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As assertivas a seguir abordam os conceitos sobre o Linux Ubuntu 21.10.

 

1) O comando sudo apt-get update new permite a atualização do sistema.

 

2) Os codecs multimídia podem ser instalados com o comando sudo apt install ubuntu-restricted-extras libavcodec-extra update.

 

3) Após a instalação do serviço SSH, ele deve ser iniciado automaticamente. Mas, se necessário, o serviço pode ser iniciado automaticamente a partir do comando sudo service ssh start.

 

4) A instalação do player de vídeo VLC pode ser realizada pelo comando sudo apt-get install vlc.

 

5) O Google Chromium pode ser instalado por meio do comando sudo apt-get install chromium-browser.

 

Estão corretas, apenas:

 

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Em relação aos conceitos dos comandos usados para o monitoramento de desempenho de sistemas operacionais Linux, relacione as descrições da 2ª coluna com as opções indicadas na 1ª coluna.

 

1) Top

 

2) Netstat

 

3) VMstat

 

4) MPstat

 

5) Free

 

(  ) Comando que monitora informações sobre processos, memória, paginação, blocos de I/O, traps e atividades de CPU.

 

(  ) Comando que exibe a quantidade de memória livre e usada no sistema.

 

(  ) Comando que mostra informações, tais como: conexões de rede, tabelas de roteamento e estatísticas de interfaces de rede.

 

(  ) Comando usado para exibir informações sobre os processos que estão sendo executados.

 

(  ) Comando que exibe estatísticas sobre todos os processadores existentes na máquina.

 

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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Qual das alternativas a seguir está correta em relação aos conceitos relativos ao Apache OpenOffice Impress 4?

 

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Sobre os conceitos relativos à planilha eletrônica Apache OpenOffice Calc 4, considere a Figura 3 e analise as proposições a seguir.

 

Enunciado 4545878-1

 

Figura 3: Tabela do Orçamento Pessoal

 

1) Para calcular o percentual do valor do consumo da água (célula B3) em relação ao valor total (célula B13), pode-se adotar a fórmula =B3*100/B13. Uma vez inserida essa fórmula na célula C3, basta clicar nela e arrastar o cursor para calcular o percentual dos gastos com os demais itens.

 

2) Ao criar um gráfico referente aos valores da tabela na Figura 3, o assistente de gráficos será exibido, com a possibilidade de se alterar o tipo de gráfico para elipse.

 

3) A soma dos itens que compõem a despesa mensal mostrada na Figura 3 pode ser realizada por meio da fórmula =soma(B3;B4;B5;B6;B7;B8;B9;B10;B11;B12).

 

4) O cálculo do rendimento pode ser realizado por meio da fórmula =B15-B13. 5) Ao selecionar os nomes (Coluna A) e valores (Coluna B) que compõem a despesa mensal, escolha a guia Inserir e opção Gráfico, para que o gráfico da despesa mensal seja criado.

 

Estão corretas, apenas:

 

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As alternativas a seguir abordam os conceitos relativos à ferramenta de apresentação Microsoft Power Point 2016.

 

1) Vários modelos e temas de slides estão disponíveis na opção Novo, da Guia Apresentação de Slides.

 

2) Um tema escolhido pode ser substituído por meio da guia Temas, grupo Temas.

 

3) A opção Painel de Animação, na guia Animações, grupo Animação Avançada, permite definir o tempo de início e a duração de um efeito de animação.

 

4) Vários efeitos de animação podem ser aplicados a um único objeto por meio da opção Adicionar Animação, na guia Animações, grupo Animação Avançada.

 

5) Para ocultar o slide atual e não mostrá-lo durante a apresentação, o caminho é a opção Ocultar Slide, na guia Apresentação de Slides, grupo Configurar.

 

Estão corretas, apenas:

 

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Sobre os conceitos relacionados à planilha eletrônica Microsoft Excel 2016, considere a Figura 2.

 

Enunciado 4545875-1

Figura 2: Orçamento Mensal

 

A partir da análise da Figura 2, assinale a alternativa correta.

