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Sobre as formas de provimento em cargo público, previstas na Lei 8.112/90, é correto afirmar:
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Assinale a alternativa em que o hífen foi usado INCORRETAMENTE, segundo a nova ortografia da língua portuguesa.
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Pesquisa que indica apoio a ataques a mulheres está errada, diz Ipea; 26% concordam
O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do governo federal, divulgou nesta sexta-feira uma nota reconhecendo que houve erro na divulgação que chocou o país ao dizer que a maioria dos brasileiros (65,1%) apoia ataques a mulheres que mostram o corpo.
Segundo o Ipea, por uma troca nos gráficos da pesquisa divulgada, o resultado divulgado está errado. Os percentuais corretos são: 26% concordam, total ou parcialmente, com a afirmação “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”; e 70% discordam, total ou parcialmente. Outros 3,4% se dizem neutros.
O diretor da área social do Ipea pediu sua exoneração assim que o erro foi detectado.
A pesquisa, com os dados errados, gerou enorme repercussão e uma campanha em redes sociais com o lema #eunãomereçoserestuprada. A onda de indignação teve apoio até da presidente Dilma Rousseff (PT).
O erro, classificado como “relevante” pelo Ipea, ocorreu devido à troca de resultados com outra pergunta. A questão perguntava aos entrevistados se eles concordavam com a afirmação de que “mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”. Neste caso, 65,1% concordavam, segundo a errata divulgada pelo órgão (na primeira divulgação, esse percentual era de 26%).
Apesar do erro, de acordo com o instituto, “as conclusões gerais da pesquisa continuam válidas, ensejando o aprofundamento das reflexões e debates da sociedade sobre seus preconceitos”. O levantamento ouviu 3.810 pessoas de ambos os sexos entre maio e junho do ano passado.
(Folha de S. Paulo, 04 abr. 2014)
Na revisão deste artigo, as seguintes redundâncias poderiam ser eliminadas:
- “...por uma troca nos gráficos da pesquisa divulgada, o resultado divulgado está errado.”
- “...devido à troca de resultados com outra pergunta. A questão perguntava...”
As expressões “chocou”, “detectado” e “ensejando” poderiam ser substituídas no texto, sem prejuízo da correção ou do sentido, respectivamente, por:
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Pesquisa que indica apoio a ataques a mulheres está errada, diz Ipea; 26% concordam
O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do governo federal, divulgou nesta sexta-feira uma nota reconhecendo que houve erro na divulgação que chocou o país ao dizer que a maioria dos brasileiros (65,1%) apoia ataques a mulheres que mostram o corpo.
Segundo o Ipea, por uma troca nos gráficos da pesquisa divulgada, o resultado divulgado está errado. Os percentuais corretos são: 26% concordam, total ou parcialmente, com a afirmação “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”; e 70% discordam, total ou parcialmente. Outros 3,4% se dizem neutros.
O diretor da área social do Ipea pediu sua exoneração assim que o erro foi detectado.
A pesquisa, com os dados errados, gerou enorme repercussão e uma campanha em redes sociais com o lema #eunãomereçoserestuprada. A onda de indignação teve apoio até da presidente Dilma Rousseff (PT).
O erro, classificado como “relevante” pelo Ipea, ocorreu devido à troca de resultados com outra pergunta. A questão perguntava aos entrevistados se eles concordavam com a afirmação de que “mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”. Neste caso, 65,1% concordavam, segundo a errata divulgada pelo órgão (na primeira divulgação, esse percentual era de 26%).
Apesar do erro, de acordo com o instituto, “as conclusões gerais da pesquisa continuam válidas, ensejando o aprofundamento das reflexões e debates da sociedade sobre seus preconceitos”. O levantamento ouviu 3.810 pessoas de ambos os sexos entre maio e junho do ano passado.
(Folha de S. Paulo, 04 abr. 2014)
Na revisão deste artigo, as seguintes redundâncias poderiam ser eliminadas:
- “...por uma troca nos gráficos da pesquisa divulgada, o resultado divulgado está errado.”
- “...devido à troca de resultados com outra pergunta. A questão perguntava...”
Assinale a alternativa que apresenta reformulações adequadas para eliminar essas repetições, em conformidade com as normas da escrita e preservando o sentido original.
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Pesquisa que indica apoio a ataques a mulheres está errada, diz Ipea; 26% concordam
O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do governo federal, divulgou nesta sexta-feira uma nota reconhecendo que houve erro na divulgação que chocou o país ao dizer que a maioria dos brasileiros (65,1%) apoia ataques a mulheres que mostram o corpo.
