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Foram encontradas 115 questões.

3566107 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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Leia o texto a seguir:

O futuro é agora

Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado

A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.

Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.

O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023

No trecho “A educação passou por diversas transformações ao longo da história” (1º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:

 

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3566106 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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O futuro é agora

Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado

A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.

Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.

O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023

Na palavra LEVANTAMENTO, o elemento mórfico destacado é classificado como:

 

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3566105 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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O futuro é agora

Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado

A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.

Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.

O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023

A palavra CENSO forma um par de homônimos com a palavra:

 

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3566104 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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O futuro é agora

Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado

A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.

Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.

O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023

O título do texto (“O futuro é agora”) faz alusão ao:

 

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3566103 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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O futuro é agora

Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado

A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.

Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.

O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023

De acordo com o texto, a Educação a Distância:

 

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3566102 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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A liderança da Ditadura Militar tinha dois objetivos com a reforma partidária de 1979: a) “enfraquecer a oposição, fragmentando-a”; e b) “criar oportunidades para o aparecimento de um partido alternativo de situação que não fosse identificado como governo”.

Fonte: SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: Uma biografia. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. p. 469.

Após a sua implementação, o resultado da referida reforma foi o/a:

 

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3566101 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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Os impactos da Revolução Francesa ressoaram na percepção da História e do tempo e, por isso, para Reinhart Koselleck (2006), o marco inicial do regime moderno de historicidade seria o ano de 1789. Quem também analisa este tema é François Hartog (2013), que teoriza acerca dos diferentes regimes de historicidade. Em oposição ao regime atual, o autor destaca que a experiência temporal do regime moderno de historicidade foi marcada pelo:

 

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3566100 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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“Em 23 de agosto de 1939, [Stalin] assinou um pacto de não-agressão com a Alemanha, o conhecido Pacto Molotov-Ribbertrop. Com a assinatura do Pacto, Stalin acreditava estar quebrando a unidade do campo ocidental”.

Fonte: Adaptado de GONÇALVES, Williams da Silva. A Segunda Guerra Mundial. In: REIS FILHO, D. A.; FERREIRA, J.; ZENHA, C. O século XX: O tempo das certezas: formação do capitalismo à Primeira Grande Guerra. Vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. p. 172.

Em relação ao movimento comunista internacional, o referido acordo causou:

 

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3566099 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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Após a abdicação de D. Pedro I, sua partida para Portugal e a impossibilidade de D. Pedro II assumir devido à menoridade, iniciou-se o Período Regencial no Império do Brasil. Este período teve como característica as revoltas regenciais, que, de modo geral, exemplificavam os/as:

 

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3566098 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
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No bojo do Iluminismo, “a secularização significou, até certo ponto, a essência do processo de passagem da transcendência à imanência no campo das teorias e práticas políticas, econômicas e sociais em geral”.

Fonte: FALCON, Francisco J. C. Iluminismo. 3ª Edição. São Paulo: Editora Ática, 1991. p. 32.

A secularização iluminista representou a emancipação dos campos do conhecimento do/a:

 

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