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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), criado em 2007, realiza a distribuição de recursos com base no número de
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT

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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
Os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (RCNEI) reúnem princípios que fundamentam a ação educativa voltada ao público infantil. NÃO é princípio constante dos RCNEI:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
A Resolução n.º 7, de 14 de dezembro de 2010, reúne fundamentos orientadores de políticas públicas educacionais e de elaborações curriculares. Entre seus fundamentos encontra-se o comprometimento com uma educação com qualidade social. Tendo em vista a compreensão de que essa educação deva ser relevante, pertinente e equitativa, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A equidade requer um tratamento homogêneo ao que se apresenta como desigual no ponto de partida com vista a assegurar a todos igualdade de direitos à educação.
( ) A relevância diz respeito à promoção de aprendizagens significativas com vista às exigências sociais e ao desenvolvimento pessoal.
( ) A pertinência está relacionada à possibilidade de atendimento de necessidades e características relativas aos contextos sociais e culturais dos estudantes, considerando-se suas diferentes capacidades e interesses.
Assinale a sequência correta.
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O salário mensal de um trabalhador, sem qualquer desconto, é R$ 545,00. Admita que sobre o valor do salário mensal 20% sejam recolhidos à Previdência Social, dos quais 8% são de responsabilidade do trabalhador e os 12% restantes são pagos pelo empregador. A partir dessas informações, quais são, respectivamente, os valores do salário mensal do trabalhador já descontada a Previdência Social e do recolhimento do empregador à Previdência Social?
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Na peça infantil The Backyardigans, os ingressos foram vendidos a R$ 60,00 a inteira e R$ 30,00 a meia/estudante. Numa sessão, o número de ingressos meia/estudante vendidos foi o triplo do número de ingressos inteira. Sabendo-se que a sala com capacidade para 700 pessoas estava com todos os lugares ocupados, quanto foi a arrecadação dessa sessão?
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Instrução: Leia atentamente o texto da cronista Lya Luft e responda a questão a seguir.
A arte da celebração
A passagem de ano não deveria pedir projetos (e posteriores remorsos), mais projetos (e mais futuros arrependimentos), e sim abrir a portinhola de algum alívio, alguma alegria. Mas talvez a gente goste de sofrer. Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário, que num remoto mosteiro pede a um monge bem moço que o ajude ainda uma vez a ir à biblioteca que guarda preciosos alfarrábios. Pela última vez, ele quer folhear uma enciclopédia ou encíclica papal, algo assim ─ a princípio, o moço não entende direito. O jovem monge instala, então, o velhíssimo velhinho junto a uma mesa imensa, tudo lá é muito grande e muito antigo. Mesa de carvalho, é claro. É um aposento secreto no fundo da biblioteca, onde só os monges iniciados entram. O rapaz consegue o livrão, coloca-o na mesa diante do velhíssimo velhinho e sai, dizendo: “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”
Passa-se o tempo, o jovem monge se distrai com seus afazeres, até que se lembra: e o ancião, como estará? Preocupa-se com o longo silêncio ─ será que ele morreu? Corre até o fundo da biblioteca, até a sala secreta, e encontra o velho monge batendo repetidamente a cabeça no tampo da mesa.
- Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!
O monge centenário chora e repete certas palavras que o moço custa a entender:
- Imagine, imagine! A palavra de ordem, a recomendação, a essência, não era celebate. Mas celebrate!
Logicamente, em inglês a coisa tem mais graça, mas mesmo quem lê aqui há de entender: desperdiçamos tempo, vida e energia sofrendo por bobagens, arruinando as alegrias, ignorando afetos, trabalhando mais do que seria necessário para a nossa dignidade, curtindo mais o negativo do que o positivo, quando afinal a ordem divina metafórica é que não precisamos fazer o sacrifício do celibato, mas celebrar a vida. Pessoalmente, sempre acreditei que a melhor homenagem que se faz a uma divindade, se nela acreditamos, é celebrar ─ respeitando, amando, curtindo, cuidando ─ a vida, a natureza, a arte, o enigma de tudo.
Mas nós, humanos, nem sempre espertos (embora a gente se ache, e muito), em vez de celebrar a passagem de ano, passamos boa parte dela nos enrolando. As providências excessivas, as compras, as comidas, as dívidas, em dezenas de prestações... Os planos. Mas para que planos, quando o melhor é ter um só? Ser mais feliz, mais alegre, mais amoroso, mais honrado, mais pacífico. [...]
(Revista VEJA, 05/01/2011.) Questão 01
Para enfatizar suas ideias, a autora fez uso do recurso da enumeração. Qual trecho é exemplo desse recurso?
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