Foram encontradas 230 questões.
O mais popular dos serviços de Internet é denominado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação ao leitelho que resulta do processamento da manteiga é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Educação a Distância apresenta a seguinte vantagem:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Conceitos e FundamentosComponentes de um SGBD
- AdministraçãoOtimização e Performance de Banco de Dados
O processamento de consulta refere-se ao conjunto de atividades envolvidas na extração de dados de um banco de dados. As etapas envolvidas no processamento de uma consulta são:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre Análise Sensorial de Alimentos, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A concepção de que o currículo constrói identidades e subjetividades sociais, articulando questões de saber-poder, significação e discurso, representação, cultura, gênero, raça, etnia, sexualidade, pertence às:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para que um currículo expresse uma educação crítica e formadora da cidadania, requer
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Por que os vegetais folhosos (por exemplo as folhas de alface) consumidos crus devem ser lavados com muito cuidado?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os sites de Internet têm um endereço chamado de URL (Ex. www.ufpi.br) que corresponde a um endereço IP. As pessoas usam URLs para localizar sites, mas os computadores usam endereços IP para localizar sites. Para fazer a conversão de URLs em endereços IP (e vice-versa) utiliza-se um:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
Leia atentamente os textos a seguir. Todos estão classificados corretamente quanto à tipologia e ao gênero, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container