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A young Londoner is very serious about the green lifestyle.
He has been living in a tree house in the English countryside for six months and he catches his own food from the forest.
Nick Weston, 27, is trying to live as self-sufficiently as possible. He grows his own vegetables, catches fish from the local river and hunts for his meat. […]
He has no electricity, but uses solar power to charge his mobile phone and has a wind-up radio. […]
He admits that he still tries to switch on the light when he goes into his tree house because the habit is so ingrained. Everything takes a long time in the forest – dinner preparations start around mid-afternoon if he wants to eat by 10pm and even making a cup of tea is time-consuming.
[…]
Source: Speak Up, ano XXIII, n.277, September 2010, Editora Rickdan, p. 32.
In the sentence “He has no electricity, but uses solar power to charge his mobile phone and has a wind-up radio”, the word but indicates:
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A chamada Revolução Constitucionalista de 1932 foi um levante da burguesia paulista contra Getúlio Vargas logo após a ascensão deste ao poder pela Revolução de 1930.
Era(m) os objetivos dos paulistas, em 1932:
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SECONDARY EDUCATION IN BRAZIL
The proportion of young Brazilian students attending secondary education at the right age has doubled compared to that of 1995, disclosing a significant advance in the access to secondary education.
In 2005, enrolment in secondary education in Brazil amounted to approximately 9.0 million: 7.9 million (87.8%) in the public sector, of which 3.9 million (43.3%) were in the evening shift. From the total enrolment rate, 4.7 million (52.22%) students are about 15 – 17 years of age. (Source: BRAZIL. Ministry of Education/Inep. Censo Escolar).
Since 1997, UNESCO Office in Brazil has followed and supported the national actions towards the implementation of secondary education reform. In this progress, the Organization supports the development of public policies that can effectively contribute to the improvement of the educational system in this level through studies, publications, promotion of discussions, and technical cooperation agreements.
UNESCO has tried to sensitize the Brazilian government on the need to diverse structures and expand the offer of Secondary Education, including through:
• use of Communication and Information Technologies (ICT)
• valuing the teaching profession
• teacher education and training to improve their competencies and update their methods
• inclusion of transdisciplinary themes in school curriculum with emphasis on ethical and civic values such as the principles and concepts of human rights, ethics, philosophy, and sustainability
• development of permanent mechanisms of student and school community participation in discussions of school evaluation process, of pedagogical work, and their results
These focuses indicate that the most important is to have a good quality basic education that can permit the permanent process of lifelong learning.
Source: http://www.unesco.org/en/brasilia/
education-in-brazil/other-educationthemes- in-brazil/secondary-education-in-brazil/ September, 2010.
According to the text, mark the alternatives which are true.
I. The Brazilian government should value the teaching profession.
II. Teacher education and training cannot improve their competencies and update their methods.
III. The inclusion of transdisciplinary themes in school curriculum should improve the quality of basic education.
IV. Students mustn’t participate in discussions of school evaluation process.
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No fim do século XX e graças aos avanços da ciência, produziu-se um sistema de técnicas presidido pelas técnicas de informação, que passaram a exercer um papel de elo entre as demais, unindo-as e assegurando ao novo sistema técnico uma presença planetária. Mas não só a existência de um sistema de técnicas é o resultado das ações que asseguram a emergência de um mercado global. Os fatores que explicam (...) são a unicidade da técnica, a convergência dos momentos, a cognoscibilidade do planeta e a existência de um motor único na história.”
(Adaptado de SANTOS, M. 2009).
O texto acima refere-se:
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No inverno, aumentam os casos de doenças graves que podem ser facilmente evitadas pelo uso de vacinas. Algumas delas podem ser causadas tanto por vírus como por bactérias, sendo estas as formas mais graves. Marque a alternativa que contém apenas doenças causadas pelas duas formas de infecção:
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Tendo como eixo de reflexão sobre o que é ensinar Educação Física, Selbach (2010, p. 42) aponta para a seguinte preocupação: “seja qual for o ano ou a condição social e cultural do aluno, é a busca da eficiência (técnica) e da satisfação (prazer e alegria) como aspectos simultâneos e complementares, que devem coexistir, sem que sejam, necessariamente, decorrentes um do outro”.
