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Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.

Pode uma mulher governar?

Por Carla Rodrigues

Pode o subalterno falar? Não, responde a filósofa indiana Gaiatri Spivak* num ato performativo em que, ao dizer não, já está problematizando a interdição da voz subalterna e dando início a um importante debate sobre pós-colonialismo e gênero.A) Para pensar os retrocessos de gênero no Brasil, em particular, e na América Latina, em geral, faço uma analogia a esta pergunta – “pode uma mulher governar?” – para, com Spivak, responder não. [...]

No início dos anos 1990, a feminista norte-americana Susan Faludi publicou “Backlash”**, livro em que identificava as inúmeras formas de retrocesso em relação aos avanços no campo feminista desde os anos 1960 (para uma excelente recuperação desta história, ver “She’s beautiful when she’s angry”***, documentário em cartaz no Netflix). O diagnóstico de Faludi passa por capas de revista – a famosa edição da Newsweek que, em 1986, informava que, aos 35 anos, uma mulher com diploma superior teria apenas 5% de chance de casar –, e pela percepção de que estaria em curso um movimento de “volta ao fogão”, na já batida estratégia de que lugar de mulher é em casa.B)

A recente campanha #belarecatadaedolar expressou, de certa forma, esse jogo de forças ativas e reativas. Em contraposição à presidência da República exercida por uma mulher, uma revista semanal veiculou perfil da mulher do presidente interino Michel Temer, cujos atributos eram os mesmos que nos fariam voltar alguns séculos ao passado. Beleza para agradar o marido, comportamento domesticável, em ambiente familiar e caseiro. A reportagem fez eclodir um tipo de revolta muito parecida com as manifestações de repúdio ao texto da Newsweek que motivou Faludi a perceber os retrocessos na sociedade norte-americana.C)

Penso que, no caso do Brasil e da América Latina, o mais grave do nosso “backlash” está no fato de que mesmo os mínimos avanços produzem reações muito violentas. Apesar de anos de luta, o movimento de mulheres ainda não conseguiu a descriminalização do aborto.D) Pequenas conquistas, como o fim da obrigatoriedade do registro de boletim de ocorrência para interrupção de gravidez em caso de estupro, estão ameaçadas pela ação danosa do deputado Eduardo Cunha. No âmbito estadual, foi preciso uma grande mobilização para impedir a aprovação de uma lei que obrigaria profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro a notificar a polícia sempre que uma mulher chegasse a um hospital com complicações pós-aborto.

Neste contexto de pequenas conquistas e grandes retrocessos, Dilma esteve sob ataque desde o início do seu primeiro mandato. Sofreu críticas por não se adequar ao estereótipo do feminino e deputados acharam cabível chamar a chefe de estado por denominações grosseiras como “jararaca”. De certa forma, é como se sua figura austera tivesse encarnado a abjeção da sociedade brasileira em relação a uma mulher no poder. Insistentemente, ela buscou responder “sim, pode uma mulher governar”, e a cada sim produziu mais e mais reações contrárias ao seu lugar de poder. Talvez tenha sido, aos olhos de muitos, esse o “crime” cometido pela presidenta. Talvez por isso estejamos enfrentando esse retrocesso perturbador com o qual nos ameaçam os homens brancos que tomaram o poder.E)

Gaiatri Spivak: crítica e teórica indiana, mais conhecida por seu artigo Can the Subaltern

Speak? (Pode o subalterno falar?), considerado um texto fundamental sobre o pós-colonialismo

**Backlash = retrocesso

*** She’s beautiful when she’s angry = Ela é bonita quando está com raiva

Disponível em http://agoraequesaoelas.blogfolha.uol.com.br/2016/05/24/pode-uma-mulher-governar/. Acessado em 24 de maio de 2016. (Texto adaptado)

A autora empregou linguagem coloquial em

 

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Pode uma mulher governar?

