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Relativamente às formas de desenvolvimento previstas na estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, entende-se como a mudança para o padrão de vencimento imediatamente subsequente, a cada dois anos de efetivo exercício, desde que o servidor apresente resultado fixado em programa de avaliação de desempenho, observado o respectivo nível de capacitação:
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O Código Penal, quando observado no Brasil, determina uma série de particularidades quanto ao que se entende por funcionário público para efeitos penas, como as presentes nas seguintes assertivas:
l. Aquele que exerce função pública sem remuneração.
ll. Aquele que exerce cargo público de forma transitória.
lll. Aquele que exerce emprego público de forma transitória.
Está(ão) CORRETA(S):
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Utilizando por base a Lei n.º 8.0271/1990, observe a seguinte afirmação:
Os servidores públicos civis são obrigados a declarar, no ato de investidura e sob as penas da lei, quais os cargos públicos, empregos e funções que exercem, abrangidos ou não pela vedação constitucional, devendo fazer prova de exoneração ou demissão, na data da investidura, na hipótese de acumulação constitucionalmente vedada.
Assinale a alternativa CORRETA acerca da afirmação acima destacada.
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Os servidores que têm possibilidade de afastamento para participar de ações de desenvolvimento deverão observar determinados prazos, como o previsto para as pós-graduações stricto sensu, bem como para estudo no exterior. Considere que existem dois servidores, um primeiro que irá realizar pós-graduação stricto sensu na modalidade doutorado, e um segundo que irá estudar no exterior. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta os prazos de afastamento previstos para esses servidores, respectivamente.
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Com base no Decreto n.° 1.171/1994, analise as partes que seguem, acerca de uma das regras deontológicas do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal: o servidor que trabalha em harmonia com a estrutura organizacional, respeitando seus colegas e cada concidadão, colabora e de todos pode receber colaboração (1ª parte), pois sua atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e o engrandecimento da Nação (2ª parte), exceto quando entender que possui conhecimento superior àqueles superiores hierarquicamente a ele (3ª parte).
Acerca das partes, afirma-se que:
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- OrtografiaEmprego de Letras e Fonemas
- FonologiaTonicidadeProparoxítonas
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaEstrutura das PalavrasDerivaçãoDerivação parassintética (circunfixação)
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O violinista no metrô
1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post
2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua
3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital
4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.
5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da
6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para
7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius
8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).
9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam
10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram
11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,
12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo
13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros
14 usuários do metrô estavam com pressa demais para
15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um
16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.
17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de
18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias
19 se misturados a quaisquer outros numa feira de
20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco
21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de
22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria
23 considerada amadora se exposta numa mostra
24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de
25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que
26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em
27 beta de estrada. Desinformados, raramente
28 conseguimos destacar o raro do medíocre.
29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e
30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo
31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na
32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma
33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do
34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um
35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o
36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver
37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em
38 encantamento.
39 Esta história do violinista demonstra que não
40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um
41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E
42 demonstra também que temos sido treinados para
43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é
44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se
45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se
46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São
47 consumidas mais pela insistência do que pela
48 competência, enquanto competentes sem holofotes
49 passam despercebidos,
50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de
51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:
52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu
53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada
54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo
55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a
56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas
57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também
58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do
59 meu atraso
Autora: Martha Medeiros (adaptado).
Com base em aspectos fonéticos, gramaticais e morfológicos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O violinista no metrô
1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post
2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua
3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital
4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.
5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da
6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para
7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius
8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).
9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam
10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram
11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,
12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo
13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros
14 usuários do metrô estavam com pressa demais para
15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um
16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.
17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de
18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias
19 se misturados a quaisquer outros numa feira de
20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco
21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de
22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria
23 considerada amadora se exposta numa mostra
24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de
25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que
26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em
27 beta de estrada. Desinformados, raramente
28 conseguimos destacar o raro do medíocre.
29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e
30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo
31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na
32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma
33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do
34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um
35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o
36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver
37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em
38 encantamento.
39 Esta história do violinista demonstra que não
40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um
41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E
42 demonstra também que temos sido treinados para
43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é
44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se
45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se
46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São
47 consumidas mais pela insistência do que pela
48 competência, enquanto competentes sem holofotes
49 passam despercebidos,
50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de
51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:
52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu
53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada
54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo
55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a
56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas
57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também
58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do
59 meu atraso
Autora: Martha Medeiros (adaptado).
