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Foram encontradas 540 questões.

3264101 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA

A produção audiovisual em televisão comporta o conhecimento de inúmeras áreas técnicas como a sonoplastia, a fotografia e a captação de som direto. Tendo por base esses conhecimentos, identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) O microfone bidimensional é utilizado para captação de som em direções opostas.

( ) A lente grande angular possui uma pequena profundidade de campo.

( ) A lente teleobjetiva é reconhecida como o instrumento adequado para captar imagens que estejam próximas e pode criar distorções no quadro.

( ) O conector profissional tipo RLX (ou XLR) reduz a possibilidade de ruídos indesejados na captação de som.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:

 

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3264100 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA

A respeito das diversas funções ocupadas pelos diversos profissionais durante a produção audiovisual, é correto afirmar:

 

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3264099 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA

O uso do roteiro é primordial em qualquer produção audiovisual, pois sem ele os custos e a organização da produção ficariam muito prejudicados. Sobre o roteiro audiovisual, identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Storyline é uma descrição sucinta da história a ser filmada e não ultrapassa poucas linhas na maior parte das vezes.

( ) Argumento é o desenvolvimento da história de maneira a priorizar o conjunto de ideias a serem filmadas. Nessa etapa de desenvolvimento, o argumento já possui indicações de cenas, sequências e ações, mas não diálogos.

( ) Um roteiro audiovisual, quando segue uma formatação padrão, possui a proporção de duas páginas para cada minuto de ação.

( ) Um roteiro literário não possui a decupagem nem a planta baixa das cenas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3264098 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFPR
Orgão: UNILA

A partir dos conhecimentos a respeito do cargo de assistente de direção, julgue as seguintes afirmativas:

1. O assistente de direção pode ser considerado um elo entre o setor de produção e o setor de direção.

2. É tarefa do assistente de direção cuidar dos contratos de locação e responsabilizar-se pelo encaminhamento desses documentos ao setor de finanças.

3. É atribuição do assistente de direção administrar o fluxo de pessoas dentro do set de gravação, a fim de diminuir o ruído em cenas que demandarem a gravação de diálogos.

4. O assistente de direção é responsável por elaborar o diário de continuidade no set, a fim de evitar divergências entre os objetos de cena ou figurino dos atores entre uma cena e outra ou entre dias diferentes de produção.

Assinale a alternativa correta.

 

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3264097 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFPR
Orgão: UNILA
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As mais diversas cores são obtidas no processo gráfico pela sobreposição de quatro cores primárias – azul claro (cyan), rosa intenso (magenta), amarelo (yellow), e preto (black), denominada composição CMYK. Pela variação da retícula (pontos de meio-tom) do CMYK, em porcentagens, é possível produzir uma grande gama cromática.

Enunciado 3588346-1

Numa produção gráfica a imagem ao lado foi gerada, equivocadamente, com as cores alteradas, em relação às cores da bandeira oficial. Sendo:

- a cor “a” composta por C100% M05% Y40% K05%;

- a cor “b” composta por C10% M30% Y00% K05%; e

- a cor “c” composta por C30% M30% Y30% K00%

Quais cores resultaram desse equívoco de produção?

 

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3264096 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFPR
Orgão: UNILA

Graças à tecnologia digital, a correção de cor dispõe de uma série de ferramentas. Considere as seguintes ferramentas:

1. A habilidade de isolar uma área específica da imagem e mudar sua cor ou brilho, deixando o restante da imagem inalterado.

2. O comando Hue/Saturation, no Adobe Photoshop, que permite alterar a cor de um objeto.

3. Adicionar pontos de controle entre os pontos mais claro e mais escuro de uma imagem.

4. Ajustar o canal de cada uma das cores do sistema RGB (vermelho, verde e azul) separadamente.

Estão entre as ferramentas para a correção de cor:

 

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3264095 Ano: 2014
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFPR
Orgão: UNILA

Com relação a perfis de espaço de cor, numere a 2ª coluna com base na informação da 1ª coluna.

1. CMYK.

2. RGB.

3. RAW.

4. sRGB.

5. Adobe RGB.

( ) Sistema aditivo de cores presente em monitores, scanners e câmeras digitais.

( ) É mais fiel do que o standard RGB quando impresso do Photoshop.

( ) Também conhecido como standard RGB, é o formato padrão para imagens na internet.

( ) Formato de captura em câmeras digitais utilizado por fotógrafos profissionais.

( ) Sistema subtrativo de cores usado para impressão, com os pigmentos ciano, magenta, amarelo e preto.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta na coluna, de cima para baixo.

