido estigmatizada como lugar que dá causa à violência. É como se, sem favelas, a cidade se tornasse pacífica.
Ora, a violência tem outras matrizes, onde a morfologia urbanística por certo não tem protagonismo. Podem ser inseguros lugares com ruas retas e edifícios regulares; há favelas com e sem violência. A questão é de natureza política porque ela se estrutura na escassez de democracia.
Territórios inteiros onde habitam milhares de cidadãos se encontram sob domínio de bandidos, que impõem suas próprias leis. São territórios pobres, sejam favelas, loteamentos ou conjuntos residenciais. Dominados pelo tráfico ou por milícias, dissemina-se a violência. Mas o clamor contra a violência é gigantesco, com razão; a indignação é enorme; o medo aumenta.
O governo reage muito bem quando anuncia a retomada dos territórios e a permanência da legalidade. Não reage tão bem quando confere aos muros um papel que serão incapazes de desempenhar. Na eventualidade desses territórios permanecerem no descontrole, os muros podem virar trincheiras para os marginais.
A incorporação ao Estado democrático dos territórios hoje na anomia construirá os muros mais poderosos contra a violência, bem como limites mais efetivos contra o crescimento de favelas. Tal é a resposta política que desejamos.
SÉRGIO MAGALHÃES,
arquiteto, professor da FAU-UFRJ, foi secretário de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000).
Com relação ao texto, assinale a assertiva CORRETA:
 

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271235 Ano: 2010
Disciplina: Educação Física
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Curitiba-PR
Considera-se um fator importante no processo ensino aprendizagem o bom entendimento entre as partes envolvidas, o professor e o aluno. Para ocorrer o entendimento, torna-se essencial que os termos aplicados estejam adequados e tecnicamente corretos. Um dos objetivos cognitivos das aulas de Ginástica Artística é justamente ensinar a terminologia específica do esporte, ao apresentar para os alunos novos movimentos e equipamentos a serem utilizados.
Relativamente às posições básicas do corpo, independentes de sua relação com o aparelho, os termos CORRETOS são:
 

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