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Foram encontradas 250 questões.

936271 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Dentre as atribuições da Profissão de Museólogo definidas pela Lei n. 7.897 de 18 de dezembro de 1984, assinale a afirmativa que NÃO contempla as competências do exercício deste profissional.

 

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936263 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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"Os acervos de museus, arquivos e demais tipos de instituições culturais passam a maior parte do tempo em áreas de Reserva Técnica. Por isso, é fundamental que esta área seja projetada, planejada, organizada, monitorada e mantida a partir de princípios, conceitos, modelos e paradigmas da Conservação Preventiva. Do projeto arquitetônico aos programas de controle ambiental (monitoramento do clima, da luz, das pragas); da concepção do mobiliário ao desenho dos invólucros; do acesso à segurança; do manuseio à consulta, todas essas questões devem ser levadas em conta na prática institucional de salvaguarda das coleções”.

Fonte: FRONER, Yacy-Ara. Reserva Técnica.
Belo Horizonte: LACICOR - EBA - UFMG, 2008, p. 3.

A partir dessa citação, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa a seguir.

( ) Nas instituições adaptadas para serem museus, os espaços indicados para a localização da Reserva Técnica são porões, torres e pátios externos.

( ) A Reserva Técnica é local de armazenamento de acervos museológicos, de acessórios de exposições, caixas ou materiais de embalagem, ferramentas, equipamentos, mobiliário e réplicas.

( ) Na Reserva Técnica não é indicado o uso de desumidificadores e ventiladores.

( ) No momento de definir o espaço da Reserva Técnica é preciso levar em consideração a segurança e o acesso às coleções.

( ) A Reserva Técnica é o local indicado para a realização dos regimes de “quarentena” dos objetos recém-adquiridos ou que foram emprestados para a instituição.

A sequência correta é

 

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935045 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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O desenvolvimento da sociabilidade humana institui novas necessidades, dentre elas amoral. O desenvolvimento da consciênciamoral se materializa na capacidade humana de adotar valores, agir e responsabilizar-se com base nas suas escolhas.

A que valor está relacionado esta afirmação:

 

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934976 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) é um documento emitido para reconhecer tanto um acidente de trabalho ou de trajeto, como uma doença ocupacional. Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa relacionada à CAT.

( ) A empresa é obrigada a informar à Previdência Social todos os acidentes de trabalho ocorridos com seus empregados, mesmo que não haja afastamento das atividades, até o segundo dia útil seguinte ao da ocorrência.

( ) Em caso de morte, a comunicação deverá ser imediata.

( ) Se a empresa não fizer o registro da CAT, o próprio trabalhador poderá realizá-lo até o quinto dia útil seguinte ao da ocorrência.

A sequência correta é

 

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932010 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Leia o trecho abaixo e assinale verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas que se seguem:

Muitas atividades industriais necessitam de sistemas de refrigeração, principalmente a indústria alimentícia em geral, os frigoríficos, a indústria de pescado, as fábricas de gelo, os laticínios e a indústria de bebidas. O gás refrigerante mais utilizado é a amônia, que em caso de vazamento pode trazer graves riscos à saúde e à segurança, com trágicas consequências. Nesse caso, a NR 36 apresenta como medida de prevenção coletiva a ser adotada, quando da utilização da amônia, a instalação de painel de controle do sistema de refrigeração, entre outras medidas.

Nesse caso, considerando a NR 36, em caso de vazamento de amônia, o painel de controle do sistema de refrigeração deve, no mínimo

( ) acionar automaticamente o sistema de alarme.
( ) acionar o sistema de controle e eliminação de amônia.
( ) indicar quais medidas devem ser tomadas.

A sequência correta é

 

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931929 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.

“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”

(José Saramago)

Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.

“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.

A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?

Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.

Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.

Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”

Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.

O fragmento destacado a seguir serve de base para responder a questão.

A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana.

Coerente com o teor do texto, o segmento para a sociedade poderia ser reescrito como para seus moradores e gestores públicos. Semanticamente, a reescrita apresenta o referente como mais específico, mais delimitado; sintaticamente, a reescrita leva à modificação da expressão verbal

I → põe para pôs, caso se queira projetar a ação como de realização próxima, no futuro.
II → encontrar para encontrarem, caso se queira realçar a ação atribuída ao sujeito do infinitivo.
III → crescem para cresceram, caso se queira estender a ação também ao tempo passado.

Está(ão) correta(s)

 

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931699 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Sabe-se que os Princípios Constitucionais da Administração Pública devem reger a atuação dos Poderes Executivo, além dos Poderes Legislativo e Judiciário, quando os mesmos exercem a função administrativa.

