Foram encontradas 520 questões.
Uma associação esportiva organiza kits de treinamento
contendo cordas com comprimentos de 168 m, 252 m e
336 m.
Para garantir uniformidade, todas as cordas devem ser cortadas em segmentos de mesmo tamanho, sem qualquer sobra.
O objetivo é obter o maior comprimento possível para cada segmento, facilitando a distribuição igualitária entre os participantes.
Com base nessas informações, determine o comprimento de cada segmento obtido após os cortes.
Para garantir uniformidade, todas as cordas devem ser cortadas em segmentos de mesmo tamanho, sem qualquer sobra.
O objetivo é obter o maior comprimento possível para cada segmento, facilitando a distribuição igualitária entre os participantes.
Com base nessas informações, determine o comprimento de cada segmento obtido após os cortes.
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João ligou para um corretor de imóveis para obter
informações sobre um terreno em formato de triângulo
retângulo que ele anunciou. Ao perguntar sobre as
medidas dos lados do terreno, o corretor usou um termo
matemático para dar nome ao lado maior. Esse termo é:
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Em uma trilha ecológica, um grupo percorre 18 km em 6
horas, mantendo velocidade constante ao longo de todo
o trajeto. Considerando que a relação entre distância
percorrida e tempo de caminhada é diretamente
proporcional, analise as assertivas a seguir.
I.Em 1 hora de caminhada, o grupo percorre exatamente 3 km. II.Em 4 horas de caminhada, a distância percorrida é de 12 km. III.Em 8 horas de caminhada, mantendo-se o mesmo ritmo, a distância percorrida seria de 24 km. IV.Em 5 horas de caminhada, a distância percorrida seria de 20 km.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.Em 1 hora de caminhada, o grupo percorre exatamente 3 km. II.Em 4 horas de caminhada, a distância percorrida é de 12 km. III.Em 8 horas de caminhada, mantendo-se o mesmo ritmo, a distância percorrida seria de 24 km. IV.Em 5 horas de caminhada, a distância percorrida seria de 20 km.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Comunicar ainda é um ato humano
Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir
conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em
meio a textos automatizados e narrativas guiadas por
algoritmos, surge uma questão essencial: o que
acontece quando delegamos às máquinas não apenas a
forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco
central não é a substituição do humano, mas o
esvaziamento do significado.
Sem intenção consciente, a comunicação se transforma
em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando
sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer,
perde-se a responsabilidade sobre o porquê da
mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo
da manipulação disfarçada de inovação.
Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta
dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para
ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A
inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de
quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível:
a consciência ética humana.
A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria
intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e
comunicar continuam sendo atos humanos profundos,
encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia
pode amplificar, mas apenas o humano decide o que
merece ser dito.
Texto Adaptado
MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at
o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
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Comunicar ainda é um ato humano
Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir
conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em
meio a textos automatizados e narrativas guiadas por
algoritmos, surge uma questão essencial: o que
acontece quando delegamos às máquinas não apenas a
forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco
central não é a substituição do humano, mas o
esvaziamento do significado.
Sem intenção consciente, a comunicação se transforma
em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando
sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer,
perde-se a responsabilidade sobre o porquê da
mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo
da manipulação disfarçada de inovação.
Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta
dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para
ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A
inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de
quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível:
a consciência ética humana.
A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria
intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e
comunicar continuam sendo atos humanos profundos,
encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia
pode amplificar, mas apenas o humano decide o que
merece ser dito.
Texto Adaptado
MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at
o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
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Comunicar ainda é um ato humano
Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir
conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em
meio a textos automatizados e narrativas guiadas por
algoritmos, surge uma questão essencial: o que
acontece quando delegamos às máquinas não apenas a
forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco
central não é a substituição do humano, mas o
esvaziamento do significado.
Sem intenção consciente, a comunicação se transforma
em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando
sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer,
perde-se a responsabilidade sobre o porquê da
mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo
da manipulação disfarçada de inovação.
Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta
dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para
ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A
inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de
quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível:
a consciência ética humana.
A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria
intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e
comunicar continuam sendo atos humanos profundos,
encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia
pode amplificar, mas apenas o humano decide o que
merece ser dito.
Texto Adaptado
MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at
o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
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Comunicar ainda é um ato humano
Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir
conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em
meio a textos automatizados e narrativas guiadas por
algoritmos, surge uma questão essencial: o que
acontece quando delegamos às máquinas não apenas a
forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco
central não é a substituição do humano, mas o
esvaziamento do significado.