Por Carla Rodrigues

Pode o subalterno falar? Não, responde a filósofa indiana Gaiatri Spivak* num ato performativo em que, ao dizer não, já está problematizando a interdição da voz subalterna e dando início a um importante debate sobre pós-colonialismo e gênero. Para pensar os retrocessos de gênero no Brasil, em particular, e na América Latina, em geral, faço uma analogia a esta pergunta – “pode uma mulher governar?” – para, com Spivak, responder não. [...]

No início dos anos 1990, a feminista norte-americana Susan Faludi publicou “Backlash”**, livro em que identificava as inúmeras formas de retrocesso em relação aos avanços no campo feminista desde os anos 1960 (para uma excelente recuperação desta história, ver “She’s beautiful when she’s angry”***, documentário em cartaz no Netflix). O diagnóstico de Faludi passa por capas de revista – a famosa edição da Newsweek que, em 1986, informava que, aos 35 anos, uma mulher com diploma superior teria apenas 5% de chance de casar –, e pela percepção de que estaria em curso um movimento de “volta ao fogão”, na já batida estratégia de que lugar de mulher é em casa.

A recente campanha #belarecatadaedolar expressou, de certa forma, esse jogo de forças ativas e reativas. Em contraposição à presidência da República exercida por uma mulher, uma revista semanal veiculou perfil da mulher do presidente interino Michel Temer, cujos atributos eram os mesmos que nos fariam voltar alguns séculos ao passado. Beleza para agradar o marido, comportamento domesticável, em ambiente familiar e caseiro. A reportagem fez eclodir um tipo de revolta muito parecida com as manifestações de repúdio ao texto da Newsweek que motivou Faludi a perceber os retrocessos na sociedade norte-americana.

Penso que, no caso do Brasil e da América Latina, o mais grave do nosso “backlash” está no fato de que mesmo os mínimos avanços produzem reações muito violentas. Apesar de anos de luta, o movimento de mulheres ainda não conseguiu a descriminalização do aborto. Pequenas conquistas, como o fim da obrigatoriedade do registro de boletim de ocorrência para interrupção de gravidez em caso de estupro, estão ameaçadas pela ação danosa do deputado Eduardo Cunha. No âmbito estadual, foi preciso uma grande mobilização para impedir a aprovação de uma lei que obrigaria profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro a notificar a polícia sempre que uma mulher chegasse a um hospital com complicações pós-aborto.

Neste contexto de pequenas conquistas e grandes retrocessos, Dilma esteve sob ataque desde o início do seu primeiro mandato. Sofreu críticas por não se adequar ao estereótipo do feminino e deputados acharam cabível chamar a chefe de estado por denominações grosseiras como “jararaca”. De certa forma, é como se sua figura austera tivesse encarnado a abjeção da sociedade brasileira em relação a uma mulher no poder. Insistentemente, ela buscou responder “sim, pode uma mulher governar”, e a cada sim produziu mais e mais reações contrárias ao seu lugar de poder. Talvez tenha sido, aos olhos de muitos, esse o “crime” cometido pela presidenta. Talvez por isso estejamos enfrentando esse retrocesso perturbador com o qual nos ameaçam os homens brancos que tomaram o poder.

Gaiatri Spivak: crítica e teórica indiana, mais conhecida por seu artigo Can the Subaltern

Speak? (Pode o subalterno falar?), considerado um texto fundamental sobre o pós-colonialismo

**Backlash = retrocesso

*** She’s beautiful when she’s angry = Ela é bonita quando está com raiva

Disponível em http://agoraequesaoelas.blogfolha.uol.com.br/2016/05/24/pode-uma-mulher-governar/. Acessado em 24 de maio de 2016. (Texto adaptado)

Na opinião da autora do texto,

 

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Pode uma mulher governar?

Por Carla Rodrigues

Pode o subalterno falar? Não, responde a filósofa indiana Gaiatri Spivak* num ato performativo em que, ao dizer não, já está problematizando a interdição da voz subalterna e dando início a um importante debate sobre pós-colonialismo e gênero. Para pensar os retrocessos de gênero no Brasil, em particular, e na América Latina, em geral, faço uma analogia a esta pergunta – “pode uma mulher governar?” – para, com Spivak, responder não. [...]

