Foram encontradas 50 questões.
Telma Luca, gerente de pessoal, utilizou os princípios da teoria da administração tanto no desenho como na implantação de um programa de qualidade de vida no trabalho para sua organização. Isso significa que ela:
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Considerando que a definição de ambiente externo do sistema é relativa ao conjunto de elementos situados fora dele e que uma mudança nos atributos desses elementos afeta o sistema e que esses atributos também podem ser mudados pelo funcionamento do sistema, pode-se afirmar que, em uma organização industrial, o único elemento que faz parte exclusivamente do ambiente externodo sistema é:
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O capital necessário para se ter um montante de R$ 3.300,00 no prazo de 01 (um) ano a uma taxa de 10% ao ano, no regime de juros compostos será de:
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A empresa Tupi Guarani desenvolveu um programa de inovação organizacional tendo por base a mudança de uma estrutura organizacional clássica para uma estrutura apoiada no modelo sistêmico de gestão. Dessa forma, pode-se dizer que a empresa Tupi Guarani passará a atuar de maneira:
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No editor de texto Microsoft Word, os ícones da figura abaixo representam funções de edição de texto. Esses ícones, lidos da esquerda para a direita, representam as seguintes ações:

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A teoria de Administração que pressupõe que o estilo do líder depende mais do ambiente do que da sua personalidade, considerando variáveis como as pessoas, as tarefas, a tecnologia, a cultura e a estrutura, é denominada:
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Com relação ao modelo de administração burocrática, pode-se afirmar que:
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Assinale o enunciado em que a vírgula foi empregada para separar expressão de sentido corretivo ou explicativo:
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Leia o texto abaixo, extraído (e adaptado) do livro A Dança do Universo, de Marcelo Gleiser, antes de responder a questão abaixo, elaborada a partir dele:
Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios. Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente. A Natureza era respeitada e idolatrada, sendo a única responsável pela sobrevivência de nossa espécie, a qual vivia basicamente da caça e de uma agricultura bastante rudimentar. No temor de que catástrofes naturais, tais como vulcões, tempestades ou furacões destruíssem as suas casas e plantações, ou matassem os animais e peixes, várias culturas atribuíram aspectos divinos à Natureza. Os pormenores desse processo de deificação da Natureza variam de acordo com a localização, clima ou com o grau de isolamento de um determinado grupo. Em certas culturas, vários deuses controlavam (ou até personificavam) as diferentes manifestações naturais, enquanto em outras a própria Natureza era divina, a “Deusa-Mãe”. Rituais e oferendas procuravam conquistar a simpatia divina, garantindo assim a sobrevivência do grupo. Através dessa relação com os deuses, os indivíduos buscavam ordenar sua existência, dando sentido a fenômenos misteriosos e ameaçadores. Por outro lado, a relação com os deuses tinha também uma função social, impondo valores morais e éticos que eram fundamentais para a coesão do grupo.
É claro que existe uma grande diferença entre um enfoque religioso e um enfoque científico no estudo da origem do Universo. Teorias científicas são supostamente testáveis e devem ser refutadas se elas não descrevem a realidade. Mesmo que no momento estejamos ainda longe de podermos testar modelos que descrevem a origem do Universo, um modelo matemático só será considerado seriamente pela comunidade científica se puder ser testado experimentalmente. Esse fato básico traz várias dificuldades aos modelos que tentam descrever a origem do Universo. Afinal, como podemos testar esses modelos? No momento, o máximo que podemos esperar é que eles nos deem informações sobre certas propriedades básicas do Universo observado. Mesmo que isso esteja ainda longe de ser um teste da utilidade desses modelos, pelo menos já é um começo.
Assinale a afirmativa INCORRETA a respeito da seguinte frase:
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente.
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Analise a seguinte sentença: Se Mara acorda tarde, então Jonas perde a hora. Dessa forma, sempre podemos garantir que:
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