Foram encontradas 103 questões.
Matheus e Rafaela decidiram montar um quebra-cabeças com 100 peças. Combinaram que, após embaralharem as peças, cada um ficaria com metade e que, um sucessivamente ao outro, teria um tempo determinado para encontrar e encaixar uma peça, até que a montagem do quebra-cabeças estivesse completa. O que não conseguisse dentro do tempo estipulado passaria a vez. Depois de algum tempo, 52 peças estavam encaixadas e Rafaela tinha o dobro de peças mais três que a quantidade de Matheus. A partir dessas informações, qual a quantidade de peças que Rafaela tinha a mais que Matheus?
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT

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A primeira coluna apresenta pesquisadores cujas teorias dão suporte à Educação Infantil e a segunda, suas contribuições teóricas. Numere a primeira com a segunda.
1 – Maria Montessori
2 – John Dewey
3 – Emília Ferreiro
( ) A educação deve guiar-se pelo pressuposto de que a escola é vida e não uma preparação para a vida.
( ) À pedagogia cabe enfatizar a autoeducação e não a defesa do professor como fonte de conhecimentos.
( ) A criança tem um papel ativo no que se refere à elaboração de conhecimentos relacionados à linguagem.
Assinale a sequência correta.
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Instrução: Leia atentamente o texto da cronista Lya Luft e responda a questão a seguir.
A arte da celebração
A passagem de ano não deveria pedir projetos (e posteriores remorsos), mais projetos (e mais futuros arrependimentos), e sim abrir a portinhola(b) de algum alívio, alguma alegria. Mas talvez a gente goste de sofrer. Lembrei-me agora da deliciosa historinha do monge muito velho, quase centenário, que num remoto mosteiro(a) pede a um monge bem moço que o ajude ainda uma vez a ir à biblioteca que guarda preciosos alfarrábios. Pela última vez, ele quer folhear uma enciclopédia ou encíclica papal, algo assim ─ a princípio, o moço não entende direito. O jovem monge instala, então, o velhíssimo velhinho junto a uma mesa imensa, tudo lá é muito grande e muito antigo. Mesa de carvalho, é claro. É um aposento secreto no fundo da biblioteca, onde só os monges iniciados entram. O rapaz consegue o livrão, coloca-o na mesa diante do velhíssimo velhinho e sai, dizendo: “Qualquer coisa, toque essa sineta que eu venho acudi-lo.”
Passa-se o tempo, o jovem monge se distrai com seus afazeres(c), até que se lembra: e o ancião, como estará? Preocupa-se com o longo silêncio ─ será que ele morreu? Corre até o fundo da biblioteca, até a sala secreta, e encontra o velho monge batendo repetidamente a cabeça no tampo da mesa.
- Mestre, o que houve? O senhor vai se machucar!
O monge centenário chora e repete certas palavras que o moço custa a entender:
- Imagine, imagine! A palavra de ordem, a recomendação, a essência, não era celebate. Mas celebrate!
Logicamente, em inglês a coisa tem mais graça, mas mesmo quem lê aqui há de entender: desperdiçamos tempo, vida e energia sofrendo por bobagens, arruinando as alegrias, ignorando afetos, trabalhando mais do que seria necessário para a nossa dignidade(d), curtindo mais o negativo do que o positivo, quando afinal a ordem divina metafórica é que não precisamos fazer o sacrifício do celibato, mas celebrar a vida. Pessoalmente, sempre acreditei que a melhor homenagem que se faz a uma divindade, se nela acreditamos, é celebrar ─ respeitando, amando, curtindo, cuidando ─ a vida, a natureza, a arte, o enigma de tudo.
Mas nós, humanos, nem sempre espertos (embora a gente se ache, e muito), em vez de celebrar a passagem de ano, passamos boa parte dela nos enrolando. As providências excessivas, as compras, as comidas, as dívidas, em dezenas de prestações... Os planos. Mas para que planos, quando o melhor é ter um só? Ser mais feliz, mais alegre, mais amoroso, mais honrado, mais pacífico. [...]
(Revista VEJA, 05/01/2011.) Questão 01
A cronista utilizou várias palavras com sentido figurado, conotativo, imprimindo literariedade ao texto. Qual alternativa apresenta palavra com sentido conotativo?
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Assaltante nordestino
- Ei, bichim...Isso é um assalto... Arriba os braços e num se bula nem faça muganga... Arrebola o dinheiro no mato e não faça pantim se não enfio a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora! Perdão, meu Padim Ciço, mas é que eu tô com uma fome da moléstia...
Assaltante mineiro
- Ô, sô, prestenção...Isso é um assarto, uai... Levanta os braço e fica quetim quesse trem na minha mão tá cheio de bala... Mió passá logo os trocado que eu num tô bão hoje. Vai andando, uai! Tá esperando o quê, uai!!
Assaltante baiano
- Ó, meu rei... Isso é um assalto... (longa pausa). Levanta os braços, mas não se avexe não... (pausa). Se num quiser, nem precisa levantar, pra num fica cansado... Vai passando a grana, bem devagarinho... (longa pausa). Num repara se o berro está sem bala, mas é pra num ficá muito pesado... Não esquenta, meu irmãozinho (longa pausa). Vou deixar teus documentos na encruzilhada...
Assaltante paulista
- Orra, meu... Isso é um assalto, meu... Alevanta os braços e passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo, meu... Pô, se manda, meu...
A análise da linguagem das cenas permite afirmar:
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Sobre a construção da charge, analise as afirmativas.
I - O contexto social apresentado na charge sugere uma situação socioeconômica de pobreza.
II - Os componentes casebres de madeira, lixo a céu aberto, terreno baldio fortalecem a crítica implícita na charge.
III - O maior número de covas abertas do que de caixões indica a expectativa de mais mortes de crianças.
Está correto o que se afirma em
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Vigotsky apresentou, em sua teoria, um aspecto inovador ao estabelecer relação entre os fatores sociais e a formação de conceitos por parte das crianças. Sobre o processo de formação de conceitos na ótica de Vigotsky, analise as afirmativas.
I - A formação de conceitos é um processo que pressupõe a superação da fase de classificação de objetos, a interação verbal com os adultos e só se concretiza, de fato, na adolescência.
II - A elaboração de conceitos até a adolescência é precedida pela classificação de objetos que evolui desde uma fase inicial, caracterizada por agrupamentos desorganizados, até uma fase anterior à fase de formação de conceitos, caracterizada por pseudoconceitos.
III - O pseudoconceito serve de elo entre o pensamento por complexos e o pensamento por conceitos, de modo que a comunicação verbal com os adultos torna-se um fator significativo no desenvolvimento de conceitos.
Está correto o que se afirma em
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Rondonópolis-MT
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