Sob essa perspectiva é CORRETO afirmar:
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Muro ou trincheira?
SÉRGIO MAGALHÃES
Especial para a Folha de S. Paulo
Cercar favelas da zona sul com muros é uma resposta de natureza semiológica a uma questão política. Sabemos que essas áreas estão relativamente contidas, por obstáculos naturais ou por limites construídos. Morros da zona sul tiveram a sua área florestada expandida.
Não obstante, as favelas, como quaisquer outros elementos urbanos, não podem dispor do território indistintamente. É do interesse da cidade e dos próprios assentamentos. A ocupação limitada, que preserva as infraestruturas implantadas, é consensual entre moradores e governos. Obras do Favela-Bairro construíram limites facilmente identificáveis. Onde possível, com muros, largos, mas de apenas 30 cm de altura, como no Vidigal.
No entanto, a violência que assola nossas cidades tem produzido um sentimento de estranhamento em relação à diversidade. Bastamo-nos
em nossos iguais. Diferente, a favela tem sido estigmatizada como lugar que dá causa à violência. É como se, sem favelas, a cidade se tornasse pacífica.
em nossos iguais. Diferente, a favela tem sido estigmatizada como lugar que dá causa à violência. É como se, sem favelas, a cidade se tornasse pacífica.
Ora, a violência tem outras matrizes, onde a morfologia urbanística por certo não tem protagonismo. Podem ser inseguros lugares com ruas retas e edifícios regulares; há favelas com e sem violência. A questão é de natureza política porque ela se estrutura na escassez de democracia.
Territórios inteiros onde habitam milhares de cidadãos se encontram sob domínio de bandidos, que impõem suas próprias leis. São territórios pobres, sejam favelas, loteamentos ou conjuntos residenciais. Dominados pelo tráfico ou por milícias, dissemina-se a violência. Mas o clamor contra a violência é gigantesco, com razão; a indignação é enorme; o medo aumenta.
O governo reage muito bem quando anuncia a retomada dos territórios e a permanência da legalidade. Não reage tão bem quando confere aos muros um papel que serão incapazes de desempenhar. Na eventualidade desses territórios permanecerem no descontrole, os muros podem virar trincheiras para os marginais.
A incorporação ao Estado democrático dos territórios hoje na anomia construirá os muros mais poderosos contra a violência, bem como limites mais efetivos contra o crescimento de favelas. Tal é a resposta política que desejamos.
SÉRGIO MAGALHÃES,
arquiteto, professor da FAU-UFRJ, foi secretário de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000).
Analise o seguinte trecho recortado do texto-base:
“Ora, a violência tem outras matrizes, onde a morfologia urbanística por certo não tem protagonismo”.
Com relação a ele, assinale a alternativa CORRETA:
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Na prática da sala de aula é importante possibilitar aos alunos a compreensão de que os acontecimentos históricos não podem ser explicados de maneira simplista, defende a professora Maria Auxiliadora Schimdt.
Fonte: SCHIMIDT, Maria Auxiliadora. A formação do
professor de História e o cotidiano da sala de aula. In: Saber Histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. pp.54-68.
Dessa forma, analise as assertivas abaixo:
I. O procedimento histórico comporta a preocupação com a construção, com a historicidade dos conceitos e com a contextualização temporal.
II. É preciso estar atento o tempo todo ao consenso que existe entre os historiadores de que o passado não pode ser resgatado tal qual
aconteceu; ele só pode ser reconstruído em função das questões colocadas pelo presente.
aconteceu; ele só pode ser reconstruído em função das questões colocadas pelo presente.
III. Hoje em dia é considerado imprescindível para o procedimento histórico em sala de aula o trabalho com as fontes e/ou documentos.
IV. O professor de História deve estar atento, mais do que às determinações causais, à compreensão das mudanças e permanências, das continuidades e das descontinuidades.
Assinale a alternativa CORRETA:
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O seguinte texto servirá de base para questão:
Cadê o povo nas ruas do voto indireto?
