Foram encontradas 493 questões.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Piadas com a língua portuguesa
Piada 1
A professora mandou o Joãozinho colocar uma caixa vazia na lixeira, mas ele a botou em
cima. Ela reclamou:
– Por que não colocou a caixa dentro da lixeira, Joãozinho?
– Porque não cabeu, professora – ele respondeu.
– “Não coube” – ela retrucou.
– Agora você vai escrever cem vezes nesta folha “não coube” – sentenciou a professora.
Passado algum tempo, Joãozinho estava parado olhando para o caderno.
– Escreveu cem vezes as palavras que lhe mandei? – perguntou a professora.
– Escrevi só 99, professora – respondeu.
– Por quê? – quis saber ela.
– Porque não cabeu tudo, professora!
Piada 2
Joãozinho conversava na aula e a professora disse:
– JOÃOZINHO! Me diga dois pronomes, agora!
– Quem? Eu?
– Muito bem, pode sentar.
Piada 3
Professor:
– “Chovia”, que tempo é?
Aluno:
– É tempo feio.
Piada 4
A professora está ensinando o uso de pronomes e pede ao Joãozinho:
– Faça uma frase com o pronome “consigo”!
O Joãozinho:
– “Eu não consigo correr muito”.
Piada 5
A professora diz:
– “Ontem fui criança”. Isso é passado. “Hoje sou bonita”. O que é isso, Joãozinho?
– É mentira, professora!
Piada 6
A professora pergunta pro Joãozinho:
– Joãozinho, em que tempo está o verbo da frase “Isso não poderia ter acontecido”.
Ele responde:
– Preservativo imperfeito!
Disponível em: http://estacaodapalavra.blogspot.com.br/2011/07/piadas-gramaticais-piada-1-professora.html; http://bentovsales.blogspot.com.br/2011/03/piadas-gramaticais.html. [Adaptado]. Acesso em: 9 out. 2017.
( ) O termo “mas” (linha 02) é usado para marcar oposição de ideias. ( ) O uso de “Por que” (linha 04) e “Por quê” (linha 11) tem a mesma função, por isso a acentuação indicada na linha 11 está incorreta. ( ) Os pronomes “ele” (linhas 02 e 05) e “ela” (linhas 03, 06 e 11) retomam, respectivamente, os nomes “Joãozinho” e “professora”. ( ) O nome “Joãozinho” (linhas 04 e 08) pode ser substituído por “ele” nas duas ocorrências. ( ) As ocorrências do nome “Joãozinho” nas linhas 16 e 39 tratam-se de vocativo.
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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Piadas com a língua portuguesa
Piada 1
A professora mandou o Joãozinho colocar uma caixa vazia na lixeira, mas ele a botou em
cima. Ela reclamou:
– Por que não colocou a caixa dentro da lixeira, Joãozinho?
– Porque não cabeu, professora – ele respondeu.
– “Não coube” – ela retrucou.
– Agora você vai escrever cem vezes nesta folha “não coube” – sentenciou a professora.
Passado algum tempo, Joãozinho estava parado olhando para o caderno.
– Escreveu cem vezes as palavras que lhe mandei? – perguntou a professora.
– Escrevi só 99, professora – respondeu.
– Por quê? – quis saber ela.
– Porque não cabeu tudo, professora!
Piada 2
Joãozinho conversava na aula e a professora disse:
– JOÃOZINHO! Me diga dois pronomes, agora!
– Quem? Eu?
– Muito bem, pode sentar.
Piada 3
Professor:
– “Chovia”, que tempo é?
Aluno:
– É tempo feio.
Piada 4
A professora está ensinando o uso de pronomes e pede ao Joãozinho:
– Faça uma frase com o pronome “consigo”!
O Joãozinho:
– “Eu não consigo correr muito”.
Piada 5
A professora diz:
– “Ontem fui criança”. Isso é passado. “Hoje sou bonita”. O que é isso, Joãozinho?
– É mentira, professora!
Piada 6
A professora pergunta pro Joãozinho:
– Joãozinho, em que tempo está o verbo da frase “Isso não poderia ter acontecido”.
Ele responde:
– Preservativo imperfeito!
Disponível em: http://estacaodapalavra.blogspot.com.br/2011/07/piadas-gramaticais-piada-1-professora.html; http://bentovsales.blogspot.com.br/2011/03/piadas-gramaticais.html. [Adaptado]. Acesso em: 9 out. 2017.
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- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência

I. Os termos “mas”, “porque”, “se” e “e” (primeiro, segundo, terceiro e quarto balões, respectivamente) funcionam como elementos coesivos para relacionar o dado posto como o dado novo. II. A conjunção adversativa “mas” (primeiro balão) pode ser substituída por “e” sem prejuízo de significação. III. As grafias “por que” e “porque” (primeiro e segundo balões, respectivamente) são diferentes porque a primeira ocorrência não está no início da frase e a segunda está. IV. O termo “se” (terceiro balão) desempenha a função de conjunção subordinativa causal.
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A linguagem da física
Adilson de Oliveira
Uma das mais importantes características humanas é a capacidade de nos
comunicarmos, pois, por meio desse processo, a inteligência se manifesta. Existem evidências
de que outros animais se comunicam entre si, como baleias e golfinhos; mas, até onde
sabemos, somos os únicos seres do universo que expressam pensamentos de forma
complexa por meio de sons, gestos, pinturas, escrita etc. Em particular, no que se refere à
comunicação oral, estima-se a existência de cerca de 7 mil idiomas. O mais falado no mundo é
o mandarim, com mais de 1 bilhão e 300 milhões de falantes. A língua portuguesa, falada por
quase 230 milhões de pessoas, está entre a quinta e a sexta posição.
