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Segundo SALA e ACIEM (2013) o desenvolvimento da pessoa com deficiência visual, seja essa com baixa visão ou cegueira, no universo escolar e fora dele, apresenta características singulares, portanto,
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Para Haddad (2001), não é apenas ofertar um recurso óptico para uma criança ou adulto com baixa visão. É necessário treinamento para adquirir habilidades de uso, bem como, de forma imprescindível, realizar os ajustes necessários para seu uso. Contudo, a maior queixa no uso em relação as lentes de perto, óculos e lupas continua sendo
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Segundo FELLIPE e FELLIPE (1997), ao iniciar o trabalho de orientação e mobilidade é importante compreender as etapas de desenvolvimento de conceitos para guiar, orientar, planejar, desenvolver e executar ações que possam fomentar a aquisição e apropriação adequada de habilidades a pessoa com baixa visão. Sendo assim, devemos
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Para Drezza (2022), ao iniciar a vida escolar crianças videntes, crianças com baixa visão e crianças cegas enfrentam diversos desafios. Isso porque ali será o ambiente de aprendizagem promotor de novidades constantes e de múltiplos fazeres. Nessa concepção, é necessário adequar e adaptar os materiais pensando na individualidade do aluno com deficiência visual, mas o professor poder ir além e fazer uso de recursos metodológicos de apoio como
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De acordo com Cunha (2002), “É uma membrana transparente localizada na porção anterior do globo ocular. Tem como funções permitir a entrada de raios de luz no olho e formar uma imagem nítida na retina”, ou seja, essa estrutura é concebida como
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De acordo com Drezza (2022) é preciso estimular os sentidos para a leitura e escrita em Braille em congruência com o trabalho de desenvolvimento de conceitos e habilidades físicas e táteis. Assim, esse trabalho recebe o nome de
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Na representação em Braille dos números atômicos e de massa, utilizam-se os indicadores
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Segundo Batista et.al. (2009) MEC/SEE, sobre o uso do soroban, indica-se que
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Para Giacomini, Satoreto e Berch (2010), as técnicas de orientação e mobilidade tem como objetivo provocar o “mover-se” da pessoa com deficiência visual, de forma orientada, com segurança e independência. Nesse processo de aprendizagem são utilizadas técnicas de
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Para Domingues et.al., o processo de alfabetização em crianças cegas é e deve ser fomentado por meio de seus sentidos remanescentes, garantindo assim que sua aprendizagem seja significativa e produtiva. Entretanto, para que a criança cega tenha contato com o universo da leitura e da escrita é necessário, primariamente, estimular
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