No 6° parágrafo o autor utilizou o sinal de
pontuação ponto-e-vírgula de acordo com as normas
gramaticais. Nas frases abaixo as normas gramaticais
também foram observadas na utilização do ponto-evírgula,
EXCETO em:
Na redação do texto foi utilizado por diversas vezes
o sinal de pontuação dois-pontos. Pode-se dizer que a
utilização do sinal de dois-pontos no trecho "Mas esse
não é o problema maior: o maior problema continua a
ser o de gastar mal os poucos recursos." (linhas 5-7)
foi feita com valor idêntico ao da utilização no trecho:
Se o autor do texto quisesse dar maior formalidade
à redação do trecho "Mais uma vez o Ministro da
Educação vem a público pedir mais recursos para a
educação" (linhas 1-2), utilizando a forma de
tratamento adequada à autoridade citada, teria de
construir o período da seguinte maneira:
No trecho "O Brasil gasta mais de 6% do seu PIB em
educação, mais de 5% vêm do setor público" (linhas 2-
4), o autor do texto utilizou-se de uma vírgula para
marcar a pausa entre as duas orações do período. Ele
poderia ter optado por outra forma de redação,
utilizando-se de um pronome relativo para estruturar o
período. Se tivesse adotado esta alternativa, o período,
para estar correto, teria de ser construído da seguinte
forma:
Como estratégia discursiva de argumentação, o enunciador, nos parágrafos 2, 4 e 6, após desenvolver uma linha de raciocínio crítica, insere nos referidos parágrafos, com objetivo conclusivo, um período iniciado pela palavra resultado. Esta atitude discursiva relaciona-se à intenção de apresentar o texto numa cadeia de relações entre:
No início do 6o parágrafo, o enunciador do texto
afirma que "o sistema atual de remuneração dos
professores opera na direção contrária à lógica do
mercado", pretendendo com isso dizer que:
No trecho "o desejo de comprar um carro de qualidade não é compatível com a disposição do comprador a pagar um preço capaz de atrair carros de qualidade para esse mercado" (linhas 16-19), o autor utilizou corretamente a preposição a na regência do nome disposição, mas também poderia ter utilizado a preposição de ou para. Nas frases abaixo também está correta a utilização não só da preposição que compõe a frase, mas também a indicada entre parênteses, EXCETO em: