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Foram encontradas 845 questões.

2907720 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA
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Enunciado 3165095-1

Segundo o texto, a escravidão, no Brasil,

 

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2907719 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA
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De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, NÃO se pode afirmar que:

 

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2907718 Ano: 2019
Disciplina: Música
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA
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O conjunto de sinais convencionais utilizados para representar graficamente a duração, altura, ritmo e outros aspectos de uma obra musical é denominado de:

 

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2907717 Ano: 2019
Disciplina: Música
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA
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Semitom é:
 

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2907716 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

Leia o trecho abaixo:

“...ou, quem sabe,” (L.3)

A regra que explica o uso de vírgulas no período acima é

 

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2907715 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

A forma pronominal “nos”, em “alguns querem nos fazer crer” (L.31/32) exerce a função sintática de:

 

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2907714 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

Ocorre predicado verbal em

 

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2907713 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

O estabelecimento de uma referência curricular comum para todo o País, ao mesmo tempo que fortalece a unidade nacional e a responsabilidade do Governo Federal com a educação, busca garantir, também, o respeito à diversidade que é marca cultural do País, mediante a possibilidade de adaptações que integrem as diferentes dimensões da prática educacional. Nesse sentido, considerando a estrutura do sistema educacional brasileiro, os Parâmetros Curriculares Nacionais podem ser situados em relação a quatro níveis de concretização curricular. Sendo assim, é INCORRETO afirmar que:

 

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Os jogos e as brincadeiras infantis populares propiciam o desenvolvimento da imaginação, o espírito de colaboração, a socialização e ajudam a criança a compreender melhor o mundo. Atualmente, devido ao progresso e às mudanças dele decorrentes, as brincadeiras e jogos infantis populares estão sendo substituídos pela televisão, pelos jogos eletrônicos e pelo computador. Porém, existe uma grande quantidade de jogos e brincadeiras populares conhecidas, que fizeram e ainda fazem a alegria de muitas crianças brasileiras. São exemplos desses jogos e brincadeiras, EXCETO:

 

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Nas abordagens críticas da Educação Física, há uma crítica social que passa a questionar o caráter alienante na Educação Física na escola, propondo um modelo de superação das contradições e injustiças sociais. Nesse sentido, a tendência crítico-superadora tem como característica:

 

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