Segundo o Ipea, por uma troca nos gráficos da pesquisa divulgada, o resultado divulgado está errado. Os percentuais corretos são: 26% concordam, total ou parcialmente, com a afirmação “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”; e 70% discordam, total ou parcialmente. Outros 3,4% se dizem neutros.
O diretor da área social do Ipea pediu sua exoneração assim que o erro foi detectado.
A pesquisa, com os dados errados, gerou enorme repercussão e uma campanha em redes sociais com o lema #eunãomereçoserestuprada. A onda de indignação teve apoio até da presidente Dilma Rousseff (PT).
O erro, classificado como “relevante” pelo Ipea, ocorreu devido à troca de resultados com outra pergunta. A questão perguntava aos entrevistados se eles concordavam com a afirmação de que “mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”. Neste caso, 65,1% concordavam, segundo a errata divulgada pelo órgão (na primeira divulgação, esse percentual era de 26%).
Apesar do erro, de acordo com o instituto, “as conclusões gerais da pesquisa continuam válidas, ensejando o aprofundamento das reflexões e debates da sociedade sobre seus preconceitos”. O levantamento ouviu 3.810 pessoas de ambos os sexos entre maio e junho do ano passado.
(Folha de S. Paulo, 04 abr. 2014)
Assinale a alternativa correta sobre o efeito da expressão “26% concordam”, no título da notícia.
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Durante uma reunião de departamento, a professora Socorro de Mattos fez as seguintes anotações para posterior inclusão na ata.
O primeiro assunto da reunião foi a proposta de criação de uma revista. Todos aprovaram. Outro ponto era escolher um nome para a revista. Eu sugeri Arte e Cultura e o professor Antônio da Silva disse que era melhor Cultura e Arte. Todos que estavam na reunião aprovaram a proposta dele.
Considere as seguintes propostas de redação dessas anotações, com fidelidade às anotações da professora e em linguagem apropriada para uma ata:
1. Durante a reunião, foi apreciada a criação de uma revista com o título “Cultura e Arte, a qual foi aprovada por unanimidade.
2. A reunião começou com primeiro assunto programado, a criação de uma revista. Todos aprovaram a ideia. A seguir, foi discutido o nome da revista. Apareceram dois nomes: “Arte e Cultura” e “Cultura e Arte”. Quem sugeriu os nomes foram os professores Socorro de Mattos e Antônio da Silva. O nome escolhido foi “Cultura e Arte”.
3. O primeiro ponto de pauta era a criação de uma revista pelo departamento, aprovada por unanimidade. Na sequência, foram propostos dois nomes para a publicação: “Arte e Cultura”, sugestão da professora Socorro de Mattos, e “Cultura e Arte”, indicação do professor Antônio da Silva. Esta última proposta foi aprovada por unanimidade.
Apresenta(m) um relato fiel às anotações da professora, na linguagem adequada ao gênero textual visado:
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Considere o seguinte texto:
Desde a instituição do casamento civil no Brasil, com a promulgação da primeira constituição republicana, em 1891 – antes disso, embora tenha havido muita discussão sobre o casamento civil no Império, matrimônio reconhecido era só na igreja – se começou a discutir a constituição da família, os direitos das mulheres casadas e dos filhos legítimos e ilegítimos e as possibilidades de divórcio.
O editor solicitou que o revisor alterasse o trecho intercalado entre travessões para facilitar a leitura, sem comprometer o sentido original. Considere as seguintes possibilidades de alteração.
1. Antes de 1891, embora tenha havido muita discussão sobre o casamento civil no Império e a instituição do casamento civil no Brasil, matrimônio reconhecido era só na igreja. Desde então, com a promulgação da primeira constituição republicana, se começou a discutir a constituição da família, os direitos das mulheres casadas e dos filhos legítimos e ilegítimos e as possibilidades de divórcio.
2. Desde a instituição do casamento civil no Brasil, com a promulgação da primeira constituição republicana, em 1891, se começou a discutir a constituição da família, os direitos das mulheres casadas e dos filhos legítimos e ilegítimos e as possibilidades de divórcio. Antes disso, embora tenha havido muita discussão sobre o casamento civil no Império, matrimônio reconhecido era só na igreja.
3. Antes de 1891 matrimônio reconhecido era só na igreja, embora tenha havido muita discussão sobre o casamento civil no Império. A partir dessa data, com a promulgação da primeira constituição republicana e a instituição do casamento civil no Brasil, se começou a discutir a constituição da família, os direitos das mulheres casadas e dos filhos legítimos e ilegítimos e as possibilidades de divórcio.