No início dos anos 1990, a feminista norte-americana Susan Faludi publicou “Backlash”**, livro em que identificava as inúmeras formas de retrocesso em relação aos avanços no campo feminista desde os anos 1960 (para uma excelente recuperação desta história, ver “She’s beautiful when she’s angry”***, documentário em cartaz no Netflix). O diagnóstico de Faludi passa por capas de revista – a famosa edição da Newsweek que, em 1986, informava que, aos 35 anos, uma mulher com diploma superior teria apenas 5% de chance de casar –, e pela percepção de que estaria em curso um movimento de “volta ao fogão”, na já batida estratégia de que lugar de mulher é em casa.

A recente campanha #belarecatadaedolar expressou, de certa forma, esse jogo de forças ativas e reativas. Em contraposição à presidência da República exercida por uma mulher, uma revista semanal veiculou perfil da mulher do presidente interino Michel Temer, cujos atributos eram os mesmos que nos fariam voltar alguns séculos ao passado. Beleza para agradar o marido, comportamento domesticável, em ambiente familiar e caseiro. A reportagem fez eclodir um tipo de revolta muito parecida com as manifestações de repúdio ao texto da Newsweek que motivou Faludi a perceber os retrocessos na sociedade norte-americana.

Penso que, no caso do Brasil e da América Latina, o mais grave do nosso “backlash” está no fato de que mesmo os mínimos avanços produzem reações muito violentas. Apesar de anos de luta, o movimento de mulheres ainda não conseguiu a descriminalização do aborto. Pequenas conquistas, como o fim da obrigatoriedade do registro de boletim de ocorrência para interrupção de gravidez em caso de estupro, estão ameaçadas pela ação danosa do deputado Eduardo Cunha. No âmbito estadual, foi preciso uma grande mobilização para impedir a aprovação de uma lei que obrigaria profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro a notificar a polícia sempre que uma mulher chegasse a um hospital com complicações pós-aborto.

Neste contexto de pequenas conquistas e grandes retrocessos, Dilma esteve sob ataque desde o início do seu primeiro mandato. Sofreu críticas por não se adequar ao estereótipo do feminino e deputados acharam cabível chamar a chefe de estado por denominações grosseiras como “jararaca”. De certa forma, é como se sua figura austera tivesse encarnado a abjeção da sociedade brasileira em relação a uma mulher no poder. Insistentemente, ela buscou responder “sim, pode uma mulher governar”, e a cada sim produziu mais e mais reações contrárias ao seu lugar de poder. Talvez tenha sido, aos olhos de muitos, esse o “crime” cometido pela presidenta. Talvez por isso estejamos enfrentando esse retrocesso perturbador com o qual nos ameaçam os homens brancos que tomaram o poder.

Gaiatri Spivak: crítica e teórica indiana, mais conhecida por seu artigo Can the Subaltern

Speak? (Pode o subalterno falar?), considerado um texto fundamental sobre o pós-colonialismo

**Backlash = retrocesso

*** She’s beautiful when she’s angry = Ela é bonita quando está com raiva

Disponível em http://agoraequesaoelas.blogfolha.uol.com.br/2016/05/24/pode-uma-mulher-governar/. Acessado em 24 de maio de 2016. (Texto adaptado)

No terceiro parágrafo, Carla Rodrigues

 

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No início dos anos 1990, a feminista norte-americana Susan Faludi publicou “Backlash”**, livro em que identificava as inúmeras formas de retrocesso em relação aos avanços no campo feminista desde os anos 1960 (para uma excelente recuperação desta história, ver “She’s beautiful when she’s angry”***, documentário em cartaz no Netflix). O diagnóstico de Faludi passa por capas de revista – a famosa edição da Newsweek que, em 1986, informava que, aos 35 anos, uma mulher com diploma superior teria apenas 5% de chance de casar –, e pela percepção de que estaria em curso um movimento de “volta ao fogão”, na já batida estratégia de que lugar de mulher é em casa.