Na frase Uma joia Tiffany correria risco de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de bijuterias (I.20-22), o vocábulo se consiste em um(a):
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O violinista no metrô
1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post
2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua
3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital
4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.
5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da
6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para
7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius
8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).
9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam
10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram
11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,
12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo
13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros
14 usuários do metrô estavam com pressa demais para
15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um
16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.
17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de
18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias
19 se misturados a quaisquer outros numa feira de
20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco
21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de
22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria
23 considerada amadora se exposta numa mostra
24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de
25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que
26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em
27 beta de estrada. Desinformados, raramente
28 conseguimos destacar o raro do medíocre.
29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e
30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo
31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na
32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma
33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do
34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um
35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o
36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver
37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em
38 encantamento.
39 Esta história do violinista demonstra que não
40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um
41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E
42 demonstra também que temos sido treinados para
43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é
44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se
45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se
46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São
47 consumidas mais pela insistência do que pela
48 competência, enquanto competentes sem holofotes
49 passam despercebidos,
50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de
51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:
52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu
53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada
54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo
55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a
56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas
57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também
58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do
59 meu atraso
Autora: Martha Medeiros (adaptado).
Considere o trecho abaixo e analise as assertivas que seguem:
Descobrir se ainda consigo destacar o raro sem que ninguém o anuncie (I.54-55).
l. No contexto da frase, raro consiste em um adjetivo.
ll. Nas duas ocorrências de o, tal vocábulo cumpre a função de artigo definido.
lll. Há dois verbos no infinitivo, um da terceira e outro da primeira conjugação.
Está(ão) CORRETA(S)
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O violinista no metrô
1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post
2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua
3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital
4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.
5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da
6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para
7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius
8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).
9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam
10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram
11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,
12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo
13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros
14 usuários do metrô estavam com pressa demais para
15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um
16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.
17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de
18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias
19 se misturados a quaisquer outros numa feira de
20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco
21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de
22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria
23 considerada amadora se exposta numa mostra
24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de
25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que
26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em
27 beta de estrada. Desinformados, raramente
28 conseguimos destacar o raro do medíocre.
29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e
30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo
31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na
32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma
33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do
34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um
35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o
36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver
37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em
38 encantamento.
39 Esta história do violinista demonstra que não
40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um
41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E
42 demonstra também que temos sido treinados para
43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é
44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se
45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se
46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São
47 consumidas mais pela insistência do que pela
48 competência, enquanto competentes sem holofotes
49 passam despercebidos,
50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de
51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:
52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu
53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada
54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo
55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a
56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas
57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também
58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do
59 meu atraso
Autora: Martha Medeiros (adaptado).
Analise o seguinte trecho: Podemos viver muito bem sem cultura, mas a vida perde em encantamento (/.36-38). Qual é o ponto principal expresso nesse trecho?
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
O violinista no metrô
1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post
2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua
3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital
4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.
5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da
6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para
7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius
8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).
9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam
10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram
11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,
12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo
13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros
14 usuários do metrô estavam com pressa demais para
15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um
16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.
17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de
18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias
19 se misturados a quaisquer outros numa feira de
20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco
21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de
22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria
23 considerada amadora se exposta numa mostra
24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de
25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que
26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em
27 beta de estrada. Desinformados, raramente
28 conseguimos destacar o raro do medíocre.
29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e
30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo
31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na
32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma
33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do
34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um
35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o
36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver
37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em
38 encantamento.
39 Esta história do violinista demonstra que não
40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um
41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E
42 demonstra também que temos sido treinados para
43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é
44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se
45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se
46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São
47 consumidas mais pela insistência do que pela
48 competência, enquanto competentes sem holofotes
49 passam despercebidos,
50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de
51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:
52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu
53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada
54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo
55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a
56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas
57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também
58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do
59 meu atraso
Autora: Martha Medeiros (adaptado).
Analise o trecho Desinformados, raramente conseguimos destacar o raro do medíocre (I.27-28) e assinale a alternativa que faz uma análise CORRETA.
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