Atende(m) à solicitação feita ao revisor:
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O texto a seguir é referência para a questão abaixo.
Um texto se constitui enquanto tal no momento em que os parceiros de uma atividade comunicativa global, diante de uma manifestação linguística, pela atuação conjunta de uma complexa rede de fatores de ordem situacional, cognitiva, sociocultural e interacional, são capazes de construir, para ela, determinado sentido.
Portanto, à concepção de texto aqui apresentada subjaz o postulado básico de que o sentido não está no texto, mas se constrói a partir dele, no curso de uma interação. Para ilustrar essa afirmação, tem-se recorrido com frequência à metáfora do iceberg: como este, todo texto possui apenas uma pequena superfície exposta e uma imensa área imersa subjacente. Para se chegar às profundezas do implícito e dele extrair um sentido, faz-se necessário o recurso a vários sistemas de conhecimento e a ativação de processos e estratégias cognitivas e interacionais.
Uma vez construído um e não o sentido, adequado ao contexto, às imagens recíprocas dos parceiros da comunicação, ao tipo de atividade em curso, a manifestação verbal será considerada coerente pelos interactantes.
(KOCH, I. V. O texto e a construção do sentido. São Paulo: Contexto, 1997, p. 25)
Identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas sobre as relações referenciais no texto:
( ) A palavra “tal” remete cataforicamente à expressão “uma atividade comunicativa global”.
( ) O pronome “ela” tem como antecedente a expressão “uma manifestação linguística”.
( ) O pronome demonstrativo “este” refere-se à expressão “metáfora do iceberg”.
( ) O pronome “(d)ele” tem como antecedente o substantivo “implícito”, sendo o uso da preposição [de+ele] necessário em função da regência do verbo “extrair”.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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O texto a seguir é referência para a questão abaixo.
Um texto se constitui enquanto tal no momento em que os parceiros de uma atividade comunicativa global, diante de uma manifestação linguística, pela atuação conjunta de uma complexa rede de fatores de ordem situacional, cognitiva, sociocultural e interacional, são capazes de construir, para ela, determinado sentido.
Portanto, à concepção de texto aqui apresentada subjaz o postulado básico de que o sentido não está no texto, mas se constrói a partir dele, no curso de uma interação. Para ilustrar essa afirmação, tem-se recorrido com frequência à metáfora do iceberg: como este, todo texto possui apenas uma pequena superfície exposta e uma imensa área imersa subjacente. Para se chegar às profundezas do implícito e dele extrair um sentido, faz-se necessário o recurso a vários sistemas de conhecimento e a ativação de processos e estratégias cognitivas e interacionais.
Uma vez construído um e não o sentido, adequado ao contexto, às imagens recíprocas dos parceiros da comunicação, ao tipo de atividade em curso, a manifestação verbal será considerada coerente pelos interactantes.
(KOCH, I. V. O texto e a construção do sentido. São Paulo: Contexto, 1997, p. 25)
O conceito de texto assumido por Koch tem como fundamento principal:
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O texto a seguir é referência para a questão abaixo.
Um texto se constitui enquanto tal no momento em que os parceiros de uma atividade comunicativa global, diante de uma manifestação linguística, pela atuação conjunta de uma complexa rede de fatores de ordem situacional, cognitiva, sociocultural e interacional, são capazes de construir, para ela, determinado sentido.
Portanto, à concepção de texto aqui apresentada subjaz o postulado básico de que o sentido não está no texto, mas se constrói a partir dele, no curso de uma interação. Para ilustrar essa afirmação, tem-se recorrido com frequência à metáfora do iceberg: como este, todo texto possui apenas uma pequena superfície exposta e uma imensa área imersa subjacente. Para se chegar às profundezas do implícito e dele extrair um sentido, faz-se necessário o recurso a vários sistemas de conhecimento e a ativação de processos e estratégias cognitivas e interacionais.
Uma vez construído um e não o sentido, adequado ao contexto, às imagens recíprocas dos parceiros da comunicação, ao tipo de atividade em curso, a manifestação verbal será considerada coerente pelos interactantes.
(KOCH, I. V. O texto e a construção do sentido. São Paulo: Contexto, 1997, p. 25)
A metáfora do iceberg usada por Koch aponta que, para a interpretação e julgamento de coerência de um texto, são igualmente importantes:
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