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Foram encontradas 50 questões.

2225556 Ano: 2009
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Um método cromatográfico desenvovido para ser empregado com o sistema de detecção Ultravioleta, ao ser adaptado para um sistema de detecção por Espectrometria de Massas, merece especial atenção no que se refere:

 

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2225555 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Dentre os métodos de ionização empregados na espectrometria de massas encontra-se aquele que ioniza a amostra por meio de uma aplicação de feixe de raios lazer (foto ionização).

Este método é adequado quando o analito:

 

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2225554 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Alguns Espectrômetros de Massas do tipo triplo quadrupolo têm a alternativa de serem operados de forma que quantifiquem somente os íons moleculares selecionados no primeiro quadrupolo.

Esse modo de operação comumente conhecido pela sigla SIM (selected íon monitoring) é recomendado no caso de analitos que:

 

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2225553 Ano: 2009
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

No desenvolvimento de um método por Cromatografia Líquida acoplada a Espectrometria de Massas em Sequência (CLAE-EMS), as energias de ionizações aplicadas ao capilar e aos cones de amostragem e extrator são investigadas.

A escolha adequada destas energias é importante, pois delas depende:

 

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2225552 Ano: 2009
Disciplina: Farmácia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Para quantificar fármacos em matrizes biológicas, a Cromogatografia Líquida de Alta Eficiência acoplada à Espectrometria de Massas em Sequência (CLAE-EMS) apresenta vantagens em relação à Cromatografia Líquida de Alta Eficiência acoplada a Espectrofotometria de Ultravioleta (CLAE-UV).

Essa afirmação se justifica pelo fato de que a CLAE-EMS:

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

Numa notícia sobre o Senado, publicada no jornal O Globo, de 14-07-2009, lê-se o seguinte:

Uma casa com 204 copeiros. Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionários terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Dá mais de sete para cada um dos 81 senadores. No total, são 717, sendo 204 copeiros e 513 contínuos, que custam ao Senado R$2.400 por mês, cada um.”

Não há dúvida de que a notícia tem um tom crítico, condenando o Senado; o argumento em que se apoia essa crítica é de base estatística (a distorção de mais de sete funcionários para cada senador), mas apresenta uma falha, que é a de:

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

“De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar”.

A alternativa que informa o valor semântico correto do elemento destacado é:

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

Assinale a alternativa em que a segunda forma do segmento altera o sentido do segmento inicial.

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

“Dois frequentadores de uma discoteca, na Barra da Tijuca, acusam seguranças do lugar de tê-los agredido, na madrugada de ontem, dentro da casa de eventos. (....) De acordo com o gerente do espaço, o lugar tem câmeras que podem ajudar a identificar o que aconteceu.”

(O Globo, 12-07-2009).

Nesse texto, muitos vocábulos substituem elementos anteriormente citados, a fim de se evitarem as repetições deselegantes.

A alternativa abaixo que indica corretamente o antecedente referido é:

 

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A OUTRA EPIDEMIA

Lya Luft - Veja, 15-07-2009

Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco, cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados (por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia procurar um homem honrado.

Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso, que parece não ter arrumação?

PM vai sair da maioria das favelas. O comandante da PM, coronel Mário Sérgio, diz que fechará postos de policiamento em favelas que viraram fonte de corrupção.”

(O Globo, 12-07-2009)

A afirmação correta sobre esse pequeno texto é:

 

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