Foram encontradas 230 questões.
Analise as afirmações abaixo sobre Endereços IP e assinale a alternativa CORRETA.
I. Os endereços de classe B permitem aproximadamente 65.000 hosts por rede.
II. As classes A e B denotam endereços regulares. As classes B, D e E são utilizadas para multicast e para fins de pesquisa.
III. Tanto na camada de IP como na camada de link, há vários tipos diferentes de endereços: Unicast,
Multicast e Broadcast.
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De todos os recursos organizacionais, os que são bem menos utilizados e que têm apenas uma pequena parcela do seu potencial efetivamente aplicado no trabalho, são os recursos:
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O princípio que preceitua que um tópico deve ser indexado sob o termo mais específico que o abranja completamente é chamado princípio de:
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O carregamento do Microsoft Windows na memória e a preparação do microcomputador para o uso são tarefas realizadas no processo denominado:
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O software utilizado para impedir que hackers ou algum software indesejado tenham acesso ao seu computador pela Internet é denominado:
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Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
Coloque V ou F nos parênteses conforme a afirmativa seja falsa ou verdadeira.
( ) Coesão e coerência estão relacionadas ao processo de produção e compreensão do texto.
( ) Inferência é o que se usa para estabelecer uma relação explícita no texto, entre elementos desse texto.
( ) Elementos linguísticos são um dos fatores da coerência que não contribuem para a continuidade de sentidos.
( ) Fatores pragmáticos e interacionais se referem ao contexto situacional, aos interlocutores entre si.
A alternativa cuja sequência está CORRETA encontra-se na letra:
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Interligue as colunas considerando os documentos apresentados e as informações que lhes são pertinentes.
| 1. Memorando |
( ) É o documento cujo destinatário é, geralmente, reconhecido pelo cargo ou função e se destaca pela justificativa e/ou citação de dispositivos legais referentes ao pleito.
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| 2. Ofício |
( ) Segundo a finalidade estabelecida para a sua elaboração, pode apresentar uma visão relativa a alguma investigação, estudo ou pesquisa ou informações das quais pode depender uma tomada de decisão.
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| 3.Requerimento |
( ) Sua redação é chamada normalmente de lavratura, seu conteúdo torna-se público, para conhecimento dos interessados e para fins legais.
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| 4. Ata |
( ) Mesmo que seja redigido em mais de uma folha, o endereçamento ficará sempre na primeira. Sua linguagem caracteriza-se pela formalidade e é instrumento de comunicação, determinação ou requisição que tramita entre órgãos da Administração Pública e também com particulares.
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| 5. Edital |
( ) É ato expedido por órgão colegiado ou autarquias ou ainda por grupos representativos.
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| 6. Resolução |
( ) É documento emitido por funcionário de órgão público ou empresa privada, destinado à tramitação de informações ou de solicitações entre setores ou mesmo entre pessoas para cientificá-los sobre o seu teor.
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| 7. Relatório |
( ) É um instrumento expedido por órgão público ou empresa privada cuja informação é conhecida publicamente e corresponde a uma ordem ou a um dispositivo oficial. Sua divulgação pode ser feita por empresa ou afixação em locais públicos.
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Os sistemas educacionais encontram-se num contexto de explosão descentralizadora. De fato, numa época em que o pluralismo político aparece como valor universal, assistimos tanto à crescente globalização da economia como à emergência do poder local, que desponta nos sistemas educacionais de muitos países como uma força inédita. Cresce a reivindicação pela autonomia, contra a uniformização, cresce a afirmação da singularidade de cada região e local, de cada língua, de cada dialeto. (GADOTTI, M. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1992. P. 6-7).
Assim, uma proposta educativa que considere esta descrição deve centrar-se:
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Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas(2002a, p.2), a definição para título é:
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As funções da instituição escolar são: [...] por um lado, a reprodução do sistema pela transmissão cultural e valores sociais (função sistêmica); por outro, a crítica, quando a organização escolar é capaz de reconstruir concepções sociais sobre a sociedade e o saber e, consequentemente, de transformar os sentidos colectivos e os esquemas interpretativos da sociedade (função simbólica). (GOMES, Rui. Teses para uma agenda de estudo da escola. In: BARROSO, João (Org.). O estudo da escola. Porto: Porto, 1996. p.118).
Assim, a partir destas funções da instituição escolar pode-se afirmar que:
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