Foram encontradas 808 questões.
Para uma festa junina, foram comprados !$ x !$ metros de fita de cor vermelha e !$ y !$ metros de fita de cor azul, sendo !$ y = \dfrac{1}{3} x !$. Sabe-se que, para essa festa, foram utilizados apenas 40 m de fita, no total, que corresponde a !$ \dfrac{4}{5} !$ da quantidade total comprada. O número de metros de fita de cor azul comprada foi igual a
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Em um colégio estudam meninas e meninos, num total de 396 alunos, sendo que há 12 meninas para cada 10 meninos. A diferença entre o número de meninas e o número de meninos que estudam nesse colégio é igual a
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Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
Não entender
Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma bênção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
(Clarice Lispector. A descoberta do mundo.
Rio de Janeiro, Rocco, 1999. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir, no que se refere ao emprego do sinal indicativo de crase.
O texto de Clarice Lispector conduz o leitor à
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Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
Não entender
Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma bênção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
(Clarice Lispector. A descoberta do mundo.
Rio de Janeiro, Rocco, 1999. Adaptado)
Em – Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. –, a relação de sentido estabelecida pela combinação de tão e que é de
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Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
Não entender
Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma bênção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
(Clarice Lispector. A descoberta do mundo.
Rio de Janeiro, Rocco, 1999. Adaptado)
No texto, um vocábulo que descreve o desejo de entender é:
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Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
Não entender
Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma bênção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
(Clarice Lispector. A descoberta do mundo.
Rio de Janeiro, Rocco, 1999. Adaptado)
Expressam, respectivamente, uma constatação e um juízo da autora as seguintes passagens do texto:
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Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
Não entender
Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma bênção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
(Clarice Lispector. A descoberta do mundo.
Rio de Janeiro, Rocco, 1999. Adaptado)
Da leitura do texto, conclui-se corretamente que entender
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Leia os quadrinhos para responder às questões de números 09 e 10.

(André Dahmer. www.folha.uol.com.br, 21.01.2018)
A frase do primeiro quadrinho está reescrita com o sentido preservado e com a regência correta, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
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Leia os quadrinhos para responder às questões de números 09 e 10.

(André Dahmer. www.folha.uol.com.br, 21.01.2018)
No contexto dos quadrinhos, em oposição a “viver”, “sobreviver” apresenta-se como uma atividade mais
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.
E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.
A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.
Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...
O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.
(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)
A concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa na seguinte frase redigida a partir do texto.
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