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No âmbito das Normas Regulamentadoras – NR, no que se refere ao serviço em instalações elétricas, aplica-se a
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Com relação à Lei n. 8.666/2003, que regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, e institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e outras providências, considere as afirmações abaixo.
I - Essa lei estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações, no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
II - As sociedades de economia mista controladas pela União não se subordinam a essa lei.
III - Em algumas situações previstas em lei, é possível a funcionários públicos, ligados ou não ao Órgão Público Licitante, participar do processo licitatório.
Quais estão corretas?
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Analise o desenho técnico da peça cônica abaixo.

Assinale a alternativa que corresponde aos valores especificados da relação entre conicidade externa e diâmetro menor interno, respectivamente.
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Conforme a Lei Federal n. 8.112/1990, considere as afirmativas abaixo no que se refere à posse em cargo público.
I - A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei.
II - A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento.
III - Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação, acesso e ascensão.
Quais estão corretas?
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Na Fotogrametria, os números quatro, seis e oito representam, respectivamente, a quantidade de parâmetros para transformação geométrica entre sistemas de referências bidimensionais e/ou tridimensionais. Assinale a alternativa que apresenta as transformações mais utilizadas na Fotogrametria.
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A questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Destino existe?
Estamos mesmo no comando da nossa vida? A ciência tem mais de uma resposta: por um lado, o conceito de destino é imaginação pura. Por outro, a própria realidade é uma ilusão. E o futuro já está escrito
Só podia ser destino. Eu, um dos autores desta reportagem, tinha 17 anos e estava apaixonado. Platônico total: tinha conhecido a menina 8 meses antes, numa viagem. A gente ficou junto e no dia seguinte foi cada um para o seu canto. A menina, para a cidade dela, eu, para a minha. Não teve troca de telefone nem nada. Fim. Mas a moça não saía da minha cabeça. Seis, 7, 8 meses e a coisa só aumentava. Ir atrás dela? Esquece. A mulher morava numa metrópole de mais de 1 milhão de habitantes – e nem o sobrenome dela eu tinha. O certo mesmo era pôr a cabeça no lugar e partir pra outra. Então pensei bem e tomei a decisão mais sensata: ir atrás dela. Desci na rodoviária do lugar, fiquei umas horas andando por lá sem eira nem beira... Mas aí, minha nossa. Ela, a própria, me passa andando bem ali, do outro lado da calçada. Atravesso a rua com o batimento mais acelerado que coração de big brother no paredão. Tinha dado certo. Só podia ser destino.
(...)
O destino está nas estrelas A ideia de um futuro predeterminado move filosofias e religiões. E serve de combustível para um dos conceitos mais antigos da humanidade: o de que os astros regem nossa vida.
A crença de que nosso futuro já está determinado é parte do que somos. O problema é que nosso cérebro tem um defeito congênito: ele é programado para encontrar sentido em qualquer coisa, inclusive para a existência.
Quer ver como isso funciona, Rafael? Bom, quem se chama Rafael acabou de ver. Poderíamos ter escrito qualquer nome aqui. Mas se for o seu, Juliana, isso vai parecer especial. Claro que ver o seu nome impresso do nada já é algo especial. Mas sua mente tende a achar mais especial. Até as mentes mais céticas imaginam naturalmente que uma força superior determinou isso. O destino, talvez. Mas a realidade é que escolhemos Rafael e Juliana porque são nomes comuns. A chance de acertarmos o nome de vários leitores não era desprezível.
Fonte: adaptado de uma reportagem disponível no site da
revista Superinteressante, acessado em 19 de março de
2014.
Abaixo do título Destino existe?, lê-se: “Estamos mesmo no comando da nossa vida? A ciência tem mais de uma resposta: por um lado, o conceito de destino é imaginação pura. Por outro, a própria realidade é uma ilusão. E o futuro já está escrito.” Em linguagem jornalística, pode-se dizer que essas frases formam
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A Lei n. 12.612, de 13 de abril de 2012, sancionada pela Presidência da República, declara como patrono da educação brasileira
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A questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O jornal Washington Post fez(a) uma experiência no metrô da cidade. Um dos melhores violinistas do planeta, Joshua Bell, estava em turnê na capital, e a experiência era a seguinte: ele tocaria(b,d) incógnito seu violino numa estação de metrô. Um boné no chão recolheria(a) as moedas.
As poucas pessoas que deram algum troco sequer pararam(c) para ouvir. Quando Joshua guardou seu violino (que valia três milhões e meio de dólares) não houve aplausos.
