Foram encontradas 61 questões.
Com base no texto de Thornton (2003, pp. 65-66), responda às questões de números 42 e 43.
“Diversos fatores técnicos e geográficos fizeram com que os europeus fossem os mais apropriados para explorar o Atlântico e desenvolver seu comércio. Mas a tarefa requeria também fortes justificativas políticas e econômicas antes de ser realizada.
Nesse cenário, é possível perceber os avanços tecnológicos nos métodos de navegação mais como consequência do que como elemento condutor das descobertas.”
No processo de expansão marítima, ocorrido nos séculos XVI e XVII, os europeus estabeleceram contato com diferentes povos africanos. A característica das sociedades subsaarianas, localizadas na Costa Atlântica, que mais chamou a atenção dos europeus foi:
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Com base no texto de Thornton (2003, pp. 65-66), responda às questões de números 42 e 43.
“Diversos fatores técnicos e geográficos fizeram com que os europeus fossem os mais apropriados para explorar o Atlântico e desenvolver seu comércio. Mas a tarefa requeria também fortes justificativas políticas e econômicas antes de ser realizada.
Nesse cenário, é possível perceber os avanços tecnológicos nos métodos de navegação mais como consequência do que como elemento condutor das descobertas.”
Nessa perspectiva valorizada pelo autor, destaca-se a compreensão de que as grandes navegações oceânicas tiveram como fator o(a):
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Com base no texto abaixo, responda às questões de números 40 e 41.
Como o escritor Victor Hugo salvou a Catedral de Notre Dame
A catedral de Notre-Dame passa por um dos piores momentos de sua história. O incêndio destruiu grande parte do telhado, além de ter resultado no desmoronamento da “flecha”, a torre mais alta da igreja. Com a tragédia fresca na memória, é difícil acreditar que ela já passou por momentos tão graves quanto o atual – e foi até ameaçada de demolição durante a Revolução Francesa.
Em 1829, Victor Hugo começa a escrever “Notre-Dame de Paris”, um dos maiores clássicos da literatura francesa. Apesar de Victor Hugo ter deixado mais que claro que o protagonismo é da catedral, o título em inglês e as versões cinematográficas do livro criaram, no imaginário popular, a ideia de que o corcunda foi o personagem principal da história. O livro denunciou a negligência e degradação do local histórico e despertou o olhar do público à beleza da construção. Apesar de ter sido escrita no século XIX, a história se passa em 1482. Ele retrata a sociedade parisiense que vive ao redor de Notre-Dame. A popularização do livro combinada às descrições sobre a imponente catedral fez com que os franceses fizessem pressão pedindo a reforma da igreja que passou por 20 anos de obras, de 1844 a 1864. (Adaptado de Superinteressante, 2019)
A comoção provocada durante o século XIX, pelo livro de Victor Hugo, é explicada em função do processo social de:
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“Cada cidade-Estado antiga possuía sua própria forma de governo. Mas em todas elas a política era exercida através de conselhos e assembleias. Os conselhos eram formados por um grupo específico de cidadãos que geriam os assuntos cotidianos da cidade e apresentavam propostas à assembleia. Podiam ser compostos por cidadãos mais velhos, como em Esparta e Roma, ou dos cidadãos mais ricos, como nas cidades de Massília ou Rodes, ou podiam ser eleitos anualmente, como em Atenas.”
(GUARINELLO, 2006, p. 26).
Duas limitações à participação política analisada pelo autor, comum às poleis mencionadas, eram:
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Analise o texto a seguir:
O movimento orbital da Terra ao redor do Sol era apreendido de forma indireta e empírica como a sucessão periódica dos três grandes momentos do calendário: as estações (ter) Akhet (período da inundação), Peret (época das sementeiras) e Chemu (época das colheitas). Três estações de quatro meses cada, num total de 12 meses de 30 dias cada. Dentro do ano de 360 dias, cada período de 120 dias representava uma etapa de um percurso sequencial, eternamente renovado; sempre igual (porque era um tempo eternamente recomeçado), mas nunca o mesmo em cada ocorrência (porque o meio natural era perpetuamente imprevisível). O volume da inundação, as pragas que se abatiam sobre as culturas, o tamanho das searas, a quantidade de cereal ceifado eram variáveis imprevisíveis de uma mesma equação natural anual. (Adaptado de “Concepção e percepção de tempo e temporalidade no Egito Antigo”, de José das Candeias Sales, 2006) |
A concepção de tempo que organizava o calendário no Egito Antigo apresentada no texto é predominantemente:
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Considere o texto a seguir
A teoria de que o povoamento das Américas teria se dado por duas levas migratórias distintas acaba de ser desmontada. Um estudo feito a partir de DNA fóssil, com amostras dos mais antigos esqueletos encontrados no continente, confirmou a existência de um único grupo populacional ancestral de todas as etnias da América. Com isso, os traços do rosto de Luzia – como foi batizado o crânio da jovem paleoamericana descoberto na década de 1970 – foi redesenhado. A primeira reconstrução facial de Luzia, uma mulher que viveu em Lagoa Santa (MG) há 12.500 anos, foi feita na década de 1990. (Adaptado de Agência Brasil, 2018)
Novo Rosto de Luzia: 1992 x 2018 |
A mudança na imagem atribuída à Luzia está diretamente relacionada ao advento de uma nova teoria que explica a chegada do homem ao continente americano. Tal chegada teria ocorrido por deslocamento de povos de origem:
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Esteban (2014) aponta a existência de um descompasso entre o projeto educacional em curso, no que se refere à avaliação educacional, pensado sob uma ótica monocultural, e a dinâmica social de nosso país, cuja sociedade é essencialmente pluricultural, além de desigual. É correto afirmar que esse projeto em questão:
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Leia a charge a seguir:

O debate sobre questões de gênero na escola tem como um de seus objetivos colocar em pauta atribuições de gênero na busca por igualdade de oportunidades, tanto na escola quanto no conjunto da vida social – acesso e permanência na escola, acesso ao mundo do trabalho, divisão igualitária de tarefas e responsabilidades domésticas. O tema tem causado muita polêmica, mas há amparo legal, na medida em que a lei nº 9.394/1996 estabelece que a educação deve:
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Oliveira e Sussekind (2017) apresentam o currículo como criação a partir dos cotidianos, definindo-o como:
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Tendo em vista as contribuições da história e da cultura africana, indígena e afro-brasileira, e o exposto por Gomes (2012), é preciso praticar currículos que:
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