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2290104 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
Os advérbios estabelecem importantes relações lógico-discursivas nos textos dependendo dos termos a que fazem referência. Considere o seguinte fragmento do texto:
" - Infelizmente, não tenho nenhuma revista." (5º§)
O termo destacado revela:
 

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2290103 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
A compreensão do sentido global do texto de Veríssimo permite concluir que o tema da leitura está sendo destacadamente desenvolvido:
 

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2290102 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Quanto as leis:
Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) É um comano que cerceia as ações dos cidadãos;
( ) É o que garante o respeito aos direitos individuais;
( ) É um meio para que o bem comum possa ser alcançado.
( ) Ela Igualmente vincula os homens, na medida em que os compromete a agir de acordo com o que deliberaram.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
 

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2290101 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG

O Artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil diz que "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza" e no termo que "homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações". Se homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, não pode haver qualquer tipo de discriminação na família, no trabalho e na sociedade. Considerando esse contexto, são estabelecidos os seguintes componenetes

1. Família

2. Trabalho

3. Sociedade

Correlacione esses componentes com as afirmativas a seguir.

( ) A maternidade é uma função da mulher, mas o marido tem direito a cinco dias de licença paternidade.

( ) As mulheres e homens devem ser tratados com igual respeito em qualquer situação e ambiente.

( ) As mulheres não podem receber uma remuneração menor que um homem para realizar a mesma função

( ) A mulher tem o mesmo direito do marido ou companheiro com relação às decisões que devem ser tomadas referente aos filhos.

( ) Os trabalhos domésticos devem ser divididos entre ambos, de comum acordo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência respectivamente correta de cima para baixo.

 

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2290100 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
No fragmento "O vício que lhe á origem é a gutembergomania.", presente no primeiro parágrafo; o pronome em destaque cumpre papel coesivo e regasta o seguinte vocábulo:
 

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2290099 Ano: 2014
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Camino de Santiago: La ruta ecuestre compostelana más larga de España
El Camino de Santigao de Levante, recién homologado como el itinerario ecuestre más largo de España, con más de 1.100 kilómetros, quiere promocionarse internacionalmente, pero especialmente en Europa, a través de la Federación Española de Hípica.
El Camino de Santiago e Levante tiene su origen en la ciudad de Valencia y transcurre mayoritariamente por caminos rurales de tierra batida y con pocas dificultades, que lo haces "idóneo" para este tipo de turismo.
La ruta atraviesa de este a oeste la provincia de Valencia, las comunidades autonómicas de Castilla-La Mancha, Madrid, Castilla y León y Galicia.
Este camino ecuestre está basado en el trazado que realizan los peregrinos a pie, aunque con algunas variaciones para minimizar los inconvenientes que el jinete y su caballo suelen encontrase el recorrer la ruta, como el tener que atravesar núcleos urbanos o circular por vías de excesivo tráfico rodado.
EFE/Archivo
Señale la respuesta correcta
Según el texto, la respuesta correcta es:
 

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Texto
Ler devia ser proibido
A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerara invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há, estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
(Guiomarde Grammon)
Ao apresentar brevemente o enredo de clássicos da literatura universal, como “Dom Quixote” e “Madame Bovary”, a autora busca:
 

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2290097 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A questão refere-se ao texto abaixo:
Michael Joseph Jackson’s story was an American tale of celebrity and excess that took him from musical boy wonder to global pop superstar to sad figure haunted by lawsuits, paparazzi and failed plastic surgery.
At the height of his career, Mr. Jackson was indisputably the biggest star in the world; he sold more than 750 million albums. He spent a lifetime surprising people, in his last years mainly because of a surreal personal life, lurid legal scandals, serial plastic surgeries and erratic public behaviorthat turned him — on his very best days — into the butt of late-night talk-show jokes and tabloid headlines.
Mr. Jackson died atage 50 in Los Angeles on June25,2009. His death itself became an enormous spectacle. On television and on the Internet, tens of millions of people worldwide watched a memorial Service at the Staples Center in Los Angeles.
The cause of Mr. Jackson’s death was a mixture of the powerful anesthetic propofol and the anti-anxiety drug lorazepam, according to the Los Angeles County Coroner’s Office.
Two days after Mr. Jackson’s death his personal doctor, Conrad Murray, told detectives that he had been using propofol nearly daily for the last two months to help Mr. Jackson sleep. But he said that he had been trying to wean Mr. Jackson off the drug and had tried sedatives instead. Dr. Murray was charged with involuntary manslaughter for providing him with propofol.
Adapted from New York Times, Nov. 29, 2011
Choose the correct synonym for the word “manslaughter” in “Dr. Murray was charged with involuntary manslaughter for providing him with propofol.”
 

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2290096 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Um crescente avanço na alfabetização é identificado no país, mas ainda há um número elevado de jovens brasileiros que se mostram aquém do esperado quanto ao sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita. Diante dessa afirmação, assinale a alternativa correta:
 

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2290095 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento o educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho, conforme o LDB/96.
Nesse sentido, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
II. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
III. O respeito à liberdade e apreço à tolerância.
IV. Gratuidade no ensino público em estabelecimento oficiais.
V. Valorização do profissional da educação escolar.
VI. Gestão democrática do ensino público, na forma da lei e da legislação dos sistemas de ensino.
VII. Concepções pedagógicas únicas e singulares, reforçando o apreço ao ensino unificado.
Estão corretos apenas os itens:
 

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