 

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El largo adiós a las palabras escritas a mano

Riccardo Iori

Todas las cartas de amor son ridículas / no serían cartas de amor si no fueran ridículas, escribía el poeta portugués Fernando Pessoa. También él, en su tiempo, escribió cartas de amor, confesaba en el mismo poema. Corría el año 1935 y nada dejaba presagiar que un día el mundo se libraría de esa manera de comunicar tan extravagante. El mundo ha dejado de ser ridículo y los mensajes de amor se envían por sms o por correo electrónico. "Los jóvenes expresan sus emociones a través de los móviles o de las redes sociales, les trasladan a un espacio público, lo que resulta curioso, porque se ha perdido la privacidad, un tiempo fundamental en las relaciones de amor, de amistad o con los familiares", explica Antonio Aguilar, profesor de la Universidad Autónoma de Barcelona.

Aguilar trabaja además en el departamento de Comunicación de Correos de Barcelona, así que su testimonio también es útil para analizar el declive de las cartas desde un punto de vista cuantitativo: "Contrariamente a lo que se piensa, no ha sido la llegada de Internet lo que ha debilitado las misivas. El comienzo de su fin ocurrió durante los años 60 y 70, con la difusión del teléfono en las clases populares". Los datos de Correos no permiten cuantificar las dimensiones de la bajada, porque las estadísticas no distinguen las cartas personales de aquellas enviadas por los bancos o las compañías telefónicas. En 2009, por ejemplo, la correspondencia disminuyó el 9,6%, pero ese dato depende de la crisis – que llevó a las empresas que envían publicidad a buscar otras alternativas de comunicación – y por la difusión de trámites burocráticos que ahora es posible efectuar on-line. "Las cartas personales ya desde hace mucho tienen un papel secundario en las dimensiones del flujo postal, y esto más que los datos pueden confirmártelo los carteros de a pie, que cada vez más solo meten en los buzones cartas de empresas o notariales", dice Aguilar.

Maria de los Ángeles, jefe adjunto de una de las oficinas del centro de Madrid, respalda este análisis: "Los únicos que aún esperan cartas son las personas mayores, que están allí, esperando la respuesta de un amigo o de una prima lejana. Pero los jóvenes ya lo han dejado. En los periodos vacacionales hay un aumento notable de postales, aún hoy, y es el momento en que los chavales vuelven a acercarse a la correspondencia escrita". "En la Universidad hicimos algunas encuestas con los alumnos y los de hoy no han utilizado jamás la carta como medio de comunicación. En las entrevistas que los mismos estudiantes hicieron a sus abuelos, sin embargo, la carta tiene un papel fundamental", apunta Aguilar.

La caligrafía desapareció de los colegios en los años setenta, las cartas en el buzón son una rareza entre propagandas y quienes trasmitían el arte de la bella escritura se han reducido a un crepuscular puñado de supervivientes. Pessoa ya no escribiría aquel poema. Tampoco el verso en el que decía: Pero, al fin y al cabo, solo las criaturas que nunca escribieron cartas de amor, sí que son ridículas.

Disponible en: <http://cultura.elpais.com/cultura/2010/07/30/actualidad/1280440804_850215.html>.

En las palabras finales de Riccardo Iori se imprime un sentimiento de:

 

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El largo adiós a las palabras escritas a mano

Riccardo Iori

Todas las cartas de amor son ridículas / no serían cartas de amor si no fueran ridículas, escribía el poeta portugués Fernando Pessoa. También él, en su tiempo, escribió cartas de amor, confesaba en el mismo poema. Corría el año 1935 y nada dejaba presagiar que un día el mundo se libraría de esa manera de comunicar tan extravagante. El mundo ha dejado de ser ridículo y los mensajes de amor se envían por sms o por correo electrónico. "Los jóvenes expresan sus emociones a través de los móviles o de las redes sociales, les trasladan a un espacio público, lo que resulta curioso, porque se ha perdido la privacidad, un tiempo fundamental en las relaciones de amor, de amistad o con los familiares", explica Antonio Aguilar, profesor de la Universidad Autónoma de Barcelona.

Aguilar trabaja además en el departamento de Comunicación de Correos de Barcelona, así que su testimonio también es útil para analizar el declive de las cartas desde un punto de vista cuantitativo: "Contrariamente a lo que se piensa, no ha sido la llegada de Internet lo que ha debilitado las misivas. El comienzo de su fin ocurrió durante los años 60 y 70, con la difusión del teléfono en las clases populares". Los datos de Correos no permiten cuantificar las dimensiones de la bajada, porque las estadísticas no distinguen las cartas personales de aquellas enviadas por los bancos o las compañías telefónicas. En 2009, por ejemplo, la correspondencia disminuyó el 9,6%, pero ese dato depende de la crisis – que llevó a las empresas que envían publicidad a buscar otras alternativas de comunicación – y por la difusión de trámites burocráticos que ahora es posible efectuar on-line. "Las cartas personales ya desde hace mucho tienen un papel secundario en las dimensiones del flujo postal, y esto más que los datos pueden confirmártelo los carteros de a pie, que cada vez más solo meten en los buzones cartas de empresas o notariales", dice Aguilar.