Eis minha experiência no metrô de Londres, anos atrás. Estava de férias e já subia a escada para atingir a rua quando me dei conta do tema que vinha de um sax (na época, Kenny G povoou de saxofones as estações de metrô mundo afora). A canção que chegara(c,d) a mim não era Kenny G. Era algo suave, que reverberava(b) na memória. Memória antiga e afetiva. O que tocava era Manhã de carnaval, de Antônio Maria, meu conterrâneo. Um autor recifense enchia(d) os ares do metrô de Londres. Desci as escadas correndo. O saxofonista era(e) alto e ruivo, dificilmente seria(e) brasileiro.= Fiquei ainda mais comovido.
Ouvi a música até o fim. Depois, agradecendo a honra, coloquei dez libras em seu chapéu. Ele não acreditou, e achou que eu havia(e) me confundido ao dar uma nota de valor tão graúdo. Gesticulei que não, e segui adiante orgulhoso do talento de minha aldeia.
A ilusão durou décadas, e manteve-se intacta até anteontem. Eu passava(c) entre os computadores do escritório quando ouvi o que vinha do monitor de um colega: a introdução de Manhã de carnaval. Voltei sorrindo e já ia contar o antigo episódio do metrô quando entrou a voz. Sim, era a voz: Frank Sinatra, cantando em inglês. Então era isso. O ruivo magrela não conhecia(a) Antônio Maria coisa nenhuma, e tampouco sabia(b) da existência de Recife ou mesmo do Brasil. Conhecia era a versão americana. Ele tocou Frank Sinatra e eu paguei por Antônio Maria. Na mesma hora tive pena das minhas dez libras.
Enquanto a experiência do Washington Post rendeu um prêmio Pulitzer em 2008, a minha rendeu uma bestagem. O título americano da canção, aliás, é uma carapuça. Chama-se A day in the life of a fool (Um dia na vida de um tolo).
Adaptado de: LAURENTINO, A. Maria. Disponível em:
andrelaurentino.blogspot.com.br/2013/03/Maria.html.
Acessado em 11/04/2014.
Assinale a alternativa que apresenta uma sequência com verbos conjugados no pretérito imperfeito, no futuro do pretérito e no pretérito mais-que-perfeito, respectivamente.
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A questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Destino existe?
Estamos mesmo no comando da nossa vida? A ciência tem mais de uma resposta: por um lado, o conceito de destino é imaginação pura. Por outro, a própria realidade é uma ilusão. E o futuro já está escrito
Só podia ser destino. Eu, um dos autores desta reportagem, tinha 17 anos e estava apaixonado. Platônico total: tinha conhecido a menina 8 meses antes, numa viagem. A gente ficou junto e no dia seguinte foi cada um para o seu canto. A menina, para a cidade dela, eu, para a minha. Não teve troca de telefone nem nada. Fim. Mas a moça não saía da minha cabeça. Seis, 7, 8 meses e a coisa só aumentava. Ir atrás dela? Esquece. A mulher morava numa metrópole de mais de 1 milhão de habitantes – e nem o sobrenome dela eu tinha. O certo mesmo era pôr a cabeça no lugar e partir pra outra. Então pensei bem e tomei a decisão mais sensata: ir atrás dela. Desci na rodoviária do lugar, fiquei umas horas andando por lá sem eira nem beira... Mas aí, minha nossa. Ela, a própria, me passa andando bem ali, do outro lado da calçada. Atravesso a rua com o batimento mais acelerado que coração de big brother no paredão. Tinha dado certo. Só podia ser destino.
(...)
O destino está nas estrelas A ideia de um futuro predeterminado move filosofias e religiões. E serve de combustível para um dos conceitos mais antigos da humanidade: o de que os astros regem nossa vida.
A crença de que nosso futuro já está determinado é parte do que somos. O problema é que nosso cérebro tem um defeito congênito: ele é programado para encontrar sentido em qualquer coisa, inclusive para a existência.
Quer ver como isso funciona, Rafael? Bom, quem se chama Rafael acabou de ver. Poderíamos ter escrito qualquer nome aqui. Mas se for o seu, Juliana, isso vai parecer especial. Claro que ver o seu nome impresso do nada já é algo especial. Mas sua mente tende a achar mais especial. Até as mentes mais céticas imaginam naturalmente que uma força superior determinou isso. O destino, talvez. Mas a realidade é que escolhemos Rafael e Juliana porque são nomes comuns. A chance de acertarmos o nome de vários leitores não era desprezível.
Fonte: adaptado de uma reportagem disponível no site da
revista Superinteressante, acessado em 19 de março de
2014.
No texto, a frase O destino está nas estrelas é usada para destacar um tema dentro da matéria. Em linguagem jornalística, isso é denominado
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O currículo da educação básica, segundo a LDBEN (Lei n. 9.394/96), compõe-se de uma base nacional comum e de uma parte diversificada do currículo, na qual, obrigatoriamente, deverá ser incluído, entre outros,
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