Foram encontradas 25 questões.
Analise as afirmativas relacionadas a grandezas de
comprimento, velocidade e temperatura:
I.1,8 km equivalem a 1.800 metros.
II.Um corpo que percorre 150 km em 3 horas tem velocidade média de 45 km/h.
III.A conversão de temperatura entre Celsius e Fahrenheit pode ser feita pela fórmula F = 2C + 30.
Assinale a alternativa correta:
I.1,8 km equivalem a 1.800 metros.
II.Um corpo que percorre 150 km em 3 horas tem velocidade média de 45 km/h.
III.A conversão de temperatura entre Celsius e Fahrenheit pode ser feita pela fórmula F = 2C + 30.
Assinale a alternativa correta:
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Um reservatório cilíndrico está sendo preenchido com
água a uma taxa de 2.500 mL por minuto. Após certo
tempo, verificou-se que o volume acumulado era de 15
litros. Considerando que não houve perda de água,
quantos minutos se passaram desde o início do
processo?
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Uma pesquisa foi realizada com 1.200 pessoas para
analisar o uso de determinado aplicativo. Os resultados
indicaram que 300 usam diariamente, 450 usam
semanalmente e o restante nunca utiliza. Analise:
I.A razão entre usuários diários e o total de entrevistados é 1/4.
II.A proporção de usuários semanais representa 37,5% do total.
III.O grupo que nunca usa corresponde a 450 pessoas.
Está correto o que se afirma em:
I.A razão entre usuários diários e o total de entrevistados é 1/4.
II.A proporção de usuários semanais representa 37,5% do total.
III.O grupo que nunca usa corresponde a 450 pessoas.
Está correto o que se afirma em:
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O gráfico abaixo representa a produção de peças em
cinco dias consecutivos:
Com base nesses dados, assinale a alternativa que apresenta a média diária de produção:
Com base nesses dados, assinale a alternativa que apresenta a média diária de produção:
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Os números reais incluem várias categorias, como
naturais, inteiros, racionais e irracionais, cada uma com
propriedades específicas. Entre os números listados
abaixo, alguns possuem representação decimal finita,
enquanto outros apresentam dízima periódica ou não
periódica. Considerando essas características e as
classificações numéricas, assinale qual opção contém
apenas números irracionais.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O
primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos,
em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno
ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as
revistas de cifras na cama e deixava que os acordes
preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a
voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante
que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de
paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos
depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias
em que quase todos decidiram — ou foram obrigados —
a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o
patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola
porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi
suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não
por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava
presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso,
continuavam guardadas na estante, preservando uma
memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez
que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava
a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam
poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul
anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno
sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a
Terra parou". É ali que a memória repousa — entre
acordes simples e a sensação de que, por um instante,
tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7
30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O
primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos,
em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno
ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as
revistas de cifras na cama e deixava que os acordes
preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a
voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante
que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de
paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos
depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias
em que quase todos decidiram — ou foram obrigados —
a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o
patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola
porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi
suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não
por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava
presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso,
continuavam guardadas na estante, preservando uma
memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez
que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava
a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam
poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul
anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno
sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a
Terra parou". É ali que a memória repousa — entre
acordes simples e a sensação de que, por um instante,
tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7
30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O
primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos,
em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno
ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as
revistas de cifras na cama e deixava que os acordes
preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a
voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante
que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de
paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos
depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias
em que quase todos decidiram — ou foram obrigados —
a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o
patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola
porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi
suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não
por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava
presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso,
continuavam guardadas na estante, preservando uma
memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez
que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava
a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam
poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul
anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno
sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a
Terra parou". É ali que a memória repousa — entre
acordes simples e a sensação de que, por um instante,
tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7
30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O
primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos,
em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno
ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as
revistas de cifras na cama e deixava que os acordes
preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a
voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante
que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de
paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos
depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias
em que quase todos decidiram — ou foram obrigados —
a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o
patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola
porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi
suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não
por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava
presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso,
continuavam guardadas na estante, preservando uma
memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez
que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava
a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam
poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul
anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno
sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a
Terra parou". É ali que a memória repousa — entre
acordes simples e a sensação de que, por um instante,
tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7
30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
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Encontro de memórias
Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O
primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos,
em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno
ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as
revistas de cifras na cama e deixava que os acordes
preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a
voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante
que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de
paz.
O segundo dia em que a terra parou veio doze anos
depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias
em que quase todos decidiram — ou foram obrigados —
a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o
patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola
porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi
suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não
por vontade própria.
Assim como no primeiro dia, Raul também estava
presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso,
continuavam guardadas na estante, preservando uma
memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez
que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava
a se mover dentro de mim.
Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam
poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul
anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno
sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a
Terra parou". É ali que a memória repousa — entre
acordes simples e a sensação de que, por um instante,
tudo realmente ficou imóvel.
Texto Adaptado
LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7
30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
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