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A gestão democrática surge no Brasil por meio do movimento de redemocratização da sociedade brasileira, como consequência das reivindicações dos movimentos sociais, que exigiam participar de maneira mais efetiva na gestão das políticas públicas. Nas últimas décadas, temos construído uma história de gestão democrática baseada em movimentos de fortalecimento da autonomia coletiva, priorizando elementos como o acesso de todos à escola e ao conhecimento, a permanência no contexto escolar e a democratização dos saberes que dão ingresso ao mundo do trabalho, buscando, assim, superar as heranças autoritárias de nossa história, no sentido de avançar na democratização da educação.
Em relação à gestão democrática, assinale a alternativa correta.
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Antônio Joaquim Severino, professor de filosofia da USP, em seu livro “Educação, sujeito e história”, escreve:
É necessário discutir a questão epistemológica de sustentação da prática educacional. Ver como se dá a construção do conhecimento da educação e como participam dele as ciências e a filosofia.”
Pensando na realidade educacional e nas contribuições do autor, é correto afirmar que
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Observe.

Os funcionários da empresa Feijão com Arroz Ltda trabalham por comissão sobre suas vendas. O percentual de comissão é dado na célula B4. Na célula C7 deve ser inserida a fórmula que calcula a comissão de Carla, considerando a equação. Ao selecionar-se a célula C7 com a fórmula e arrastá-la para as células seguintes (C8 a C10), será calculada automaticamente a comissão a receber referente às vendas dos outros funcionários, conforme planilha da figura.
Qual das opções apresenta a fórmula correta a ser colocada na célula C7?
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De acordo com a NR 35 - Segurança e saúde no trabalho em altura, o cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sistema de ancoragem.
Com relação às medidas de proteção previstas na NR 35, analise as informações a seguir:
I → O sistema de ancoragem deve ser estabelecido pela análise de risco.
II → O trabalhador deve permanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao risco de queda.
III → O talabarte e o dispositivo trava-quedas devemestar fixados no nível da cintura do trabalhador, ajustados de modo a restringir a altura de queda e assegurar que, em caso de ocorrência, minimizem as chances de colisão do trabalhador com a estrutura inferior.
Está(ão) correta(s)
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As vendas de chocolate aumentam bastante nos meses próximos à Páscoa. Considere que a função
!$ f(t)=500 \, \sin \left({\large{\pi \over 6}}t \right)+750 !$
represente o número de caixas de chocolate vendidas por um supermercado durante um ano, com t = 1 correspondendo ao mês de janeiro, t = 2 ao mês de fevereiro e assim por diante.
O total de caixas de chocolate vendidas nos meses de janeiro, março e setembro foi de
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Do ponto de vista histórico, observamos que os museus partem de uma caracterização enciclopédica, onde deveriam dar mostras de todo o conhecimento humano, à especialização de suas coleções. Ou como nos aponta Dominique Poulot, do enciclopedismo à “inventividade tipológica” (POULOT, 2013, p. 36).
No Brasil, esse processo de especialização tipológica, que rompe com o enciclopedismo, inicia com a criação do
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Os carros mais modernos vêm equipados com um dispositivo de segurança chamado airbag, que consiste num saco inflável acionado no momento de uma colisão. A figura a seguir ilustra o funcionamento deste equipamento.

Fonte: Disponível em:
<http://carros.hsw.uol.com.br/airbag.htm>.
Acesso em: 18 set. 2016. (Adaptado)
O enchimento do airbag ocorre através de uma descarga elétrica gerada pelo sensor de colisão no inflador, que é feito na forma de uma pastilha contendo comumente azida de sódio (NaN3). A azida de sódio sofre decomposição, produzindo sódio metálico líquido e um grande volume de nitrogênio gasoso, que infla o airbag. O sódio reage imediatamente com sílica, ficando inócuo.
Considerando que uma pastilha de airbag contém cerca de 32,5 g de azida de sódio, qual o volume de gás nitrogênio produzido quando o airbag é acionado? Considere comportamento de gás ideal para o nitrogênio gasoso, com volume molar de 25,0 L·mol–1 nas CNATP.
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A fim de auxiliar numa experiência didática, o técnico de laboratório planeja um experimento de titulação para determinação de ZrCl4 num catalisador comercial através de um método baseado na precipitação de AgCl. O rótulo informa que o teor de ZrCl4 no catalisador está entre 50% e 100%.
Para que os alunos possam executar os trabalhos adequadamente, a massa de AgCl obtida dever ser igual ou superior a 2,86 g.
Assinale a alternativa que apresenta a massa mínima da amostra do catalisador contendo ZrCl4 que garante que a massa mínima do precipitado de AgCl será 2,86 g.
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As Variações Patrimoniais são transações que promovem alterações nos elementos patrimoniais da entidade do setor público, mesmo em caráter compensatório, afetando ou não o seu resultado.
As Variações Patrimoniais requerem seu(s) registro(s) de natureza da informação patrimonial correspondente(s).
( ) D1.1.1.1.1.xx.xx Caixa e Equivalentes de Caixa em Moeda Nacional (F)
C2.1.2.3.x.xx.xx Financiamentos a Curto Prazo - Interno (P)
( ) D3.x.x.x.x.xx.xx Variação Patrimonial Diminutiva C
2.1.8.x.x.xx.xx Demais Obrigações a Curto Prazo (F)
( ) D1.1.2.1.x.xx.xx Créditos Tributários a Receber (P)
C4.1.1.2.x.xx.xx Impostos Sobre Patrimônio e a Renda
Numere, de cima para baixo, os registros contábeis correlacionando-os com as Variações Patrimoniais a seguir:
1→Variação Patrimonial Qualitativa.
2→Variação Patrimonial Aumentativa.
3→Variação Patrimonial Diminutiva.
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.
“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”
(José Saramago)
Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.
“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.
A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?
Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.
Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.
Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”
Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.
Aproximando as ideias defendidas pelos professores da UFMG e o teor da citação do escritor português, percebe-se que a interpretação feita por ___________________ evidencia uma leitura da cidade a partir da ótica de que práticas e vivências sociais criam cidades dentro da cidade, ao passo que a análise de ___________________ dá visibilidade à cidade e sua relação com as políticas públicas. Por outro lado, a ideia defendida por _____________________ mostra que as cidades são também concebidas como construções individuais cujos limites são estabelecidos com sinais físicos, os quais, além de desenhar para os habitantes a sua cidade e a dos outros, são uma forma de interpretação de si próprios.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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