Magna Concursos

Foram encontradas 230 questões.

2422369 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
Das alterações feitas na redação do fragmento “No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica”, aquela que está INCOERENTE, por não haver correlação entre os tempos verbais, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422317 Ano: 2011
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
O Regime Geral de Previdência Social possibilita ao segurado o acesso a benefícios e serviços. Dentre eles, podemos destacar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422276 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
Uma entidade pode ter títulos e empréstimos para fins de intermediação que sejam semelhantes a estoques adquiridos especificamente para revenda. Portanto, os fluxos de caixa decorrentes da compra e venda desses títulos são classificados como atividades:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422206 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
SINAIS DE ALERTA
O câncer de cólon, o segundo maior causador de mortes de câncer nos Estados Unidos, está em queda. A última edição do “Vital Signs”, relatório estatístico do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) daquele país, registrou menos 32 mil óbitos provocados por esta doença entre os anos de 2003 e 2007. A redução, conclui o próprio estudo, deve-se ao aumento do check-up médico, prática que era adotada por 52%dos americanos em 2002 e subiu para 65% em 2010.
No ano passado, quase dois terços dos americanos submeteram-se a exames preventivos, que permitem diagnosticar e tratar o câncer de cólon no nascedouro - com ampla possibilidade de cura, ressalte-se. No entanto, estes números, que revelam o crescimento do check-up médico entre homens com mais de 50 anos, não são os que estão na mira do CDC. O relatório adverte que um contingente de 22 milhões de americanos, nesta faixa etária, que não praticam a prevenção médica, pode engrossar as estatísticas de letalidade pelo câncer de cólon.
No Brasil, a neoplasia colorretal é o segundo tipo de câncer mais frequente em mulheres e o terceiro em homens, sendo responsável em 2007 por 11.322 óbitos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (lnca), no ano passado, foram registrados 28.110 novos casos, sendo 13.310 em homens e 14.800 em mulheres.
Os sinais de alerta da doença são vários: anemia de origem indeterminada, diarreia, prisão de ventre, desconforto abdominal com gases ou cólicas, sangramento nas fezes e/ou anal e a sensação de que o intestino não se esvaziou.
A melhor sinalização, porém, vem do check-up médico, que, ao diagnosticar a doença antes de os sintomas aparecerem, a torna mais fácil de ser tratada. A partir dos 50 anos todos devem se submeter à investigação de câncer de cólon. Em nossa clínica, constatamos uma incidência de 19% de pólipos identificados nos exames específicos que compõem a bateria de exames realizados no check-up. Os pólipos são em princípio lesões benignas, mas podem gerar tumores no intestino grosso e no reto. Detectados precocemente e devidamente retirados, na maioria dos casos não oferecem riscos.
Nossa experiência de mais de 20 anos, ao longo dos quais realizamos mais de 55 mil check-ups médicos, nos permite afirmar que o câncer de cólon está intimamente ligado ao estilo de vida do indivíduo. Dados recentes do banco de dados da clínica, único sobre a saúde dos executivos brasileiros, revelam que: a) 70% têm estilo de vida inadequado, com altos níveis de estresse; b) 60% mantêm alimentação desequilibrada; c) 50% são sedentários; d) 50% consomem regularmente bebidas alcoólicas; e) 45% estão acima do peso ideal; f) 15% são fumantes.
Ora, quando observamos as condições descritas acima e as relacionamos com o desenvolvimento das doenças, concluímos que a saúde do homem moderno está ameaçada por vários fatores de risco, como obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e tabagismo. No caso específico do câncer de cólon pesam também a idade acima de 50 anos e os antecedentes familiares.
A prevenção do câncer colorretal baseia-se em uma dieta rica em vegetais e laticínios, e pobre em gordura, principalmente a saturada, evitando-se sempre o consumo exagerado de carne vermelha. O ciclo da boa saúde se completa com a prática regular de atividade física.
No plano pessoal, o check-up médico é a base para a promoção da saúde do indivíduo. No âmbito empresarial, constitui a preservação do maior patrimônio de uma organização, que são os seus colaboradores estratégicos, responsáveis pela sobrevivência, crescimento e perpetuação da empresa. Por isso, investir em prevenção é garantir não apenas qualidade de vida dos indivíduos, mas a segurança empresarial e o bom resultado dos negócios.
(DUARTE, Rodrigo. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
Na oração “60% mantêm alimentação desequilibrada”, com o termo sujeito na forma de expressão de proporcionalidade, a concordância foi feita corretamente. Das frases abaixo, também com o termo sujeito na forma de expressão de proporcionalidade, está INCORRETA, quanto à concordância, a seguinte:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422154 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
Das alterações feitas na oração em caixa alta no período “Hoje, todo mundo pode até fazer música, MESMOSEM SABER MÚSICA”, aquela em que o sentido está em DESACORDO com o original é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422076 Ano: 2011
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, nenhum benefício ou serviço relativo à seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422066 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
De acordo com o CPC 26, a mutação que ocorre no patrimônio líquido durante um período que resulta de transações e outros eventos que não são derivados de transações com os sócios na sua qualidade de proprietários é denominada:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422026 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
O quadro de figuras apresentado a seguir segue uma determinada regra lógica:
Enunciado 3128605-1
De acordo com essa mesma regra lógica, a figura que deveria ser colocada no lugar da interrogação, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2422012 Ano: 2011
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
No diagrama Entidade-Relacionamento, o símbolo indicado para representar generalizações e especializações é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2421920 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O JOVEM NÃO TEM MAIS O MESMO MEDO DO HIV
Na última semana, participei em Brasília de um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para definir o “briefing” (informações, orientações) para que as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (10 de dezembro) e do Carnaval 2012.
Especialistas e representantes de diversos setores da sociedade foram discutir qual será o foco dessas campanhas. Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de “epidemia concentrada”, ou seja, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial.
Neste ano, os jovens continuam como um foco importante de cuidado. Entre os jovens, dois grupos chamam atenção: as meninas, com suas dificuldades em negociar o uso do preservativo e sua confiança cega nos jovens companheiros; e os garotos que fazem sexo com outros garotos e têm se descuidado com frequência em suas novas experiências.
Dados sugerem que, em 35% dos casos novos em jovens, a transmissão se deu entre dois homens.
Discutir a valorização da autoestima e da vida e o combate ao estigma, ao preconceito e à violência é parte dos objetivos da campanha do Ministério da Saúde.
Outro foco é mostrar a importância, mesmo nos dias de hoje, do cuidado, da prevenção e da administração dos riscos no caso da Aids.
Hoje, o jovem não vê o vírus HIV como sendo aquele mesmo bicho de sete cabeças que as gerações anteriores enxergavam.
Houve uma banalização da doença, talvez por um afastamento dos períodos mais críticos da epidemia, da chegada de tratamentos mais eficazes ou, ainda, do uso de profilaxia (prevenção) com remédios em alguns casos especiais.
Mas a história está longe de ser resolvida. O vírus está aí, as pessoas continuam a se infectar em velocidade semelhante à dos últimos anos, e os jovens que têm uma longa vida sexual pela frente não gerenciam bem os seus riscos.
O que fazer? Trabalhar a informação mais e melhor! Tentar mexer nas ideias e nas emoções é um caminho!
(BOUER, Jairo. Folha de São Paulo, 17/10/11.)
A expressão em caixa alta no trecho “OU SEJA, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial” pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido, por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas