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Os Karajás ou Iny, povo indígena do tronco linguístico Macro-Jê, vivem nos estados de Tocantins, do Mato Grosso, de Goiás e do Pará, principalmente às margens do rio Araguaia.
Assinale a alternativa que descreve à arquitetura de matriz Karajá.
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O estilo artístico e arquitetônico que se destacou no Brasil durante o século 18 e início do século 19 sobressai pela originalidade da arte e da arquitetura religiosa. Entre as caraterísticas das construções religiosas, estão a localização nos pontos altos de terrenos montanhosos; o contraste entre a sobriedade das fachadas exteriores e a exuberante decoração interna; a utilização de materiais da região, como madeira de cedro, para talhar retábulos, e pedra sabão, para ornamentar as fachadas; e interiores com tetos abobadados de tabuado corrido, pintados com temas religiosos.
TELLES, A. et al. Arquitetura na formação do Brasil. Brasília: UNESCO, 2006, com adaptações.
O texto apresentado refere-se ao estilo conhecido como
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Entre os clássicos do pensamento social brasileiro encontramos Florestan Fernandes. Uma das obras seminais e com importante impacto na antropologia é A função social da guerra na sociedade tupinambá (1952). A respeito dessa obra é correto afirmar:
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Os antropólogos devem conhecer uma variedade considerável de métodos e técnicas de pesquisa qualitativa a fim de superar os desafios que os objetos de estudos impõem. Quanto aos métodos e técnicas de pesquisa qualitativa é correto afirmar que
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O prestígio da etnografia é tal que, até entre os antropólogos, ela se tornou a forma mais simples de definir a nossa disciplina. Ou seja, o método se tornou mais conhecido do que a própria disciplina que o engendrou! Esse método marcou tanto a disciplina que até para os próprios antropólogos é mais fácil se definir por ele. Quando perguntados que diferença há entre a Antropologia e outras ciências como a sociologia, a resposta imediata é o método.
URIARTE, Urpi Montoya. O que é fazer etnografia para os antropólogos. Ponto Urbe, v. 11, 2012.
No que se refere à etnografia, é correto afirmar que
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[...] a adoção de métodos quantitativos é muito reduzida, principalmente onde seriam potencialmente úteis, ou seja, nas análises dos dados provenientes do trabalho de campo. Aparentemente, há várias razões que poderiam explicar essa situação.
MITCHELL, C. “A questão da quantificação na Antropologia Social”. In: FELDMAN-BIANCO, B. (org.) A Antropologia das Sociedades Contemporâneas, S. Paulo, Global, 1987, pp. 77-126.
Entre as razões que explicam o reduzido uso dos métodos quantitativos, é correto destacar que
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Quanto aos métodos quantitativos na Antropologia, é correto afirmar que
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Atualmente, diversos autores e autoras, situados tanto nos centros quanto nas periferias da produção da geopolítica do conhecimento, questionam o universalismo etnocêntrico, o eurocentrismo teórico, o nacionalismo metodológico, o positivismo epistemológico e o neoliberalismo científico contidos no mainstream das ciências sociais. Essa busca tem informado um conjunto de elaborações denominadas Teorias e Epistemologias do Sul (Santos e Meneses, 2010; Connell, 2007), as quais procuram valorizar e descobrir perspectivas trans-modernas, no sentido de Dussel, para a decolonização das ciências sociais” (BALLESTRIN, 2013, p. 109).
BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o giro decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política. n. 11, pp. 89-117, 2013, com adaptações.
Assinale a alternativa correta acerca do pensamento decolonial.
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É assim que o feminismo dos anos 90 [do século 20] dedica-se, sobretudo, à questão da diversidade entre as mulheres. A crítica ao uso monolítico da categoria “mulher” parece ser mesmo um dos principais efeitos da globalização do feminismo operada nos anos 70. Vão-se, nesse sentido, refinando uma série de variáveis que afetam significativamente a identidade de gênero, como país, etnia e orientação sexual. Com o reconhecimento da diversidade, há a incorporação de uma variedade de discursos no interior do campo teórico feminista, o que resulta na profunda heterogeneidade do sujeito na contemporaneidade –ou mesmo na sua dissolução.
MARTINS, Ana Paula Antunes. O Sujeito “nas ondas” do Feminismo e o lugar do corpo na contemporaneidade. Revista Café com Sociologia. v.4, n.1, jan. / abr., 2015.
O trecho em destaque, refere-se a um conjunto de acontecimentos que caracterizou uma das ondas do feminismo. Em relação ao ficou conhecido como “ondas do feminismo”, assinale a alternativa correta.
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Como um conceito em movimento, a interseccionalidade propõe identificar a movimentação e reconfiguração de como os marcadores sociais agem para a manutenção e/ou reforço das exclusões sociais.
ZALUSKI, Jorge Luiz. O que é interseccionalidade? In: BODART, Cristiano das Neves. Conceitos e categoriais fundamentais do ensino de Sociologia, vol. 2. Maceió: Editora Café com Sociologia, 2021. pp. 35-40. (Coleção Conceitos e categoriais fundamentais do ensino de das Ciências Sociais).
Acerca da noção de interseccionalidade, é correto afirmar que
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