Em cada idioma já foram expressas belíssimas ideias que ficaram eternizadas em
diferentes obras literárias. A bela peça Hamlet, escrita em inglês por William Shakespeare, a
envolvente narração em espanhol de Dom Quixote de la Mancha, feita por Miguel de
Cervantes, e os grandiosos poemas épicos, como Os Lusíadas, de Luís de Camões (em
português), e Divina Comédia, de Dante Alighieri (em italiano), são apenas alguns exemplos
de grandes produções do pensamento humano. Nessas obras, encontramos a maneira como
esses autores veem o mundo por meio de suas narrativas.
Da mesma forma, a ciência tem seu próprio “idioma” para descrever a natureza. Em
especial, a física tem uma maneira particular de narrar os fenômenos naturais. Essas
narrativas acabam se modificando ao longo do tempo, assim como as próprias línguas, tanto
pela evolução do pensamento como pelas descobertas de novos fenômenos, que, para serem
explicados, levam a grandes revoluções no modo de pensar.
Toda língua moderna tem o seu alfabeto e as suas regras gramaticais, que nos
permitem expressar as nossas ideias. Na física, a matemática é uma das maneiras usadas
para expressar seus conceitos e teorias. Devido à sua estrutura lógica, a matemática garante a
demonstração de determinados conceitos de modo absolutamente preciso e é capaz de levar
a formas de pensamento que a nossa linguagem humana cotidiana não consegue expressar.
[...]
Mas a física não é apenas a descrição da natureza a partir de equações matemáticas.
Seu roteiro para explicar o universo também depende de princípios fundamentais aplicados a
diversas situações. As teorias físicas têm como pano de fundo os chamados princípios de
conservação, que são associados à conservação da energia, da quantidade de movimento, do
momento angular, da carga elétrica, entre outros. Por exemplo, verifica-se que, em qualquer
processo, a energia total é conservada, ou seja, nunca é criada ou destruída, mas pode ser
transformada. Com base nessa ideia, foi possível elaborar diferentes descrições dos
fenômenos físicos.
O físico e astrônomo italiano Galileu Galilei, um dos fundadores da física e da
astronomia modernas e também um dos grandes defensores do método científico, disse: “O
livro da natureza está escrito em caracteres matemáticos… sem um conhecimento dos
mesmos, os homens não poderão compreendê-lo” (tradução livre). A afirmação reflete bem a
percepção de que, para podermos expressar certas ideias e conceitos, é necessário conhecer
de maneira adequada o idioma no qual eles estão escritos. Nesse caso, a física, por meio da
matemática, consegue descrever o nosso universo de modo fundamental, mesmo não
respondendo a todas as perguntas. Ainda serão escritos muitos “poemas” e “narrativas”
(teorias) na física, por meio do seu “idioma” (matemática), e eles continuarão nos encantando,
assim como as grandes produções literárias.
Disponível em: http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/2727/n/a_linguagem_da_fisica. [Adaptado]. Acesso em: 21 set. 20
Observe as sentenças abaixo, retiradas do Texto 2. Considerando o comportamento sintático do termo “que”, assinale a alternativa correta.
I. “Toda língua moderna tem o seu alfabeto e as suas regras gramaticais, que nos permitem expressar as nossas ideias.” (linhas 21 e 22)
II. “Em cada idioma já foram expressas belíssimas ideias que ficaram eternizadas em diferentes obras literárias.” (linhas 09 e 10)
III. “[...] pelas descobertas de novos fenômenos, que, para serem explicados, levam a grandes revoluções no modo de pensar.” (linhas 19 e 20)
IV. “[...] somos os únicos seres do universo que expressam pensamentos de forma complexa por meio de sons, gestos, pinturas, escrita etc.” (linhas 04 e 05)
V. “As teorias físicas têm como pano de fundo os chamados princípios de conservação, que são associados à conservação da energia [...].” (linhas 29 e 30)
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- Sintaxe
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
razões científicas para aprender outro idioma
Humberto Abdo
Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os
benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e
sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,
habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,
como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma
nova língua:
1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa
Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”
facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade
Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a
desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro
passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.
2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem
Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para
adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência
começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os
sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como
escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os
resultados.
3. Sua memória também é fortalecida
Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que
aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.
Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais
idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em
comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era
três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.
4. Melhora a capacidade de tomar decisões
Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago
sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências
cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as
decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo
mental que seria comum ao usar a língua nativa.
5. Sua percepção fica mais aguçada
Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que
falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre
informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor
desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era
um poliglota por acaso.
Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20
De acordo com a norma padrão escrita da língua portuguesa, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) Em “Pessoas que sabem falar mais de um idioma” (linha 09), o pronome “que” restringe o conjunto de pessoas com a capacidade de “deslocar” a atenção entre os sistemas de fala e escrita.
( ) Na frase “Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os benefícios cognitivos de aprender novos idiomas” (linhas 01 e 02) a expressão destacada exerce a função de complemento nominal.
( ) Em “os resultados demonstram que, para adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência começarem a se manifestar é 71,4” (linha 16 a 18), os dois “que” destacados têm a mesma função sintática.
( ) A voz verbal na frase “Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos” (linha 16) é classificada como passiva analítica.
( ) Na frase “As pesquisas também consideraram fatores como escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os resultados” (linhas 19 a 21), a conjunção destacada introduz uma frase explicativa.
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