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Foram encontradas 268 questões.

3232265 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

Com base na NR15, as atividades e operações insalubres são aquelas que se desenvolvem acima dos limites de tolerância de seus anexos ou de atividades mencionadas nos anexos e comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho. A partir desse entendimento, um profissional que esteja desempenhando as atividades laborais em hospital veterinário, realizando procedimentos cirúrgicos em animais de grande porte, tais como: bovinos e equinos, e concomitantemente realiza procedimentos laboratoriais utilizando ácido sulfúrico, perceberá o seguinte adicional de insalubridade:

 

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3232264 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. A seguir, marque a alternativa correta em que estão elencados agentes físicos em concordância com a NR9:

 

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3232263 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

Com relação à NR10, relacionada à habilitação, qualificação, capacitação e autorizações de trabalho, é CORRETO afirmar:

 

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3232262 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

Conforme a NR9, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) considera riscos ambientais os agentes que, em função da natureza, sua concentração, intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos ao trabalhador. Considerando que um laboratório de química é um ambiente controlado, construído em concreto armado e vedação em bloco cerâmico, forro em laje de concreto armado, contrapiso em concreto simples, piso em porcelanato, bancada de granito, contando ainda com os seguintes Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC): sistema de exaustão geral e sistema de exaustão local do tipo capela, o professor e o técnico de laboratório que atuam realizando pesquisas nesse laboratório de química se expõem aos seguintes agentes ambientais:

 

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3232261 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

De acordo com a NR6, para fins de comercialização, Certificado de Aprovação (CA), o Equipamento de Proteção Individual (EPI), terá validade de:

 

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3232260 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

De acordo com a NR7, com relação aos exames que fazem parte do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), é CORRETO afirmar:

 

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3232259 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

A Ufersa recebeu um novo servidor: um técnico de laboratório para atuar no laboratório de química aplicada. Durante o acolhimento, os profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) realizaram um treinamento in loco, apresentando os riscos ocupacionais e os equipamentos de proteção individual de que o profissional necessitará utilizar para atuação profissional.

De acordo com a NR-6, que trata do Equipamento de Proteção Individual (EPI), é cabível afirmar:

 

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3232258 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA

Uma determinada empresa terceirizada está realizando serviços de engenharia civil com grau de risco 3 (três) nos campi da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), nas cidades de: Mossoró-RN, Angicos-RN, Pau dos Ferros-RN e Caraúbas-RN. Para tal atividade, foram disponibilizados o engenheiro de segurança do trabalho e o médico do trabalho para dar suporte técnico a todas as obras, ficando estes centralizados no canteiro principal em Mossoró, pois os canteiros de obra e frentes de trabalho têm menos de 1 (um) mil empregados.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:

 

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3232256 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA
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Leia o texto abaixo para responder às questões.


Para todes: a reinvenção da língua portuguesa sem masculino ou feminino



Por Luiza Lunardi

Publicada em 29 de janeiro de 2021


A história da linguagem acompanha a história humana no planeta. Desde que descobriu a comunicação por meio da voz e de símbolos, o ser humano passou a inventar, reinventar e renovar línguas a todo o momento, em uma atualização constante e ininterrupta. Apesar de ser um processo gradual e orgânico, uma inovação na língua portuguesa tem gerado controvérsias no mundo acadêmico e em debates na internet: o “gênero neutro”, proposta que prega a adição de sentido não-binário a palavras que sejam marcadas pela dicotomia masculino/feminino, substituindo os artigos A e O, que definem gênero na nossa língua. A mudança é defendida por grupos identitários, principalmente em prol da visibilidade de pessoas trans não-binárias, com o objetivo de garantir maior inclusão.

Apesar de a polêmica existir na língua portuguesa, a discussão não é exclusiva de terras tupiniquins. Estudos realizados pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, com 3,9 mil falantes suecos indicam que a linguagem neutra de fato diminui preconceitos. Enquanto isso, na Espanha, a Real Academia do país se envolveu em polêmica em outubro de 2020, ao incluir o pronome neutro elle em seu observatório de palavras online e retirá-lo do ar três dias depois, após “confusão” entre internautas. A companhia aérea Japan Airlines (JAL) anunciou que irá abolir o termo “senhoras e senhores” do chamamento de seus voos. Outras empresas do setor aéreo como Air Canada e EasyJet também mudaram para saudações de gênero neutro desde 2019.

Aqui no Brasil, o início do debate trazia elementos como X e o @ à tona, que seriam usados para substituir o A e O definidores de gênero das palavras. Entretanto, segundo aponta a ativista Rafaela “Rafuska” Queiroz, do Movimento Estamos Todes em Ação (META Brasil), os próprios grupos defensores da linguagem neutra colocaram em questão a utilização desses termos gráficos, por provocarem a exclusão de pessoas com deficiência. “O problema foi principalmente apontado por pessoas cegas ou com baixa visão, que fazem uso de leitores de tela em aparelhos eletrônicos. Aplicativos com essa finalidade dão erro ou leem a palavra de forma errada quando marcamos o gênero neutro a partir do @ ou do X”, descreve Rafuska.

