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Foram encontradas 259 questões.

Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

O violinista no metrô

1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post

2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua

3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital

4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.

5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da

6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para

7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius

8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).

9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam

10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram

11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,

12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo

13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros

14 usuários do metrô estavam com pressa demais para

15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um

16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.

17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de

18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias

19 se misturados a quaisquer outros numa feira de

20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco

21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de

22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria

23 considerada amadora se exposta numa mostra

24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de

25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que

26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em

27 beta de estrada. Desinformados, raramente

28 conseguimos destacar o raro do medíocre.

29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e

30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo

31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na

32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma

33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do

34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um

35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o

36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver

37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em

38 encantamento.

39 Esta história do violinista demonstra que não

40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um

41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E

42 demonstra também que temos sido treinados para

43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é

44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se

45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se

46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São

47 consumidas mais pela insistência do que pela

48 competência, enquanto competentes sem holofotes

49 passam despercebidos,

50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de

51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:

52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu

53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada

54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo

55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a

56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas

57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também

58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do

59 meu atraso

Autora: Martha Medeiros (adaptado).

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas das linhas 5, 15 e 26 a alternativa:

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

O violinista no metrô

1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post

2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua

3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital

4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.

5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da

6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para

7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius

8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).

9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam

10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram

11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,

12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo

13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros

14 usuários do metrô estavam com pressa demais para

15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um

16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.

17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de

18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias

19 se misturados a quaisquer outros numa feira de

20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco

21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de

22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria

23 considerada amadora se exposta numa mostra

24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de

25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que

26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em

27 beta de estrada. Desinformados, raramente

28 conseguimos destacar o raro do medíocre.

29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e

30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo

31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na

32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma

33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do

34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um

35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o

36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver

37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em

38 encantamento.

39 Esta história do violinista demonstra que não

40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um

41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E

42 demonstra também que temos sido treinados para

43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é

44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se

45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se

46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São

47 consumidas mais pela insistência do que pela

48 competência, enquanto competentes sem holofotes

49 passam despercebidos,

50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de

51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:

52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu

53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada

54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo

55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a

56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas

57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também

58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do

59 meu atraso

Autora: Martha Medeiros (adaptado).

Qual é a conclusão sugerida pela autora sobre a capacidade das pessoas de reconhecer e valorizar a arte?

 

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O violinista no metrô

1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post

2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua

3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital

4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.

5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da

6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para

7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius

8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).

9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam

10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram

11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,

12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo

13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros

14 usuários do metrô estavam com pressa demais para

15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um

16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.

17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de

18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias

19 se misturados a quaisquer outros numa feira de

20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco

21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de

22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria

23 considerada amadora se exposta numa mostra

24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de

25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que

26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em

27 beta de estrada. Desinformados, raramente

28 conseguimos destacar o raro do medíocre.

29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e

30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo

31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na

32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma

33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do

34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um

35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o

36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver

37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em

38 encantamento.

39 Esta história do violinista demonstra que não

40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um

41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E

42 demonstra também que temos sido treinados para

43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é

44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se

45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se

46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São

47 consumidas mais pela insistência do que pela

48 competência, enquanto competentes sem holofotes

49 passam despercebidos,

50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de

51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:

52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu

53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada

54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo

55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a

56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas

57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também

58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do

59 meu atraso

Autora: Martha Medeiros (adaptado).

Qual é a principal mensagem transmitida pela autora por meio do exemplo do violinista Joshua Bell na estação de metrô?

 

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O violinista no metrô

1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post

2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua

3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital

4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.

5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da

6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para

7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius

8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).

9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam

10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram

11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,

12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo

13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros

14 usuários do metrô estavam com pressa demais para

15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um

16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.

17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de

18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias

19 se misturados a quaisquer outros numa feira de

20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco

21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de

22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria

23 considerada amadora se exposta numa mostra

24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de

25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que

26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em

27 beta de estrada. Desinformados, raramente

28 conseguimos destacar o raro do medíocre.

29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e

30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo

31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na

32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma

33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do

34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um

35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o

36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver

37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em

38 encantamento.

39 Esta história do violinista demonstra que não

40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um

41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E

42 demonstra também que temos sido treinados para

43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é

44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se

45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se

46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São

47 consumidas mais pela insistência do que pela

48 competência, enquanto competentes sem holofotes

49 passam despercebidos,

50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de

51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:

52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu

53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada

54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo

55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a

56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas

57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também

58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do

59 meu atraso

Autora: Martha Medeiros (adaptado).

Qual é o proposito do experimento social realizado pelo jornal Washington Post?

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

O violinista no metrô

1 Aconteceu em janeiro. O jornal Washington Post

2 convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua

3 Bell, para tocar numa estação de metrô da capital

4 americana a fim de testar a reação dos transeuntes.