 

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Com base no texto mostrado na Figura 1, escolha a alternativa correta em relação ao Microsoft Word 2016.

 

Enunciado 4545874-1

Figura1: Texto do Word

 

A partir da análise da Figura 1, assinale a alternativa correta.

 

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TEXTO 1

Escravidão é sinônimo de violência

Só se pode entender a montagem de uma instituição do porte do escravismo moderno atentando-se para a articulação entre a criação de colônias no ultramar e seu funcionamento sob a forma de grandes unidades produtoras voltadas para o mercado externo. A monocultura em larga escala exigia um grande contingente de trabalhadores que deveriam se submeter a uma rotina espinhosa, sem ter nem lucro nem motivação pessoal. Recriou-se, desse modo, a escravidão em novas bases, com a utilização de mão de obra compulsória e que exigia – ao menos teoricamente − trabalhadores de todo alienados de sua origem, liberdade e produção. Tudo deveria escapar à consciência e ao arbítrio desse produtor direto. 

Da parte dos contratantes, a ideologia que se conformava procurava desenhar o trabalho nos trópicos como um fardo, um sofrimento, uma punição e uma pena para ambos os lados: senhores e escravos. O discurso proferido pela Igreja e pelos proprietários entendia tal trabalho árduo como uma atividade disciplinadora e civilizadora. Havia inclusive manuais − verdadeiros modelos de aplicação de sevícias pedagógicas, punitivas e exemplares − que instruíam, didaticamente, os fazendeiros sobre como submeter os escravizados e transformá-los em trabalhadores obedientes. Um exemplo regular era o famoso quebra-negro, castigo muito utilizado no Brasil para educar escravos novos ou recém-adquiridos e que, por meio da chibatada pública e outras sevícias, ensinava os cativos a sempre olhar para o chão na presença de qualquer autoridade. 

[...] 

Um sistema como o escravismo moderno só se enraíza com o exercício da violência. Da parte dos proprietários, a sanha contínua que visava à sujeição e obediência cegas para o trabalho. Da parte dos escravos, a reação se dava a partir de gradações que iam das pequenas insubordinações diárias e persistentes até as grandes revoltas e os quilombos. 

De todo modo, a escravidão se enraizou de tal forma no Brasil, que costumes e palavras ficaram por ela marcados. Se a casa-grande delimitava a fronteira entre a área social e a de serviços, a mesma arquitetura simbólica permaneceria presente nas casas e edifícios, onde, até os dias que correm, elevador de serviço não é só para carga, mas também e, sobretudo, para os empregados que guardam a marca do passado africano na cor. Termos de época mantêm-se operantes, apesar de o significado original ter se perdido. A expressão “ama-seca” era até pouco tempo usada no país, esquecendo-se, entretanto, de que naquele período essas amas se opunham às amas de leite, mulheres que muitas vezes deixavam de amamentar seus filhos para cuidar dos rebentos dos senhores. “Boçal” é ainda hoje uma pessoa com reduzida discriminação de locais e espaços – um tonto; assim como “ladino” continua a ser sinônimo de “esperto”. Em seu sentido primeiro, “boçais” eram os escravos recém-chegados e que, diferentemente dos “ladinos” – os cativos de segunda geração –, não dominavam a língua ou a região, tendo, por isso, poucas possibilidades de fuga. 

Alguns termos desapareceram, como é o caso da expressão “bens semoventes”, outrora empregada para descrever de maneira indiscriminada, nos inventários e testamentos, as posses que podiam se movimentar: quais sejam, escravos e animais. Hoje o termo permanece apenas no meio jurídico, que o emprega para os bens dotados de movimento próprio, como os animais. Não obstante, permanece uma divisão guardada em silêncio e condicionada por um vocabulário que transforma cor em marcador social de diferença, reificado todos os dias pelas ações da polícia, que aborda muito mais negros do que brancos e neles dá flagrantes. Aqui é usual a prática de “interpelação”, esse pequeno teatro teórico e pragmático. Diante da força policial, não raro os indivíduos assumem um lugar que corriqueiramente optariam por rejeitar. Não basta ser inocente para ser considerado e se considerar culpado. Esse tipo de reação é chamado pelo antropólogo Didier Fassin de “memória incorporada”, quando, antes mesmo de refletir, os corpos lembram. Se na época da escravidão indivíduos negros trafegando soltos eram presos “por suspeita de escravos”, hoje são detidos com base em outras alegações que lhes devolvem sempre o mesmo passado e origem. 