Marcos Sá Corrêa
O sufrágio universal que me perdoe, mas já houve no Brasil sucessões presidenciais menos desanimadoras do que esta. O regime, na época, era militar. A Presidência da República, reservada a generais de quatro estrelas. E a eleição, um assunto de gabinete que, depois de amarrado em conchavos internos, os políticos civis obedientemente ratificavam pelo voto de cabresto da maioria governista.
Tudo isso, no fundo, podia ser mais ou menos como é hoje. Mas não envolvia na tramóia 130 milhões de eleitores. Livres e isentos de compromissos com a conspiração palaciana, os brasileiros podiam observar de fora a sucessão e sabotá-la como melhor lhe aprouvesse.
Cada troca de guarda no Palácio do Planalto era então um desgaste. De erosão em erosão, a ditadura foi se desmantelando aos poucos, sempre que um presidente deixava a casca para dar lugar a outro. Olhando para trás, de preferência nos livros de Elio Gaspari sobre a história da ditadura, fica evidente que ela trincou definitivamente em 1977, quando o presidente Ernesto Geisel, no feriado de 12 de outubro, demitiu o general Sylvio Frota da dupla função de ministro do Exército e candidato dos quartéis a sargento-mor do regime.
Sem que os políticos dessem um pio ou as ruas se manifestassem, rompeu-se ali seu condão de perpetuar o regime. Perdendo poder de sagrar presidentes, o Exército deixou de mandar na República. E, como Gaspari resumiu com ofuscante clareza, Geisel tomou posse em 1974 de uma ditadura sem ditador e encerrou o governo em 1979 como ditador sem ditadura.
Os políticos vieram no rastro, para tomar conta do espólio. Por isso, a política brasileira teria, dali para a frente, um toque indisfarçável de teatralidade. Maquiado às pressas em 1979 nos camarins do Planalto, para trocar a carranca de chefe do Serviço Nacional de Informações pelo sorriso postiço de candidato à popularidade instantânea, o general João Figueiredo, sucessor de Geisel, deixaria o palácio pela porta dos fundos em 1985, depois de presidir a conversão formal da ditadura em anarquia.
Figueiredo não passava de um comediante enredado numa tragédia. Mas prestou um serviço inestimável aos políticos. Deu-lhes tempo de sobra para ensaiar a coreografia da volta ao poder. E até que eles fizeram bonito em 1984, com a campanha das Diretas-Já. Tiraram de casa milhões de brasileiros para berrar embaixo dos palanques que queriam escolher eles mesmos seus presidentes da República. Mesmo quando, lá em cima, os chefes da torcida já discutiam o atalho para o Palácio do Planalto.
Uma das miragens da redemocratização era que, com ela, essas coisas iriam acabar. O que acabou mesmo foi a temporada de comícios, de multidões, de energia transformadora e outros adereços do voto direto, desde que ele se provou mais dócil que o voto indireto às nomeações do palácio. E o pior é que nem dá mais para gritar “Diretas-Já”.
Fonte: Istoé, 29/09/2010.
No trecho “Tiraram de casa milhões de brasileiros para berrar embaixo dos palanques que queriam escolher eles mesmos seus presidentes da República”, o termo sublinhado se refere a:
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Segundo SIMAN: “A História que faz do tempo a sua figura central opera transformações no tempo do vivido cujos registros e traços encontráveis na memória individual e coletiva são inúmeros e de naturezas diversas. Portanto, para se buscar a inteligibilidade dos fatos e as evidências dos processos históricos, é necessário mobilizar operações mentais de natureza diversa e não apenas da ordem do intelectual, como também da imaginação, sem menosprezar o papel da intuição”.
Fonte: SIMAN, Lana Mara de Castro. O papel dos mediadores
culturais e da ação mediadora do professor no processo de construção do conhecimento histórico pelos alunos. In: Ensino de História e Educação. Ijuí: UNIJUÍ, 2004. p.83.
De acordo com o fragmento do texto citado, e considerando seus conhecimentos de metodologia do ensino de história, podemos afirmar, EXCETO:
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