Foram encontradas 510 questões.
O mapa a seguir é um recorte espacial da América do Norte.

Sobre a fronteira entre os países destacados acima, é correto afirmar que:
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Para compreender os processos de desenvolvimento e seus impactos na pessoa, é preciso focalizar tanto o contexto familiar quanto o escolar e suas inter-relações. Para Wallon, a ideia da mediação do conhecimento realizada pelo professor, por meio de materiais concretos, padrões e modelos de aprendizagem e comportamento, permite que, na sala de aula, se incorpore uma ação coletiva que se estrutura e funciona graças ao uso de estratégias específicas, como a realização de atividades recreativas, competitivas, jogos e:
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Muito se fala, nos dias de hoje, sobre a importância da educação no sentido de promover uma reforma social que consiga equacionar a diversidade cultural e a problemática social que experimentamos. Sobre os fins da educação e os meios de sua efetivação como instrumento da libertação e da reforma social, na atualidade, podemos afirmar que:
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Fonte de informação para a avaliação da qualidade da educação básica, produzindo subsídios concretos para formulação, reformulação e monitoramento de políticas públicas voltadas para a Educação Básica. Também produz dados e indicadores para maior compreensão dos fatores que influenciam o desempenho dos alunos nas áreas e anos avaliados. É coordenado pela União, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. Trata-se do:
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“São articulações móveis, formadas por cartilagem hialina sem pericôndrio no encontro de dois ossos com líquido sinovial (água com proteoglicanos similar ao plasma) mantido por uma membrana sinovial formada por fibrocartilagem.” Cientistas denominam o tipo de articulação descrito como:
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606955
Ano: 2016
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Theatro Municipal do Rio comemora 107 anos no domingo com programação gratuita.
Evento que já é uma tradição no calendário cultural da cidade do Rio de Janeiro: o aniversário do Theatro Municipal. A Secretaria Estadual de Cultura optou por concentrar a programação artística de comemoração no domingo (17) e não na data de inauguração, 14 de julho.
(Texto adaptado do site http://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2016-07/theatro-municipal-do-rio-comemora-107-anos-nestedomingo-com-programacao)
Importantes obras de artes visuais pertencem ao acervo do célebre teatro. Destacamos o majestoso e imponente pano de boca pintado pelo artista plástico:
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“Apesar de o Estatuto da Criança e do Adolescente prever internações de até três anos em casos graves, nenhum jovem infrator está há mais de dois anos em abrigos do Estado do Rio”. (O Globo, 25/04/2016)
Infere-se dessa notícia que:
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O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - Fundeb pode ser utilizado pelo município:
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Muitas causas explicam o fracasso escolar. Para Luckesi, uma delas está na “pedagogia do exame”, a atenção centralizada nas provas, exames e notas, em que se podem praticar várias distorções. Entre estas, pode-se apontar a construção de questões:
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606943
Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: FUNRIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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TEXTO
Ideas que inspiran. Gill Hicks: “Sobreviví a un ataque terrorista y esto es lo que aprendí”
Tras sobrevivir al ataque terrorista que sufrió Londres hace casi 11 años, esta activista australiana dedica su vida a promover por el mundo su mensaje: “es mucho más lo que nos une como especie que lo que nos puede separar”
LUNES 11 DE JULIO DE 2016 • 17:11

“Nunca podría haber imaginado que un joven de 19 años terrorista suicida en realidad me enseñaría una lección valiosa. Pero sí, lo hizo. Me enseñó a no suponer nada sobre cualquier persona que no se conoce”, inicia su exposición Gill Hicks, la referente de M.A.D. for Peace, organización que fundó tras haber sobrevivido al ataque terrorista que padeció Londres el 7 de julio de 2005.
“Aquel jueves de julio de 2005, el terrorista y yo, sin saberlo, entramos al mismo vagón de tren al mismo tiempo. Ya saben qué es no mirar a nadie en el metro, pero supongo que él sí me vio. Creo que nos miraba a todos nosotros mientras su mano rondaba el interruptor de detonación. A menudo me he preguntado: ¿en qué estaría pensando?”, se pregunta frente a un auditorio repleto, en el marco de la jornada TEDxSydney que tuvo lugar en mayo último.
“Sé que no era personal. No se dispuso a matarme o mutilarme a mí. El no me conocía. Pero me colocó una etiqueta injustificada. Me había convertido en el enemigo. Para él, yo era el ‘otro’. La etiqueta de ‘enemigo’ le permitió deshumanizarnos. Esto le permitió apretar ese botón. Acabó con 26 preciosas vidas sólo en mi vagón. Y yo casi fui una de ellas”, rememora.
Australiana de nacimiento pero instalada en Londres desde hacía varios años, aquel atentado le mutiló ambas piernas. “Yo era una mujer australiana joven haciendo cosas extraordinarias en Londres. Y no estaba preparada para poner fin a todo eso. Estaba tan decidida a sobrevivir que con mi pañuelo até torniquetes en la parte superior de mis piernas. Bajé la tasa de respiración. Elevé mis muslos. Me mantuve en posición vertical y luché contra el impulso de cerrar los ojos. Me aferré durante casi una hora, una hora contemplando la totalidad de mi vida, hasta ese momento. Tal vez debería haber hecho más. Tal vez podría haber vivido más, visto más. Tal vez debería haber ido a correr, bailar, hacer yoga...”
Y a pesar de aquella terrible experiencia, Hicks siente que el amor le ganó a la intolerancia incluso durante aquella jornada. “Para los rescatistas no importaba si yo era rica o pobre, el color de mi piel, si era hombre o mujer, mi orientación sexual, a quién voté, si tenía educación, si tenía confesión o carecía de fe alguna. Nada importaba más allá de ser una preciosa vida humana. Yo soy una prueba de que el amor incondicional y el respeto no sólo pueden salvar sino que pueden transformar vidas”, asegura.
“Creo que el potencial para un cambio positivo generalizado es absolutamente enorme porque sé de lo que somos capaces. Sé lo hermoso de la humanidad. Así que esto me deja con algunas cosas bastante grandes para reflexionar”, reconoce.
“¿No es lo que nos une mucho más que lo que nos puede separar? -se pregunta- ¿Tiene que pasar una tragedia o un desastre para que nos sintamos profundamente desconectados como una sola especie, como seres humanos?”
Tras aquel atentado, Hicks fundó una organización sin fines de lucro llamada M.A.D. for Peace., que promueve la paz y la tolerancia en el mundo.
http://www.lanacion.com.ar/1917448-ideas-que-inspiran-gill-hicks-sobrevivi-a-un-ataque-terrorista-y-esto-es-lo-que-aprendi
Respecto al cuarto párrafo se puede afirmar que en él prevalece una secuencia tipológica:
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