Para contornar as características excludentes, novas formas de uso de gênero neutro para o português foram criadas. O “Manual para o Uso da Linguagem Neutra em Língua Portuguesa”, elaborado por Gioni Caê, estudante de Letras Português-Inglês da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), identifica quatro sistemas usados na linguagem neutra: Elu, Ile, Ilu e El. “Decidi juntar tudo o que tinha encontrado em um único local, para poder estudar e me adaptar. Daí surgiu o manual”, narra Gioni, que se identifica como pessoa não-binária e atende por pronomes masculinos.

O uso do gênero neutro vem se tornando uma realidade entre pessoas não-binárias. É o caso de Mar Facciolla, de 21 anos, estudante de Psicologia de São Caetano do Sul, São Paulo, que se reconhece enquanto transgênero não-binárie, e pede que seja referide a partir do sistema Elu. Para Mar, a consequência mais importante da adoção de linguagem neutra na língua portuguesa é a humanização de pessoas transvestigêneras (termo que une as palavras “travesti, transexual e transgênero”) não-binárias e pessoas intersexo na sociedade. “No dia a dia, nossa existência não está incluída na sociedade. Essa dicotomia que atravessa nossos corpos faz com que sejamos excluídes”, afirma.

Para e estudante de Psicologia, o pronome é uma demarcação social. Mar explica que, ao chamar alguém por pronomes femininos ou masculinos, coloca-se o indivíduo em um espectro de feminilidade ou masculinidade. “Tudo na sociedade que está relacionado a ‘ela’ está intimamente associado ao feminino. Igualmente, tudo o que é ‘ele’ está relacionado à masculinidade. O pronome é uma expressão de gênero, então quando utilizam pronomes femininos ou masculinos para se referirem a mim, estão me colocando em um lugar que não é meu”, explica Mar.

Apesar de iniciativas como o Manual, a linguagem neutra segue sem reconhecimento acadêmico na língua portuguesa. Para o professor André Conforte, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a dificuldade de inserção do “gênero” está na quebra do fluxo contínuo da língua. “Não conheço um processo de mudança linguística que não tenha se dado de baixo para cima. Mudanças linguísticas impostas geralmente não acontecem e, quando acontecem, sofrem as resistências normais da língua. Por exemplo, quando o império romano impôs a sua língua (o latim) sobre a Península Ibérica, não foi a língua imposta que se estabeleceu por lá com o tempo”, exemplifica.

A discussão sobre o assunto deve seguir na agenda dos brasileiros nos próximos anos. Para Gioni Caê, só o tempo dirá se a linguagem neutra vai ganhar visibilidade acadêmica e a popularização dos termos na sociedade em geral. “Não dá para colocar nada à força na vida de ninguém. É sempre importante termos respeito com todas as pessoas, e eu vejo a linguagem neutra assim. Como uma maneira de respeitar ês próximes”, afirma.



LUNARDI, Luiza. Para todes: a reinvenção da língua portuguesa sem masculino ou feminino. 29 jan. 2021. Portal Colabora. Disponível em: https://projetocolabora.com.br/ods5/para-todes-a-reinvencao-da-linguaportuguesa-sem-masculino-ou-feminino/. Acesso em: 24 ago. 2021. Adaptado para fins didáticos.

Analisando a frase: “Não dá para colocar nada à força na vida de ninguém”, percebe-se que o uso da crase se justifica pelo fato:

 

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3232255 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FDQ
Orgão: UFERSA
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Leia o texto abaixo para responder às questões.


Para todes: a reinvenção da língua portuguesa sem masculino ou feminino



Por Luiza Lunardi

Publicada em 29 de janeiro de 2021


A história da linguagem acompanha a história humana no planeta. Desde que descobriu a comunicação por meio da voz e de símbolos, o ser humano passou a inventar, reinventar e renovar línguas a todo o momento, em uma atualização constante e ininterrupta. Apesar de ser um processo gradual e orgânico, uma inovação na língua portuguesa tem gerado controvérsias no mundo acadêmico e em debates na internet: o “gênero neutro”, proposta que prega a adição de sentido não-binário a palavras que sejam marcadas pela dicotomia masculino/feminino, substituindo os artigos A e O, que definem gênero na nossa língua. A mudança é defendida por grupos identitários, principalmente em prol da visibilidade de pessoas trans não-binárias, com o objetivo de garantir maior inclusão.