Sem intenção consciente, a comunicação se transforma
em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando
sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer,
perde-se a responsabilidade sobre o porquê da
mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo
da manipulação disfarçada de inovação.
Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta
dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para
ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A
inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de
quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível:
a consciência ética humana.
A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria
intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e
comunicar continuam sendo atos humanos profundos,
encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia
pode amplificar, mas apenas o humano decide o que
merece ser dito.
Texto Adaptado
MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at
o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
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Comunicar ainda é um ato humano
Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir
conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em
meio a textos automatizados e narrativas guiadas por
algoritmos, surge uma questão essencial: o que
acontece quando delegamos às máquinas não apenas a
forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco
central não é a substituição do humano, mas o
esvaziamento do significado.
Sem intenção consciente, a comunicação se transforma
em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando
sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer,
perde-se a responsabilidade sobre o porquê da
mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo
da manipulação disfarçada de inovação.
Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta
dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para
ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A
inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de
quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível:
a consciência ética humana.
A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria
intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e
comunicar continuam sendo atos humanos profundos,
encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia
pode amplificar, mas apenas o humano decide o que
merece ser dito.
Texto Adaptado
MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia,
[s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at
o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
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A Tuberculose (TB (Tuberculose)) continua sendo um
problema de saúde pública no Brasil. O tratamento
padrão utiliza o esquema básico com Rifampicina (R),
Isoniazida (I), Pirazinamida (Z) e Etambutol (E). Assim,
analise as afirmativas a seguir.
I.O esquema básico para tratamento de casos novos de tuberculose pulmonar e extrapulmonar (exceto meningoencefalica) em adultos e adolescentes tem duração de 6 meses, sendo 2 meses de fase intensiva (RIPE (Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e Etambutol)) e 4 meses de fase de manutenção (RI (Resistência à Insulina)).
II.O Etambutol pode causar neurite óptica retrobulbar, devendo ser utilizado com cautela e monitoramento visual, especialmente em crianças onde a avaliação da acuidade visual é difícil.
III.A Pirazinamida é a droga mais hepatotóxica do esquema básico e também é responsável pela hiperuricemia que pode causar artralgia em alguns pacientes.
IV.O tratamento diretamente observado (TDO (Tratamento de Disfunção Oclusal)) é recomendado apenas para pacientes em situação de rua ou com histórico de abandono prévio, não sendo necessário para a população geral aderente.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I.O esquema básico para tratamento de casos novos de tuberculose pulmonar e extrapulmonar (exceto meningoencefalica) em adultos e adolescentes tem duração de 6 meses, sendo 2 meses de fase intensiva (RIPE (Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e Etambutol)) e 4 meses de fase de manutenção (RI (Resistência à Insulina)).
II.O Etambutol pode causar neurite óptica retrobulbar, devendo ser utilizado com cautela e monitoramento visual, especialmente em crianças onde a avaliação da acuidade visual é difícil.
III.A Pirazinamida é a droga mais hepatotóxica do esquema básico e também é responsável pela hiperuricemia que pode causar artralgia em alguns pacientes.
IV.O tratamento diretamente observado (TDO (Tratamento de Disfunção Oclusal)) é recomendado apenas para pacientes em situação de rua ou com histórico de abandono prévio, não sendo necessário para a população geral aderente.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
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4031259
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Nova Veneza-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Nova Veneza-SC
Provas:
Carla aplicou R$ 50.000,00 em um investimento que
rende juros compostos à taxa de 2% ao trimestre, pelo
prazo de 6 meses. Para avaliar o retorno financeiro da
aplicação, analise as afirmações a seguir.
I.A aplicação do regime composto exige a utilização da fórmula M = C * (1 + i)?.
II.O montante ao final de 6 meses é obtido multiplicando o capital inicial por 1,2.
III.O tempo usado deve ser de 2 trimestres, que corresponde a 6 meses.
IV.O montante final da aplicação é inferior a R$ 50.200,00.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.A aplicação do regime composto exige a utilização da fórmula M = C * (1 + i)?.
II.O montante ao final de 6 meses é obtido multiplicando o capital inicial por 1,2.
III.O tempo usado deve ser de 2 trimestres, que corresponde a 6 meses.
IV.O montante final da aplicação é inferior a R$ 50.200,00.
Está CORRETO o que se afirma em:
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