5 Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, _ 8 da

6 manhã, o horário mais movimentado da estação, para

7 tocar melodias de Bach e Schubert em seu Stradivarius

8 de 1713 (avaliado em mais de 3 milhões de dólares).

9 Passaram por ele 1.097 pessoas. Sete pararam

10 alguns minutos para ouvi-lo Vinte e sete largaram

11 algumas moedas. E uma única mulher o reconheceu,

12 porque havia estado em um de seus concertos, cujo

13 valor médio do ingresso é 100 dólares. Todos os outros

14 usuários do metrô estavam com pressa demais para

15 perceber que ali, _ dois metros de distância, tocava um

16 instrumentista clássico respeitado internacionalmente.

17 Não me surpreende. Vasos da dinastia Ching, de

18 valor incalculável, seriam considerados quinquilharias

19 se misturados a quaisquer outros numa feira de

20 artesanato ao ar livre. Uma joia Tiffany correria risco

21 de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de

22 bijuterias, uma gravura de Roy Lichtenstein seria

23 considerada amadora se exposta numa mostra

24 universitária de cartoons, e ninguém pagaria mais de

25 50 reais por uma escultura do mestre Aleijadinho que

26 estivesse misturada _ anjos de gesso vendidos em

27 beta de estrada. Desinformados, raramente

28 conseguimos destacar o raro do medíocre.

29 Só é possível valorizar aquilo que foi estudado e

30 percebido em sua grandeza. Se eu não me informo

31 sobre o valor histórico de uma moeda que circulava na

32 época dos otomanos, ela passa a ser apenas uma

33 pequena esfera enferrujada que eu não juntaria do

34 chão. Se não reconheço certos traços artísticos, um

35 vitral de Chagall passará tão despercebido quanto o

36 vitral de um banheiro de restaurante. Podemos viver

37 muito bem sem cultura, mas a vida perde em

38 encantamento.

39 Esta história do violinista demonstra que não

40 estamos preparados para a beleza pura: é preciso um

41 mínimo de conhecimento para valorizá-la. E

42 demonstra também que temos sido treinados para

43 gostar do que todo mundo conhece. Se uma atriz é

44 muito comentada, se uma peça é muito badalada, se

45 uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se

46 que elas são um sucesso e ninguém questiona. São

47 consumidas mais pela insistência do que pela

48 competência, enquanto competentes sem holofotes

49 passam despercebidos,

50 Gostaria muito de ter circulado pela estação de

51 metrô em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo:

52 para ser franca, nunca ouvi falar desse cara O que eu

53 queria era testar minha capacidade de ficar extasiada

54 sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo

55 destacar o raro sem que ninguém o anuncie Tenho a

56 impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas

57 talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também

58 passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do

59 meu atraso

Autora: Martha Medeiros (adaptado).

Relativamente às ideias do texto, analise as assertivas.

l. A autora destaca como, muitas vezes, o que é verdadeiramente valioso pode ser ignorado ou subestimado quando não há entendimento ou contexto adequado.

ll. O texto critica a tendência da sociedade em seguir o que é popular e amplamente divulgado, em detrimento do que é genuinamente competente e excepcional.

lll. A autora reflete sobre a incapacidade das pessoas em reconhecer a beleza e o valor de algo sem uma compreensão prévia ou sem a influência da mídia e da opinião pública.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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3354855 Ano: 2024
Disciplina: Veterinária
Banca: Legalle
Orgão: UFPel

Apesar dos avanços no conhecimento de ferramentas de controle de zoonoses, ainda é possível encontrar diversos casos de cisticercose causada pelos cistos de Cysticercus bovis. A manutenção desta alta incidência está relacionada ao:

Questão Anulada

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3354854 Ano: 2024
Disciplina: Engenharia Química
Banca: Legalle
Orgão: UFPel
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O principal objetivo de um modelo é que ele seja de fato capaz de representar (matematicamente) o comportamento de um processo real. Um modelo e dito representativo se essa representação matemática é fidedigna ao processo. Considere um motor de massa m, que se movimenta verticalmente a uma velocidade v(t). A velocidade varia de acordo com uma força Fm(t), proveniente do motor que movimenta o cabo que traciona o elevador. Neste sistema, Fa(t) representa a força de atrito do elevador com o ar e com os trilhos aos quais o elevador é acoplado. Considerando que a variável do processo é v(t) e aplicando a segunda Lei de Newton às dinâmicas verticais desse sistema, podemos relacionar a velocidade com as forças aplicadas através de:

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
3354853 Ano: 2024
Disciplina: Biologia
Banca: Legalle
Orgão: UFPel
Provas:

São instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, EXCETO:

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
3354852 Ano: 2024
Disciplina: Serviço Social
Banca: Legalle
Orgão: UFPel
Provas:

A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social. Sobre a seguridade social, é CORRETO afirmar:

Questão Anulada

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