Dessa forma, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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931026 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Um vendedor recebe um salário mensal de R$ 1 160,00, mais uma comissão de 5% sobre o total das vendas realizadas naquele mês.

Considere as seguintes afirmações:

I → A função que representa o salário mensal desse vendedor é s(x) = 1160 + 0,5x, onde x representa o total das vendas.

II → Se o total de vendas em um determinado mês foi de R$ 15 000,00, então o salário do vendedor foi de R$ 1910,00.

III → Se o salário do vendedor foi de R$ 1 500,00, este vendeu R$ 680,00.

Está(ão) correta(s)

 

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928224 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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No processo de concepção e planejamento de uma exposição museológica, inicialmente deve-se estabelecer:

 

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927997 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Os conceitos de polidez – e de falta dela – são construções culturais particulares de cada sociedade. No português falado no Brasil, por exemplo, considera-se falta de educação pedir algo para alguém sem usar a palavra “por favor”. Um pedido simples, como “pegue um copo de água”, sem o “por favor”, ganha ares de ordem, transmite arrogância e grosseria. O mesmo vale para outros idiomas latinos, como o francês e o espanhol, e até para a língua inglesa: todas elas possuem equivalentes ao “por favor”, usado para comunicar respeito e entendido como uma forma de fazer um pedido de maneira amistosa e educada. Desse modo, transmitir gentileza e polidez ao fazer um pedido é uma maneira de evitar aversão, conservar uma relação social e, por consequência, aumentar as chances de ter o pedido atendido.

Mas esse não é exatamente o caso do grego antigo, especialmente aquele falado até o séc. 4 a.C. A língua falada pelos gregos na época não possuía um termo equivalente a "por favor". Os pedidos eram feitos como ordens, simplesmente, e não eram entendidos como um sinal de falta de cortesia. Eleanor Dickey, professora de cultura clássica na Universidade de Reading, no Reino Unido, explica, em um artigo baseado em estudo que publicou em 2016 sobre linguagem emocional e polidez no grego antigo, como a ausência de democracia foi o catalisador para que todo um idioma se tornasse mais gentil.

A sociedade grega antiga – ou ao menos a parte dela que produzia a literatura à qual os pesquisadores hoje têm acesso – tinha a democracia e a igualdade como valores caros.

Dickey observa que, embora essa igualdade não se estendesse para mulheres e escravos, ela era aplicada de maneira rígida entre os homens gregos, indivíduos que se enxergavam como iguais independente da posição social e que viviam em um sistema político que reforçava essa visão. A teoria deDickey propõe que, por isso, havia um esforço e um costume de tratar a todos da mesma maneira. Consequentemente, não haveria necessidade de uma forma linguística para marcar um pedido “educado” e outra que designasse uma ordem mais rude. Todos os pedidos eram iguais.

Tudo mudou com a conquista da Grécia no século 4 a.C. pelo então rei da Macedônia, Filipe II, pai de Alexandre, o Grande. Filipe e seus sucessores tornaram o grego a língua oficial do império, que se estendia por todo o leste do Mediterrâneo. Documentos oficiais, produções culturais, impostos e negócios passarama ser feitos em grego e a língua, a partir daí, ganhou milhares de novos falantes.

A cultura grega de democracia e igualdade, no entanto, não se espalhou junto com o idioma. O império macedônio era bem mais estratificado: família real e nobres no topo. Nos estados e cidades do império macedônio espalhados pela região do Mediterrâneo, a hierarquização social era ainda mais complexa, derivada da organização de pequenos reinos e feudos, unificados pelos macedônios. Essas diferenças, propõe Dickey, foram o motor da criação de uma palavra que fosse um marcador linguístico de polidez – como o nosso “por favor”.

A partir desse momento, estabeleceuse uma preocupação em demonstrar reverência, gentileza e educação. E de acordo com a teoria de Dickey, isso surgiu entre os falantes de grego que não viviam em regimes majoritariamente democráticos. Afinal, era preciso demonstrar educação e formalidade para se dirigir àqueles percebidos como socialmente superiores. A partir do século seguinte à conquista da Grécia pelo rei macedônio, a literatura grega começa a apresentar um termo que significa “por favor”.

Considerando os recursos de coesão e sua contribuição para a unidade e progressão textuais, observa-se que

I → a conjunção Mas possibilita a articulação de uma perspectiva diferente daquela desenvolvida no primeiro parágrafo .
II→ o referente de um idioma se encontra retomado no quinto parágrafo, por meio do segmento o grego .
III → o pronome isso remete ao segmento uma preocupação em demonstrar reverência, gentileza e educação .

Está(ão) correta(s)

 

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