[...] 

SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. 2. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2018. p. 91-93. (Fragmentos)

TEXTO 2

Uma história da escravidão no Brasil – o segundo volume da trilogia

Entre 1700 e 1800, cerca de dois milhões de homens e mulheres foram arrancados de suas raízes africanas, embarcados à força nos porões dos navios negreiros e transportados para o Brasil. Muitos seriam vendidos em leilões públicos antes de seguir para as senzalas onde, sob a ameaça do chicote, trabalhariam pelo resto de suas vidas. 

No final do século XVIII, a América Portuguesa tinha a maior concentração de pessoas de origem africana em todo o continente americano. Os brancos formavam um grupo relativamente pequeno. Os índios, a essa altura já dizimados por doenças, guerras e a ocupação de seus territórios, sequer apareciam nas estatísticas. O motor da escravidão nesse período foi a descoberta de ouro e de diamantes, primeiro em Minas Gerais e, depois, em Mato Grosso e Goiás. A busca de novas riquezas, acompanhada pelo uso cada vez mais intenso da mão de obra cativa, fez com que o território brasileiro praticamente dobrasse de tamanho. Começavam também ali alguns fenômenos que marcariam profundamente a face do escravismo brasileiro. 

A escravidão urbana, de serviços, diferente daquela observada nas antigas lavouras da cana-de-açúcar na região Nordeste, deu maior mobilidade aos cativos, acelerou os processos de alforria, ofereceu oportunidades às mulheres e gerou uma nova cultura em que hábitos de origem africana se misturaram a outros, de raiz europeia e indígena. O agitado e rebelde século XVIII e a gigantesca onda africana que o marcou são os temas deste segundo volume da trilogia sobre a história da escravidão no Brasil.

 

GOMES, Laurentino. Escravidão: da corrida do ouro em Minas Gerais até a chegada da
corte de dom João ao Brasil, volume 2. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2021. (quarta-capa)

TEXTO 3

Ayoluwa, a alegria do nosso povo

Quando a menina Ayoluwa, a alegria do nosso povo, nasceu, foi em boa hora para todos. Há muito que em nossa vida tudo pitimbava. Os nossos dias passavam como um café sambango, ralo, frio e sem gosto. Cada dia era sem quê nem porquê. E nós ali amolecidos, sem sustância alguma para aprumar o nosso corpo. Repito: tudo era uma pitimba só. Escassez de tudo. 

Até a natureza minguava e nos confundia. Ora aparecia um sol desensolarado e que mais se assemelhava a uma bola murcha, lá na nascente. Um frio interior nos possuía então, e nós mal enfrentávamos o dia sob a nula ação da estrela desfeita. Ora gotejava uma chuva de pinguitos tão ralos e escassos que mal molhava as pontas de nossos dedos. E então deu de faltar tudo: mãos para o trabalho, alimentos, água, matéria para os nossos pensamentos e sonhos, palavras para as nossas bocas, cantos para as nossas vozes, movimento, dança, desejos para os nossos corpos. 