Maria de los Ángeles, jefe adjunto de una de las oficinas del centro de Madrid, respalda este análisis: "Los únicos que aún esperan cartas son las personas mayores, que están allí, esperando la respuesta de un amigo o de una prima lejana. Pero los jóvenes ya lo han dejado. En los periodos vacacionales hay un aumento notable de postales, aún hoy, y es el momento en que los chavales vuelven a acercarse a la correspondencia escrita". "En la Universidad hicimos algunas encuestas con los alumnos y los de hoy no han utilizado jamás la carta como medio de comunicación. En las entrevistas que los mismos estudiantes hicieron a sus abuelos, sin embargo, la carta tiene un papel fundamental", apunta Aguilar.

La caligrafía desapareció de los colegios en los años setenta, las cartas en el buzón son una rareza entre propagandas y quienes trasmitían el arte de la bella escritura se han reducido a un crepuscular puñado de supervivientes. Pessoa ya no escribiría aquel poema. Tampoco el verso en el que decía: Pero, al fin y al cabo, solo las criaturas que nunca escribieron cartas de amor, sí que son ridículas.

Disponible en: <http://cultura.elpais.com/cultura/2010/07/30/actualidad/1280440804_850215.html>.

Las correspondencias a mano escritas por los jóvenes:

 

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El largo adiós a las palabras escritas a mano

Riccardo Iori

Todas las cartas de amor son ridículas / no serían cartas de amor si no fueran ridículas, escribía el poeta portugués Fernando Pessoa. También él, en su tiempo, escribió cartas de amor, confesaba en el mismo poema. Corría el año 1935 y nada dejaba presagiar que un día el mundo se libraría de esa manera de comunicar tan extravagante. El mundo ha dejado de ser ridículo y los mensajes de amor se envían por sms o por correo electrónico. "Los jóvenes expresan sus emociones a través de los móviles o de las redes sociales, les trasladan a un espacio público, lo que resulta curioso, porque se ha perdido la privacidad, un tiempo fundamental en las relaciones de amor, de amistad o con los familiares", explica Antonio Aguilar, profesor de la Universidad Autónoma de Barcelona.

Aguilar trabaja además en el departamento de Comunicación de Correos de Barcelona, así que su testimonio también es útil para analizar el declive de las cartas desde un punto de vista cuantitativo: "Contrariamente a lo que se piensa, no ha sido la llegada de Internet lo que ha debilitado las misivas. El comienzo de su fin ocurrió durante los años 60 y 70, con la difusión del teléfono en las clases populares". Los datos de Correos no permiten cuantificar las dimensiones de la bajada, porque las estadísticas no distinguen las cartas personales de aquellas enviadas por los bancos o las compañías telefónicas. En 2009, por ejemplo, la correspondencia disminuyó el 9,6%, pero ese dato depende de la crisis – que llevó a las empresas que envían publicidad a buscar otras alternativas de comunicación – y por la difusión de trámites burocráticos que ahora es posible efectuar on-line. "Las cartas personales ya desde hace mucho tienen un papel secundario en las dimensiones del flujo postal, y esto más que los datos pueden confirmártelo los carteros de a pie, que cada vez más solo meten en los buzones cartas de empresas o notariales", dice Aguilar.

Maria de los Ángeles, jefe adjunto de una de las oficinas del centro de Madrid, respalda este análisis: "Los únicos que aún esperan cartas son las personas mayores, que están allí, esperando la respuesta de un amigo o de una prima lejana. Pero los jóvenes ya lo han dejado. En los periodos vacacionales hay un aumento notable de postales, aún hoy, y es el momento en que los chavales vuelven a acercarse a la correspondencia escrita". "En la Universidad hicimos algunas encuestas con los alumnos y los de hoy no han utilizado jamás la carta como medio de comunicación. En las entrevistas que los mismos estudiantes hicieron a sus abuelos, sin embargo, la carta tiene un papel fundamental", apunta Aguilar.

La caligrafía desapareció de los colegios en los años setenta, las cartas en el buzón son una rareza entre propagandas y quienes trasmitían el arte de la bella escritura se han reducido a un crepuscular puñado de supervivientes. Pessoa ya no escribiría aquel poema. Tampoco el verso en el que decía: Pero, al fin y al cabo, solo las criaturas que nunca escribieron cartas de amor, sí que son ridículas.

Disponible en: <http://cultura.elpais.com/cultura/2010/07/30/actualidad/1280440804_850215.html>.

Para Antonio Aguilar el descenso en el número de envíos de cartas:

 

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