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No campo dos estudos sobre História e Memória temos que valorizar, enquanto historiadores, tanto aquilo que é lembrado pelo nosso interlocutor como também o que é esquecido. Isso porque o esquecimento nunca é um ato meramente gratuito, sendo, muitas vezes, intencional. No que diz respeito à relação entre memória e esquecimento, o ato de esquecer pode estar relacionado a:
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No preâmbulo do documento da Unesco intitulado Recomendação referente à Proteção e Promoção dos Museus e Coleções, sua Diversidade e seu Papel na Sociedade, de 2015, encontramos o seguinte trecho:
“Afirmando que a preservação, estudo e transmissão do patrimônio cultural e natural, tangível e intangível, em condições móveis e imóveis, são de grande importância para as sociedades, para o diálogo intercultural entre os povos, para a coesão social, e para o desenvolvimento sustentável.”
Nesse sentido, é possível afirmar que os museus:
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Segundo o artigo de Oliveira e Miranda (2010), o tempo é uma das substâncias culturais mais importantes para o ser humano e o seu processo de constituição se dá ao longo de vários processos de sociabilidade. Dentre os processos de constituição da ideia de tempo para uma pessoa, aquele que as autoras sinalizam como sendo o ponto de partida para a vivência da noção de tempo, temos o que se constitui no(a):
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A consciência da dimensão cultural de paisagem é, atualmente, amplamente difundida e verificada no âmbito acadêmico. Mas, na práxis, ainda há muito a ser realizado para que sejam atribuídas novas territorialidades à paisagem, sobretudo, dos espaços rurais. No plano das políticas de gestão da paisagem agrária, torna-se necessário:
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No artigo “Sete deveres necessários ao ensino da geografia/cartografia escolar”, os autores Silva, Castrogiovanni e Abreu (2021) listam sete desafios relacionados ao ensino de geografia e cartografia. Considerando as ideias associadas aos desafios descritos pelos autores, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Construir o conhecimento cartográfico com linguagens variadas.
2. Trabalhar a práxis da geografia-cartografia unindo os múltiplos e os diversos.
3. Não fragmentar os conhecimentos cartográficos.
( ) Se não há ações assimiladoras que envolvam a cartografia, não haverá ações acomodadoras da espacialidade geográfica. Não se deve, portanto, fragmentar os conhecimentos dessa área de ensino.
( ) A construção do conhecimento cartográfico pode ser trabalhada nas aulas de geografia, de forma interativa, obedecendo aos critérios da epistemologia genética, motivando os sujeitos para o desenvolvimento de ações e, a partir daí, despertando o interesse na construção deste conhecimento.
( ) O sistema educacional contemporâneo inclui as novas tecnologias no processo de ensino, e o professor de geografia deve incorporá-las ao seu trabalho buscando uma didática não linear.
A sequência está correta em
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O pensamento reducionista, que engloba o ensino nas escolas e, em particular, as disciplinas consideradas não exatas, problematiza o processo ensino-aprendizagem. Nesta perspectiva, procuramos ligar o pensamento analítico-reducionista ao pensamento global, dialetizando a importância da construção do conhecimento da geografia, relacionando com a construção do conhecimento da cartografia, dando como resultado a ressignificação da cartografia escolar, também chamada de cartografia para crianças, buscando a complexidade cartográfica, que parece estar ausente na formação dos professores de geografia.
(SILVA, Paulo Roberto Florêncio de Abreu; CASTROGIOVANNI, Antônio Carlos; ABREU, Ijaciara Barros de. Os sete deveres necessários ao ensino da Geografia e da Cartografia escolar como desafios. Disponível em: http://incubadora.periodicos.ufsc.br/index.php/pesquisar/article/view/4642.)
De acordo com os autores, uma resposta ao pensamento reducionista estaria em uma “reforma do pensamento”. Nesta perspectiva, o educador deverá:
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De acordo com Piaget, a criança só é capaz de situar um objeto em relação ao outro em função do estabelecimento, em sua estrutura cognitiva, de relações euclidianas. Além das relações euclidianas, existem as relações projetivas. Diante do exposto, é correto afirmar que as relações projetivas:
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O crescente interesse pela paisagem, como se sabe, amadureceu a partir das últimas décadas do século passado, solicitando seja a reelaboração do aparato teórico-metodológico que, aos poucos, foi se fragmentando e disperdendo em um corpus não orgânico de interpretações e leituras heterogêneas, seja a definição das ações que, em âmbito local e supralocal, impulsionaram maior responsabilidade e uma consciente programação territorial.
(SPAGNOLI, Luisa. Paisagens Rurais Culturais: os novos espaços da resiliência. Disponível em: www.epublicacoes. uerj.br/index.php/geouerj/article/ view/12729.)
As “leituras heterogêneas”, as quais a autora se refere, apresentam relação com:
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No que se refere à diferenciação na construção de conceitos para a geografia, a paisagem aparece em todos os outros conceitos-chave por se tratar de um tema construído através das temporalidades. A geografia ainda traz uma herança quanto à análise da paisagem no que se refere a uma divisão, podendo tratar, assim, de uma paisagem natural e outra cultural; a primeira, supostamente, sem influência antrópica e a segunda transformada através da multiculturalidade existente no espaço geográfico.
(AZAMBUJA, Rodrigo Floriano; KLUG, André Quandt. O conceito de paisagem nos anos finais do ensino fundamental: reflexões sobre a Geografia escolar. Disponível em: http://www.revistaensinogeografia.ig.ufu.br/N13/Resumo-Art-6-Revista-Ensino-Geografia-v7-n13- Azambuja-Klug.php.)
Diante do exposto, é correto afirmar que a paisagem é construída através de temporalidades porque:
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A geografia na educação básica fundamenta-se em teorias, metodologias, princípios e conceitos. Os conceitos que subsidiam uma leitura geográfica da realidade são, na maior parte das vezes, atualizados na medida em que surgem novos paradigmas e perspectivas analíticas. A título de exemplo, o conceito de paisagem:
I. Torna-se mais relevante com o desenvolvimento da chamada geografia tradicional. A paisagem, junto com a região, é uma categoria que ajuda a dar identidade à própria ciência geográfica.
II. Absorve várias mudanças conceituais e metodológicas que dão corpo à geografia enquanto ciência. A paisagem adquire, portanto, um caráter de atualização constante.
III. Passa a ser tratada como “espaço vivido” em função das novas interpretações das correntes de pensamento da geografia crítica.
Está correto o que se afirma apenas em
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