Os mais velhos, acumulados de tanto sofrimento, olhavam para trás e do passado nada reconheciam no presente. Suas lutas, seu fazer e saber, tudo parecia ter se perdido no tempo. O que fizeram, então? Deram de clamar pela morte. E a todo instante eles partiam. E, com a tristeza da falta de lugar em um mundo em que eles não se reconheciam e nem reconheciam mais, muitos se foram. Dentre eles, me lembro de vô Moyo, o que trazia boa saúde, de tio Masud, o afortunado, o velho Abede, o homem abençoado, e outros e outros. Todos estavam enfraquecidos e esquecidos da força que traziam no significado de seus próprios nomes. As velhas mulheres também. Elas, que sempre inventavam formas de enfrentar e vencer a dor, não acreditavam mais na eficácia delas próprias. Como os homens, deslembravam a potência que se achava resguardada partir de suas denominações. E pediam veementemente à vida que esquecesse delas e que as deixasse partir. Foi com esse estado de ânimo que muitas delas empreenderam a derradeira viagem: vovó Amina, a pacífica; tia Sele, a mulher forte como um elefante; mãe Asantewaa, a mulher de guerra, a guerreira; e ainda Malika, a rainha. Com a ida de nossos mais velhos ficamos mais desamparados ainda. E o que dizer para os nossos jovens, a não ser as nossas tristezas? 

[...] 

EVARISTO, Conceição. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2016. p. 111-112.

TEXTO 4

Após o ardor da reconquista
não caíram manás sobre os nossos campos
E na dura travessia do deserto
aprendemos que a terra prometida era aqui 
Ainda aqui e sempre aqui.
Duas ilhas indómitas a desbravar.
O padrão a ser erguido
pela nudez insepulta dos nossos punhos.
Emergiremos do canto
como do chão emerge o milho jovem
e nus, inteiros recuperaremos
a transparência do tempo inicial
Puros reabitaremos o poema e a claridade
para que a palavra amanheça e o sonho não se perca.

LIMA, Conceição. Após o ardor da reconquista... In: DÁSKALOS, Maria Alexandre; APA, Lívia; BARBEITOS,
Arlindo (Org.). Poesia africana de língua portuguesa (antologia). Rio de Janeiro: Lacerda, 2003.

TEXTO 5

Enunciado 4545873-1

Disponível em: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/03/taxa-de-negros-mortos-pela-policia-de-sp-e-3-vezes-de-brancos-diz-estudo.html. Acesso em 26/02/22.

Os Textos 1 a 5 exploram, em diferentes níveis e perspectivas, o tema da discriminação, do preconceito, da segregação.

Sobre a forma como esses textos desenvolvem essa questão, assinale a alternativa correta.

 

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TEXTO 5

 

Enunciado 4545872-1

 

Disponível em: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/03/taxa-de-negros-mortos-

pela-policia-de-sp-e-3-vezes-de-brancos-diz-estudo.html. Acesso em 26/02/22.

 

O Texto 5 é um infográfico que revela o racismo ao apresentar, em dados, a diferença de letalidade na abordagem policial a negros e brancos em São Paulo. Para dar destaque a essa diferença, são utilizados alguns recursos visuais que orientam a leitura das informações. O destaque, então, para a diferença nas mortes e prisões entre negros e brancos é visualmente obtido pelo(a)

 

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TEXTO 4

 

Após o ardor da reconquista

não caíram manás sobre os nossos campos

 

E na dura travessia do deserto

aprendemos que a terra prometida era aqui

 

Ainda aqui e sempre aqui.

Duas ilhas indómitas a desbravar.

O padrão a ser erguido

pela nudez insepulta dos nossos punhos.

Emergiremos do canto

como do chão emerge o milho jovem

e nus, inteiros recuperaremos

a transparência do tempo inicial

Puros reabitaremos o poema e a claridade

para que a palavra amanheça e o sonho não se perca.

 

LIMA, Conceição. Após o ardor da reconquista... In: DÁSKALOS, Maria Alexandre; APA, Lívia; BARBEITOS,

Arlindo (Org.). Poesia africana de língua portuguesa (antologia). Rio de Janeiro: Lacerda, 2003.

 

O Texto 4, um poema da escritora são-tomense Conceição Lima, faz referência a um momento de independência, de conquista de liberdade que, mesmo depois de concretizada, não resolve todos os problemas do país. Apesar disso, ela constrói também uma mensagem positiva de um futuro diferente.

 

Que referência figurativa é utilizada para simbolizar esse futuro?

 

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