A recente campanha #belarecatadaedolar expressou, de certa forma, esse jogo de forças ativas e reativas. Em contraposição à presidência da República exercida por uma mulher, uma revista semanal veiculou perfil da mulher do presidente interino Michel Temer, cujos atributos eram os mesmos que nos fariam voltar alguns séculos ao passado. Beleza para agradar o marido, comportamento domesticável, em ambiente familiar e caseiro. A reportagem fez eclodir um tipo de revolta muito parecida com as manifestações de repúdio ao texto da Newsweek que motivou Faludi a perceber os retrocessos na sociedade norte-americana.

Penso que, no caso do Brasil e da América Latina, o mais grave do nosso “backlash” está no fato de que mesmo os mínimos avanços produzem reações muito violentas. Apesar de anos de luta, o movimento de mulheres ainda não conseguiu a descriminalização do aborto. Pequenas conquistas, como o fim da obrigatoriedade do registro de boletim de ocorrência para interrupção de gravidez em caso de estupro, estão ameaçadas pela ação danosa do deputado Eduardo Cunha. No âmbito estadual, foi preciso uma grande mobilização para impedir a aprovação de uma lei que obrigaria profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro a notificar a polícia sempre que uma mulher chegasse a um hospital com complicações pós-aborto.

Neste contexto de pequenas conquistas e grandes retrocessos, Dilma esteve sob ataque desde o início do seu primeiro mandato. Sofreu críticas por não se adequar ao estereótipo do feminino e deputados acharam cabível chamar a chefe de estado por denominações grosseiras como “jararaca”. De certa forma, é como se sua figura austera tivesse encarnado a abjeção da sociedade brasileira em relação a uma mulher no poder. Insistentemente, ela buscou responder “sim, pode uma mulher governar”, e a cada sim produziu mais e mais reações contrárias ao seu lugar de poder. Talvez tenha sido, aos olhos de muitos, esse o “crime” cometido pela presidenta. Talvez por isso estejamos enfrentando esse retrocesso perturbador com o qual nos ameaçam os homens brancos que tomaram o poder.

Gaiatri Spivak: crítica e teórica indiana, mais conhecida por seu artigo Can the Subaltern

Speak? (Pode o subalterno falar?), considerado um texto fundamental sobre o pós-colonialismo

**Backlash = retrocesso

*** She’s beautiful when she’s angry = Ela é bonita quando está com raiva

Disponível em http://agoraequesaoelas.blogfolha.uol.com.br/2016/05/24/pode-uma-mulher-governar/. Acessado em 24 de maio de 2016. (Texto adaptado)

No segundo parágrafo do texto, a autora menciona Susan Faludi, para quem

 

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No início dos anos 1990, a feminista norte-americana Susan Faludi publicou “Backlash”**, livro em que identificava as inúmeras formas de retrocesso em relação aos avanços no campo feminista desde os anos 1960 (para uma excelente recuperação desta história, ver “She’s beautiful when she’s angry”***, documentário em cartaz no Netflix). O diagnóstico de Faludi passa por capas de revista – a famosa edição da Newsweek que, em 1986, informava que, aos 35 anos, uma mulher com diploma superior teria apenas 5% de chance de casar –, e pela percepção de que estaria em curso um movimento de “volta ao fogão”, na já batida estratégia de que lugar de mulher é em casa.

A recente campanha #belarecatadaedolar expressou, de certa forma, esse jogo de forças ativas e reativas. Em contraposição à presidência da República exercida por uma mulher, uma revista semanal veiculou perfil da mulher do presidente interino Michel Temer, cujos atributos eram os mesmos que nos fariam voltar alguns séculos ao passado. Beleza para agradar o marido, comportamento domesticável, em ambiente familiar e caseiro. A reportagem fez eclodir um tipo de revolta muito parecida com as manifestações de repúdio ao texto da Newsweek que motivou Faludi a perceber os retrocessos na sociedade norte-americana.

