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Instrução: Leia o texto de uma campanha publicitária publicada no jornal O Estado de São Paulo, em 25 de março de 2006, e responda a questão a seguir.

(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2006.) Questão 04
Assinale a alternativa que apresenta corretamente os interlocutores do texto.
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A figura a seguir apresenta o esboço de um cilindro circular reto e a sua respectiva planificação. Analise-a.

Admitindo-se r = 2 cm e H = 4 cm, pode-se afirmar que as medidas da área total e do volume do cilindro são, respectivamente:
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Admita que a Prefeitura de Rondonópolis tenha promovido um curso básico de informática para 460 jovens com faixa etária de 13 a 17 anos. A tabela abaixo apresenta a relação das idades dos jovens matriculados no curso com suas respectivas frequências absolutas.

A partir dessas informações, analise as afirmativas.
I - A moda das idades dos jovens matriculados no curso é 15 anos.
II - A média aritmética das idades (I ) dos jovens matriculados no curso básico de informática é calculada por meio da expressão:

III - A mediana das idades dos jovens matriculados no curso é 14,5 anos.
Está correto o que se afirma em
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Assaltante nordestino
- Ei, bichim...Isso é um assalto... Arriba os braços e num se bula nem faça muganga... Arrebola o dinheiro no mato e não faça pantim se não enfio a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora! Perdão, meu Padim Ciço, mas é que eu tô com uma fome da moléstia...
Assaltante mineiro
- Ô, sô, prestenção...Isso é um assarto, uai... Levanta os braço e fica quetim quesse trem na minha mão tá cheio de bala... Mió passá logo os trocado que eu num tô bão hoje. Vai andando, uai! Tá esperando o quê, uai!!
Assaltante baiano
- Ó, meu rei... Isso é um assalto... (longa pausa). Levanta os braços, mas não se avexe não... (pausa). Se num quiser, nem precisa levantar, pra num fica cansado... Vai passando a grana, bem devagarinho... (longa pausa). Num repara se o berro está sem bala, mas é pra num ficá muito pesado... Não esquenta, meu irmãozinho (longa pausa). Vou deixar teus documentos na encruzilhada...
Assaltante paulista
- Orra, meu... Isso é um assalto, meu... Alevanta os braços e passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo, meu... Pô, se manda, meu...
A partir da leitura do texto e da concepção de linguagem que o fundamenta, analise as afirmativas sobre linguagem.
I - Todas as variedades linguísticas regionais são perfeitamente adequadas à realidade em que se inserem.
II - É compromisso da escola ensinar a variedade padrão, mas não denegrir ou eliminar a língua que o aluno traz de casa.
III - Para dominar uma língua, basta conhecer as palavras, seus sentidos e as leis que regem a combinação dessas palavras.
Está correto o que se afirma em
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Em relação ao que estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n.º 8.069/1990, que dá proteção integral à criança e ao adolescente, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É obrigação dos pais ou responsáveis conhecer o processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.
( ) Constitui dever da criança organizar e participar de entidades estudantis.
( ) É assegurado à criança e ao adolescente o direito de igualdade de condições para acesso e permanência na escola.
( ) Constitui direito da criança e do adolescente serem respeitados por seus educadores.
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia atentamente o texto da cronista Lya Luft e responda a questão a seguir.
A arte da celebração
A passagem de ano não deveria pedir projetos (e posteriores remorsos), mais projetos (e mais futuros arrependimentos), e sim abrir a portinhola de algum alívio, alguma alegria. Mas talvez a gente goste de sofrer. Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário, que num remoto mosteiro pede a um monge bem moço que o ajude ainda uma vez a ir à biblioteca que guarda preciosos alfarrábios. Pela última vez, ele quer folhear uma enciclopédia ou encíclica papal, algo assim ─ a princípio, o moço não entende direito. O jovem monge instala, então, o velhíssimo velhinho junto a uma mesa imensa, tudo lá é muito grande e muito antigo. Mesa de carvalho, é claro. É um aposento secreto no fundo da biblioteca, onde só os monges iniciados entram. O rapaz consegue o livrão, coloca-o na mesa diante do velhíssimo velhinho e sai, dizendo: “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”
Passa-se o tempo, o jovem monge se distrai com seus afazeres, até que se lembra: e o ancião, como estará? Preocupa-se com o longo silêncio ─ será que ele morreu? Corre até o fundo da biblioteca, até a sala secreta, e encontra o velho monge batendo repetidamente a cabeça no tampo da mesa.
- Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!
O monge centenário chora e repete certas palavras que o moço custa a entender:
- Imagine, imagine! A palavra de ordem, a recomendação, a essência, não era celebate. Mas celebrate!
Logicamente, em inglês a coisa tem mais graça, mas mesmo quem lê aqui há de entender: desperdiçamos tempo, vida e energia sofrendo por bobagens, arruinando as alegrias, ignorando afetos, trabalhando mais do que seria necessário para a nossa dignidade, curtindo mais o negativo do que o positivo, quando afinal a ordem divina metafórica é que não precisamos fazer o sacrifício do celibato, mas celebrar a vida. Pessoalmente, sempre acreditei que a melhor homenagem que se faz a uma divindade, se nela acreditamos, é celebrar ─ respeitando, amando, curtindo, cuidando ─ a vida, a natureza, a arte, o enigma de tudo.
Mas nós, humanos, nem sempre espertos (embora a gente se ache, e muito), em vez de celebrar a passagem de ano, passamos boa parte dela nos enrolando. As providências excessivas, as compras, as comidas, as dívidas, em dezenas de prestações... Os planos. Mas para que planos, quando o melhor é ter um só? Ser mais feliz, mais alegre, mais amoroso, mais honrado, mais pacífico. [...]
(Revista VEJA, 05/01/2011.) Questão 01
A primeira coluna apresenta tipos de registro de linguagem e a da direita, exemplos. Numere a primeira coluna de acordo com a segunda.
1 – Registro formal
2 – Registro informal
( ) - Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!
( ) Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário
( ) Mas talvez a gente goste de sofrer.
( ) “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”
Assinale a sequência correta.
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