Apesar de a polêmica existir na língua portuguesa, a discussão não é exclusiva de terras tupiniquins. Estudos realizados pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, com 3,9 mil falantes suecos indicam que a linguagem neutra de fato diminui preconceitos. Enquanto isso, na Espanha, a Real Academia do país se envolveu em polêmica em outubro de 2020, ao incluir o pronome neutro elle em seu observatório de palavras online e retirá-lo do ar três dias depois, após “confusão” entre internautas. A companhia aérea Japan Airlines (JAL) anunciou que irá abolir o termo “senhoras e senhores” do chamamento de seus voos. Outras empresas do setor aéreo como Air Canada e EasyJet também mudaram para saudações de gênero neutro desde 2019.

Aqui no Brasil, o início do debate trazia elementos como X e o @ à tona, que seriam usados para substituir o A e O definidores de gênero das palavras. Entretanto, segundo aponta a ativista Rafaela “Rafuska” Queiroz, do Movimento Estamos Todes em Ação (META Brasil), os próprios grupos defensores da linguagem neutra colocaram em questão a utilização desses termos gráficos, por provocarem a exclusão de pessoas com deficiência. “O problema foi principalmente apontado por pessoas cegas ou com baixa visão, que fazem uso de leitores de tela em aparelhos eletrônicos. Aplicativos com essa finalidade dão erro ou leem a palavra de forma errada quando marcamos o gênero neutro a partir do @ ou do X”, descreve Rafuska.

Para contornar as características excludentes, novas formas de uso de gênero neutro para o português foram criadas. O “Manual para o Uso da Linguagem Neutra em Língua Portuguesa”, elaborado por Gioni Caê, estudante de Letras Português-Inglês da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), identifica quatro sistemas usados na linguagem neutra: Elu, Ile, Ilu e El. “Decidi juntar tudo o que tinha encontrado em um único local, para poder estudar e me adaptar. Daí surgiu o manual”, narra Gioni, que se identifica como pessoa não-binária e atende por pronomes masculinos.

O uso do gênero neutro vem se tornando uma realidade entre pessoas não-binárias. É o caso de Mar Facciolla, de 21 anos, estudante de Psicologia de São Caetano do Sul, São Paulo, que se reconhece enquanto transgênero não-binárie, e pede que seja referide a partir do sistema Elu. Para Mar, a consequência mais importante da adoção de linguagem neutra na língua portuguesa é a humanização de pessoas transvestigêneras (termo que une as palavras “travesti, transexual e transgênero”) não-binárias e pessoas intersexo na sociedade. “No dia a dia, nossa existência não está incluída na sociedade. Essa dicotomia que atravessa nossos corpos faz com que sejamos excluídes”, afirma.

Para e estudante de Psicologia, o pronome é uma demarcação social. Mar explica que, ao chamar alguém por pronomes femininos ou masculinos, coloca-se o indivíduo em um espectro de feminilidade ou masculinidade. “Tudo na sociedade que está relacionado a ‘ela’ está intimamente associado ao feminino. Igualmente, tudo o que é ‘ele’ está relacionado à masculinidade. O pronome é uma expressão de gênero, então quando utilizam pronomes femininos ou masculinos para se referirem a mim, estão me colocando em um lugar que não é meu”, explica Mar.

Apesar de iniciativas como o Manual, a linguagem neutra segue sem reconhecimento acadêmico na língua portuguesa. Para o professor André Conforte, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a dificuldade de inserção do “gênero” está na quebra do fluxo contínuo da língua. “Não conheço um processo de mudança linguística que não tenha se dado de baixo para cima. Mudanças linguísticas impostas geralmente não acontecem e, quando acontecem, sofrem as resistências normais da língua. Por exemplo, quando o império romano impôs a sua língua (o latim) sobre a Península Ibérica, não foi a língua imposta que se estabeleceu por lá com o tempo”, exemplifica.

A discussão sobre o assunto deve seguir na agenda dos brasileiros nos próximos anos. Para Gioni Caê, só o tempo dirá se a linguagem neutra vai ganhar visibilidade acadêmica e a popularização dos termos na sociedade em geral. “Não dá para colocar nada à força na vida de ninguém. É sempre importante termos respeito com todas as pessoas, e eu vejo a linguagem neutra assim. Como uma maneira de respeitar ês próximes”, afirma.



LUNARDI, Luiza. Para todes: a reinvenção da língua portuguesa sem masculino ou feminino. 29 jan. 2021. Portal Colabora. Disponível em: https://projetocolabora.com.br/ods5/para-todes-a-reinvencao-da-linguaportuguesa-sem-masculino-ou-feminino/. Acesso em: 24 ago. 2021. Adaptado para fins didáticos.

Na frase: “[...] o início do debate trazia elementos como X e o @ à tona, que seriam usados para substituir o A e O definidores de gênero das palavras”, a forma verbal flexionada “seriam” concorda com:

 

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