Penso que, no caso do Brasil e da América Latina, o mais grave do nosso “backlash” está no fato de que mesmo os mínimos avanços produzem reações muito violentas. Apesar de anos de luta, o movimento de mulheres ainda não conseguiu a descriminalização do aborto. Pequenas conquistas, como o fim da obrigatoriedade do registro de boletim de ocorrência para interrupção de gravidez em caso de estupro, estão ameaçadas pela ação danosa do deputado Eduardo Cunha. No âmbito estadual, foi preciso uma grande mobilização para impedir a aprovação de uma lei que obrigaria profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro a notificar a polícia sempre que uma mulher chegasse a um hospital com complicações pós-aborto.

Neste contexto de pequenas conquistas e grandes retrocessos, Dilma esteve sob ataque desde o início do seu primeiro mandato. Sofreu críticas por não se adequar ao estereótipo do feminino e deputados acharam cabível chamar a chefe de estado por denominações grosseiras como “jararaca”. De certa forma, é como se sua figura austera tivesse encarnado a abjeção da sociedade brasileira em relação a uma mulher no poder. Insistentemente, ela buscou responder “sim, pode uma mulher governar”, e a cada sim produziu mais e mais reações contrárias ao seu lugar de poder. Talvez tenha sido, aos olhos de muitos, esse o “crime” cometido pela presidenta. Talvez por isso estejamos enfrentando esse retrocesso perturbador com o qual nos ameaçam os homens brancos que tomaram o poder.

Gaiatri Spivak: crítica e teórica indiana, mais conhecida por seu artigo Can the Subaltern

Speak? (Pode o subalterno falar?), considerado um texto fundamental sobre o pós-colonialismo

**Backlash = retrocesso

*** She’s beautiful when she’s angry = Ela é bonita quando está com raiva

Disponível em http://agoraequesaoelas.blogfolha.uol.com.br/2016/05/24/pode-uma-mulher-governar/. Acessado em 24 de maio de 2016. (Texto adaptado)

Em Pode uma mulher governar?, Carla Rodrigues argumenta em favor da tese de que

 

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1185548 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: UFPA
Orgão: UNIFESSPA
Todos os processos da área de Gestão de Pessoas trazem sua influência e sua participação para a Avaliação de Desempenho. Exemplificando: o Planejamento de Recursos Humanos, o Recrutamento, a Seleção, o Treinamento e o Desenvolvimento são interligados com a avaliação de desempenho, pois esta dá o retorno para seu melhor desenvolvimento e realização, o que configura um alinhamento às
 

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1185547 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFPA
Orgão: UNIFESSPA
A Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, descreve, em seu Artigo 3º, que o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando à sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente, considera-se gestão de
 

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1185546 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFPA
Orgão: UNIFESSPA
O Artigo 17, da Lei nº 8.159/1991, define que a administração da documentação pública ou de caráter público compete às instituições arquivísticas federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais. No parágrafo 4, do Artigo 17, fica estabelecido que são Arquivos Municipais o arquivo
 

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1185545 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFPA
Orgão: UNIFESSPA
No parágrafo 3º do Artigo 8º, da Lei nº 8.159/1991, consideram-se os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e informativo que devem ser definitivamente preservados como documentos públicos
 

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1185544 Ano: 2016
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UFPA
Orgão: UNIFESSPA

O Decreto nº 6.029/2007, que institui o Sistema de Gestão da Ética do Serviço Público Federal, estabelece em seu Artigo 8º as competências das instâncias superiores dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, abrangendo a administração direta e indireta. Quanto a essas competências, analise os itens seguintes.

I Observar e fazer observar as normas de ética e disciplina.

II Constituir Comissão de Ética.

III Designar os integrantes da Comissão.

IV Estabelecer cronograma de funcionamento.

V Garantir os recursos humanos, materiais e financeiros para que a Comissão cumpra com suas atribuições.

VI Atender com prioridade às solicitações da CEP.

Estão corretos os itens

 

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