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Países da Otan concordam em investir 5% do PIB em defesa
Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia
Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)
concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto
(PIB) os gastos em defesa.
A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final
da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça
representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.
"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em
necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à
defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações
individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de
Washington", diz o texto.
A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo
menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada,
para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o
outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral,
incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o
que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais
eficiência.
Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações
que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e
híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos
futuros.
Os países "concordaram em apresentar planos anuais que
mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse
objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em
2029.
Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos
diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em
particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à
segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".
Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota
não fornece uma definição clara da invasão russa no território
ucraniano como uma "guerra de agressão".
Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso
soberano de fornecer apoio à Ucrânia".
No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui
qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao
contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde
havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".
Além disso, não há referências a compromissos financeiros para
Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.
Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a
próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na
Turquia.
O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção
de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição
militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo
maior, depois dos Estados Unidos.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
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Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia
Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)
concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto
(PIB) os gastos em defesa.
A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final
da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça
representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.
"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em
necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à
defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações
individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de
Washington", diz o texto.
A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo
menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada,
para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o
outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral,
incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o
que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais
eficiência.
Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações
que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e
híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos
futuros.
Os países "concordaram em apresentar planos anuais que
mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse
objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em
2029.
Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos
diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em
particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à
segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".
Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota
não fornece uma definição clara da invasão russa no território
ucraniano como uma "guerra de agressão".
Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso
soberano de fornecer apoio à Ucrânia".
No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui
qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao
contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde
havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".
Além disso, não há referências a compromissos financeiros para
Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.
Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a
próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na
Turquia.
O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção
de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição
militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo
maior, depois dos Estados Unidos.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
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Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)
concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto
(PIB) os gastos em defesa.
A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final
da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça
representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.
"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em
necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à
defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações
individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de
Washington", diz o texto.
A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo
menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada,
para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o
outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral,
incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o
que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais
eficiência.
Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações
que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e
híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos
futuros.
Os países "concordaram em apresentar planos anuais que
mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse
objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em
2029.
Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos
diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em
particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à
segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".
Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota
não fornece uma definição clara da invasão russa no território
ucraniano como uma "guerra de agressão".
Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso
soberano de fornecer apoio à Ucrânia".
No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui
qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao
contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde
havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".
Além disso, não há referências a compromissos financeiros para
Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.
Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a
próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na
Turquia.
O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção
de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição
militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo
maior, depois dos Estados Unidos.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
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(PIB) os gastos em defesa.
A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final
da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça
representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.
"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em
necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à
defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações
individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de
Washington", diz o texto.
A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo
menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada,
para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o
outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral,
incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o
que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais
eficiência.
Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações
que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e
híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos
futuros.
Os países "concordaram em apresentar planos anuais que
mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse
objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em
2029.
Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos
diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em
particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à
segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".
Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota
não fornece uma definição clara da invasão russa no território
ucraniano como uma "guerra de agressão".
Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso
soberano de fornecer apoio à Ucrânia".
No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui
qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao
contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde
havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".
Além disso, não há referências a compromissos financeiros para
Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.
Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a
próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na
Turquia.
O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção
de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição
militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo
maior, depois dos Estados Unidos.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
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Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia
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(PIB) os gastos em defesa.
A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final
da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça
representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.
"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em
necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à
defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações
individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de
Washington", diz o texto.
A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo
menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada,
para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o
outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral,
incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o
que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais
eficiência.
Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações
que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e
híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos
futuros.
Os países "concordaram em apresentar planos anuais que
mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse
objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em
2029.
Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos
diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em
particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à
segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".
Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota
não fornece uma definição clara da invasão russa no território
ucraniano como uma "guerra de agressão".
Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso
soberano de fornecer apoio à Ucrânia".
No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui
qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao
contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde
havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".
Além disso, não há referências a compromissos financeiros para
Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.
Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a
próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na
Turquia.
O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção
de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição
militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo
maior, depois dos Estados Unidos.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
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(PIB) os gastos em defesa.
A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final
da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça
representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.
"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em
necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à
defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações
individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de
Washington", diz o texto.
A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo
menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada,
para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o
outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral,
incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o
que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais
eficiência.
Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações
que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e
híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos
futuros.
Os países "concordaram em apresentar planos anuais que
mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse
objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em
2029.
Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos
diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em
particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à
segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".
Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota
não fornece uma definição clara da invasão russa no território
ucraniano como uma "guerra de agressão".
Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso
soberano de fornecer apoio à Ucrânia".
No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui
qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao
contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde
havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".
Além disso, não há referências a compromissos financeiros para
Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.
Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a
próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na
Turquia.
O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção
de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição
militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo
maior, depois dos Estados Unidos.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
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Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia
Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)
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(PIB) os gastos em defesa.
A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final
da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça
representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.
"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em
necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à
defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações
individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de
Washington", diz o texto.
A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo
menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada,
para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o
outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral,
incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o
que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais
eficiência.
Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações
que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e
híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos
futuros.
Os países "concordaram em apresentar planos anuais que
mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse
objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em
2029.
Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos
diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em
particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à
segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".
Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota
não fornece uma definição clara da invasão russa no território
ucraniano como uma "guerra de agressão".
Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso
soberano de fornecer apoio à Ucrânia".
No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui
qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao
contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde
havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".
Além disso, não há referências a compromissos financeiros para
Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.
Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a
próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na
Turquia.
O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção
de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição
militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo
maior, depois dos Estados Unidos.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto
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3828208
Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Tapurah-MT
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Tapurah-MT
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Um usuário, em um computador com MS Windows, acessou
a internet por meio de um navegador qualquer. Ao acessar uma
determinada URL, ele recebeu um código de erro, sendo que
esse código indica que o acesso foi negado devido a credenciais
de autenticação inválidas ou ausentes. O número devolvido, que
representa o código desse erro, é:
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Um usuário de um computador com MS Windows está
utilizando o MS Excel 2010 em uma planilha. No momento, ele
está em uma célula de uma linha dessa planilha e precisa usar
teclas de atalho para mover para a primeira coluna dessa linha.
A(s) tecla(s) de atalho para essa ação é(são):
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Um usuário de um computador com MS Windows,
acessando o MS Word 2010, precisa inserir, em um texto que
está sendo digitado, efeitos de texto adicionais que não estão
disponíveis na galeria dos efeitos de texto. Para acessar a
funcionalidade que permite configurar e incluir novos efeitos de
texto, ele deve clicar no:
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