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Foram encontradas 40 questões.

1310786 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Dentre as etapas do planejamento do Serviço de Alimentação (S A), o planejamento físico é fundamental para adequação das instalações,
garantindo a operacionalização das refeições, conforme os padrões técnico e higiênico.
Considere as afirmativas abaixo:
I) O conforto térmico nos serviços de alimentação pode ser assegurado pela abertura de janelas para circulação de ar, que correspondam a ½ da área de piso.
II) A temperatura compatível com as operações realizadas no S A é de 25°C a 30°C, com umidade relativa de 60% a 80%.
III) A localização ideal para a construção de um S A é no andar térreo, em bloco isolado ou na esquina do prédio, voltada para a posição solar nascente.
IV) A configuração geométrica ideal para um S A é retangular, por propiciar melhor disposição dos equipamentos, evitar conflitos de circulação e facilitar a supervisão dos trabalhos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
 

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1310449 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A síndrome do intestino curto corresponde a um conjunto de sinais e sintomas que ocorrem devido à redução da sua superfície absortiva. Em relação à mesma é correto afirmar que
I) a causa mais importante desta condição em recém-nascidos é a enterocolite necrotizante.
II) a ressecção, quanto mais distal for, pior o prognóstico do paciente.
III) as crianças têm pior prognóstico do que os adultos.
É (São) correta(s) a(s) afirmativa(s):
 

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1310419 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O texto desconstroi a ideia de que o ditado fala da benevolência do ser humano. Esse, à luz do texto, incorreria em qual pecado capital?
 

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1310321 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O mundo do esporte está repleto de produtos que prometem prolongar a resistência física, melhorar a recuperação, reduzir a gordura corporal, aumentar a massa muscular, etc.
Sobre os recursos ergogênicos nutricionais é correto afirmar:
I) A creatina é um ergogênico utilizado por atletas em atividades de resistência e de longa duração.
II) É atribuída a Glutamina a função de promover o crescimento muscular e minimizar a imunossupressão induzida pelo exercício.
III) Aminoácidos de Cadeia Ramificada – BCAA, estão sendo estudados por seus efeitos anabólicos e anticatabólicos em atividades de força.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
 

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1310271 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O fator de correção e o fator de cocção são ferramentas utilizadas para prevenir perdas e/ou ganhos de peso dos alimentos, devido a etapas de pré-preparo e processos de cocção. Analise as seguintes afirmativas em relação a esses fatores:
I) O fator de correção é igual ao peso bruto do alimento, dividido pelo peso líquido desse alimento, após ter sido limpo e preparado para utilizar.
II) O fator de cocção é o peso da preparação pronta, dividido pela soma dos ingredientes crus.
III) Quando o fator de cocção for menor que 1 (um), significa que o alimento perde peso; quando for maior que 1 (um) o alimento ganha peso.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
 

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1310146 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O sistema Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) serve para ser implantado nas etapas de produção, transformação, transporte, distribuição, armazenamento, exposição à venda, consumo ou qualquer outra etapa que represente um risco à segurança do produto alimentício.
Também é correto afirmar sobre o sistema APPCC:
I) É um método que permite identificar e avaliar os perigos nos alimentos; determinar os controles dos pontos críticos e fazer o diagnóstico preventivo das doenças de origem alimentar.
II) Quando as Boas Práticas não são respeitadas, não há como e nem por que implementar o sistema APPCC.
III) Dentre os sete princípios do sistema APPCC estão: o estabelecimento das Boas Práticas de manipulação dos alimentos e o estabelecimento de procedimentos de identificação das adequações presentes no processo.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
 

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1310125 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
Analisa as seguintes alterações:
I) “Como as pessoas não gostam de consumir” por “As pessoas não gostando de consumir”. (2º par.)
II) “não há como saber” por “é improvável saber”.(1º par.)
III) “Como viveram uma vida de regalias” por “Havendo vivido uma vida de regalias”.(3º par.)
Estaria(m) correta(s) apenas
 

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1493979 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
São características metabólicas da sepse:
Questão Anulada

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1493947 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
No interessante livro “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando teoria econômica para explicar ditados populares”, organizado por Adolfo Sachsida, encontramos vários adágios ludicamente interpretados. A um deles, alude o texto a seguir, a partir do qual versará a questão.
Capítulo 16: Altruísmo ou “Consumo” Futuro?
Em um país extremamente religioso, a crença do que fazemos em vida determina a vida pós-morte está arraigada nas pessoas. O ditado popular “Quem dá aos pobres empresta a Deus” representa bem essa visão. Se isso é verdade ou não, não há como saber. Afinal, ninguém teve a gentileza de voltar para nos contar. Crenças religiosas à parte, o ditado implica uma conclusão triste: alguns atos de altruísmo até então vistos tão bem, podem ser, na verdade, uma busca por consumo futuro.
O que isso quer dizer? Quer dizer que as pessoas preferem ter um nível constante de consumo ao longo do tempo. O ditado em questão analisa dois intervalos de tempo específicos: a vida e a vida depois da morte. Como as pessoas não gostam de consumir tudo apenas em um intervalo de tempo, elas realizam um investimento no presente (em vida), dando dinheiro aos pobres (ou à igreja), visando o retorno futuro esperado do empréstimo a Deus para poder manter o mesmo padrão de vida. Ou seria padrão de morte?
Mesmo no período medieval, muitos dos lordes e senhores feudais doavam grande parte de suas fortunas à igreja logo antes de morrerem. Como viveram uma vida de regalias e pecados, a doação era uma forma de se redimirem, ou investirem em uma qualidade de morte semelhante à qualidade de vida que tiveram.
Para realizar um “investimento” como esse, a pessoa certamente não é avessa ao risco. Enquanto o consumo presente traz uma satisfação garantida e tangível, o consumo futuro, ou consumo após a morte, é fundamentado na fé e o retorno esperado é incerto e de difícil mensuração, até mesmo para o mais fiel dos investidores.
Lucas Filgueiras – IBMEC-MG
O autor afirma que os “investidores” dos quais fala no texto seriam avessos ao risco. Seguindo a linha de raciocínio do economista, que hipotética atitude do investidor provaria que essa aversão foi atenuada?
Questão Anulada

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1493925 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Provas:
É correto afirmar que
Questão Anulada

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